quarta-feira, 15 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Sonho realizado ( fantastico recomendo )
Oi. Obrigada por lerem meu conto! Fiquei feliz, mas assustada com as mensagens. Esse conto agora é o que eu queria contar no começo, mas fiquei com um pouco de medo de falar. É uma coisa muito difícil, as pessoas te julgam muito e eu não sei por que, eu acho que todo mundo seria mais feliz se não apontassem o dedo, ainda mais quando é sobre o amor de cada um.
Sabe, eu sempre fui criada como a princesa da casa. Meus irmão são muito mais velhos que eu e meus pais já tem idade. Então, sempre fui muito amada em casa e falava pros meus irmãos que ia casar com eles quando crescesse. Até eu entender que a sociedade não permite, eu continuava acreditando que ia casar pelo menos com um deles.
Meus irmãos são muito bonitos. Os dois são altos e o Diogo é forte, jogava volei, tem pernas fortes, bração e peitoral. O Bruno já é mais estudioso, ele tem bastante livros e eu sempre pego emprestado dele. Gosto muito de ler. Bruno não é forte que nem o Diogo, mas ele é charmoso. Minha cunhada disse que se apaixonou pelo olhar dele.
Quando eu cresci, também fiquei alta mas não que nem eles. Só que entre as meninas, eu me destacava. O Diogo me incentivava a jogar volei que nem ele, mas eu não era muito boa, só era alta mas meu peito atrapalhava muito. Diogo ria de mim, mas sempre dizia que era melhor ser peituda do que ser jogadora de volei. E eu sempre ficava imaginando se ele dizia isso porque pensava em mim, como mulher. Ele era meio tímido com as meninas, mas aquilo era meigo e minhas amigas chamavam ele de fofinho, mesmo sendo sarado. Mas comigo ele era bem safado, sempre falava de bunda, de peito.
Bruno é diferente. Ele é bem conversador, simpático, sempre diz por favor, obrigado, é atencioso. Por isso, ele sempre teve namorada, desde pequeno. Se for pra comparar, o Diogo é muito mais bonito que o Bruno, mas o Bruno é envolvente. Ele fala de um jeito que a gente começa a ficar focada nele, olhando nos olhos. E eu sempre me senti muito bem conversando com ele, ele me ouve, me entende, é meu ombro amigo.
A situação aconteceu quando eu fiquei sozinha em casa, doente. Meus pais tinham viajado e eu devia ter viajado também, com o pessoal do colégio. Mas como acordei com febre, acabei ficando em casa. Diogo cuidou de mim de manhã, me deu remédio e ficou por perto pra me ajudar. Mas ele precisava sair a tarde e então, o Bruno e minha cunhada vieram pra ficar comigo. Era fim de semana e eu fiquei até meio sem jeito de estragar a folga deles.
Doente e de cama, o jeito foi dormir. Quando acordei, era de tarde, lá pras quatro horas. A casa parecia em silêncio. Levantei para ir ao banheiro e ouvi vozes. Bruno estava no quarto que era dele e do Diogo antes dele casar. Encostei a orelha na porta e ouvi a voz da minha cunhada "Ai ai! Assim, me come!" e a cama rangendo e batendo na parede. Eu até esqueci de ir pro banheiro! Meu irmão estava fazendo sexo a uma parede de distância. Aquele pensamento me deixou quente, minha pele ficava toda arrepiada só do meu pijama esfregar. Eu apertei minhas coxas e comecei a esfregar, assim o fogo ficava preso lá dentro. Eu ouvia os sons rápidos e fortes e imaginava meu Bruno cavalgando minha cunhada com força, fazendo ela levantar os joelhos do colchão à cada pressão na bunda. Eu sentia os tapas nas nádegas, cada cuspida que me molhava, cada pegada forte nos braços, na cinturinha, nos cabelos, encaracolando com os punhos. Eu podia ver as veias tensionando, forçando um jato quente e branquinho no meu corpo, como um tiro me pegando de raspão, queimando minha pele sensível dos pelinhos da xoxota até o meu queixo, arrepiando até o último pelinho do meu corpo, que estalava de prazer.
Eu me ajoelhei no chão, uma das mãos dentro das calças e os olhos fechados. Sempre tive vergonha e por isso, nunca havia feito isso. Mas eu estava com dois dedos inteiros dentro de mim, socando pra dentro tipo um bate estaca, alternando com massagens, rodando e rodando, entrando e saindo. Quando a porta abriu, eu me movimentei numa velocidade tão grande que acho que ninguém conseguiria me ver além de um borrão. Corri pro banheiro e me tranquei.
Minha cabeça latejava com a febre. Mas talvez fosse outra coisa. Eu sempre havia evitado pensar em qualquer um dos dois daquele jeito. Mas aquele dia, eu passei aquele limite antes que pudesse perceber, como uma reação natural ao tesão. Ah, eu queria gritar de dor como minha cunhada. Daquela dor quente, do atrito molhado, melado, gozado. Queria sentir minha bunda tremer com o vigor do Bruno. Mas tinha também uma vergonha, uma culpa de sentir tudo aquilo. O selo havia sido rompido, mas ainda tinha algumas barreiras no meu sentimento. O medo, a dúvida, a vergonha... Mas a sementinha do incesto já estava plantada dentro de mim e estava sendo regada pela minha primeira masturbação.
Desde que eu perdi a virgindade, me sentia mais plena. Como se ter feito sexo tivesse me tornado mulher. Mas eu ainda era uma menina, confusa, indefesa, chorando pelos sentimentos e implorando pra que alguém me salvasse e resolvesse meu dilema. Não havia aprendido nada sobre os garotos, nada! Morria de medo de alguém descobrir minha paixão pelos meus irmãos, morria! Martelei na cabeça que era safadeza minha, que eu era uma ninfomaníaca tarada que queria só fazer sexo sujo, proibido. Mas eu sabia no meu coração que aquilo podia ser um pouco verdade, mas que era alimentado pelo meu amor forte por eles. Pelos dois, igualmente.
Na minha cabeça, os dias se passavam contados por fantasias. Um dia, Diogo me comia na sala. No outro, Bruno me currava na cozinha. Mais um e Diogo me pegava na dispensa, sendo enrabada por Bruno. E em outro, os dois me penetravam ao mesmo tempo, deixando meu corpo em pedaços, minha mente em êxtase e minha alma flutuando. Eu via Diogo de manhã e o imaginava no banho, corpo suado do volei, ensaboando e misturando o cheiro de homem com cheiro de shampoo. Dai no fim de semana, um jantar na casa da minha vó e eu via Bruno e lembrava daquela tarde em que meu corpo ardia de febre e entrou em ebulição com o som da transa do meu irmão com sua mulher. E então, só com o tempo, mais uma barreira caia. A vergonha. Eu já não sentia vergonha dos meus sentimentos. Só queria me realizar.
Diogo foi o primeiro a perceber. Ele andava sem camisa em casa nos dias quentes. Às vezes, usando só um short colado do volei, marcando aquela bunda perfeita, sem esconder as pernas fortes. Me imaginava sentada no seu colo e os coices fortes que aquelas pernas me trariam, direto na buceta.
Eu estava sentada no sofá, com as pernas espalhadas, bem a vontade. Quando Diogo chegou, me pegou pelas coxas, ergueu minhas pernas e as tirou do sofá. "Falta de educação, Carol!" Mal sabia ele que eu estava arrepiada só de ele apertar minhas coxas.
Ele sentou do meu lado e eu me aproveitei, ficando agarradinha, com a cabeça deitada no peito dele, tentando ouvir seu coração. Ficamos assistindo TV e eu curti o momento, mas ele me perguntou: "Você tá carente, Carol?"
Aquilo me deixou meio... ofendida. Não. Me deixou envergonhada. Como se meu carinho fosse só para compensar a falta de um namorado. A essa altura, talvez ele e o Bruno já soubessem que João Vitor e Rafael tinham transado comigo e que nenhum dos dois sequer me ligou depois daquilo. Eu não era apaixonada por eles, mas fiquei frustrada de nenhum dos dois ter tentado namorar comigo depois.
Tentei brigar com ele, dando tapinhas. Ele só dava risada. Pra ele, deveria ser como passar uma pluma, parecia um tanque, todo durinho. Mas quando ele me deu um chega pra lá, minha mão esbarrou lá embaixo. E parecia um corrimão de titânio! Nossa, como pode ser tão...
Me surpreendi e o olhei nos olhos, ainda com a mão lá, magnetizada. Ele me olha com espanto, como se lesse minha mente e as perversidades que eu imaginei até aquele dia. Mas minha mão não queria desgrudar. Então eu esfreguei, tentando tirar aquela mão grudada com alguma mágica. Então eu senti titânio virar alguma coisa ainda mais dura. E que era ainda mais magnético que antes!
Talvez fosse o short que grudava, então, se eu colocasse a mão dentro...
"O que você tá fazendo, Carol? Tá louca?" ele falou, mansinho e tímido, como ele falava com as minhas amigas quando elas iam tietar ele. Diogo segurou meu pulso com aquelas mãos fortes e calejadas, cheias de calos de bola de volei. Mas a força dos dedos dele eram insuficientes pra força da minha mão. Ela entrou deslizando, se lambuzando de suor que escorria do tanquinho da barriguinha. Chegou no pinto bem lubrificada, escorrendo os dedos desajeitados, tentando me agarrar como se fosse uma boia em um naufrágio. Quando eu apertei, ele forçou a barriga e apertou meu pulso. Saiu um gemido abafado bem no meu ouvidinho. Aquilo me deixou louca. Tirei aquela pica pra fora e esfreguei firme. Tentei não pensar em mais nada. E quando eu olhei em seus olhos, outra barreira caiu. Ele me encarava com desejo, como João Vitor quando me agarrou. A dúvida não existia mais. Ele também me desejava.
Enquanto eu o chupava pela primeira vez, minha mente se esvaziava, eu só pensava com o coração. Diogo fechava os olhos, me permitia chupar e até me acariciava no peito, mas não podia ver meu rosto.
Tirei minha roupa e o beijei. Ele ainda resistia um pouco, talvez porque a vergonha que eu já tinha perdido ainda estava lá nele. Mas ele deve ter perdido quando eu falei bem baixinho no pé do ouvido. "Me come, vai."
Ele me colocou de quatro,empinou minha bunda e ficou um tempo com o dedo na buceta, massageando, esperando... Quando finalmente eu senti alguma coisa me cutucar, eu tremia, um terremoto correndo das coxas até os ouvidos, arrepiando minha nuca e me fazendo tremer. Quando entrou, eu engoli o grito. Fazia um tempo e eu já tinha esquecido como era.
Foram alguns minutos só, mas intensos e apaixonados. Seu jato saiu quente cruzando minhas costas, caindo no meu cabelo. Na época, eu tinha lido que o gozo do seu amado era sempre mais gostoso, mas não foi tudo isso não. Lambi um pouquinho pra experimentar e me deu um pouco de nojinho, mas engoli pra mostrar pra ele. Ele me encarou ainda assustado. "Safada..."
Depois desse dia, eu evitei ele um pouco. Não consegui quebrar a última barreira e ainda tenho medo. Medo dos meus pais, da família, da sociedade. Eu só quero poder amar ele, abraçar bem forte e beijar na frente de todo mundo, com vestido branco. Ele é meu homem ideal, os meus dois irmãos são. Mas meu sonho já foi realizado. Nós ultrapassamos o limite e já somos mais do que irmãos. Somos um amor inusitado, mas bem, beeeem verdadeiro!
Sabe, eu sempre fui criada como a princesa da casa. Meus irmão são muito mais velhos que eu e meus pais já tem idade. Então, sempre fui muito amada em casa e falava pros meus irmãos que ia casar com eles quando crescesse. Até eu entender que a sociedade não permite, eu continuava acreditando que ia casar pelo menos com um deles.
Meus irmãos são muito bonitos. Os dois são altos e o Diogo é forte, jogava volei, tem pernas fortes, bração e peitoral. O Bruno já é mais estudioso, ele tem bastante livros e eu sempre pego emprestado dele. Gosto muito de ler. Bruno não é forte que nem o Diogo, mas ele é charmoso. Minha cunhada disse que se apaixonou pelo olhar dele.
Quando eu cresci, também fiquei alta mas não que nem eles. Só que entre as meninas, eu me destacava. O Diogo me incentivava a jogar volei que nem ele, mas eu não era muito boa, só era alta mas meu peito atrapalhava muito. Diogo ria de mim, mas sempre dizia que era melhor ser peituda do que ser jogadora de volei. E eu sempre ficava imaginando se ele dizia isso porque pensava em mim, como mulher. Ele era meio tímido com as meninas, mas aquilo era meigo e minhas amigas chamavam ele de fofinho, mesmo sendo sarado. Mas comigo ele era bem safado, sempre falava de bunda, de peito.
Bruno é diferente. Ele é bem conversador, simpático, sempre diz por favor, obrigado, é atencioso. Por isso, ele sempre teve namorada, desde pequeno. Se for pra comparar, o Diogo é muito mais bonito que o Bruno, mas o Bruno é envolvente. Ele fala de um jeito que a gente começa a ficar focada nele, olhando nos olhos. E eu sempre me senti muito bem conversando com ele, ele me ouve, me entende, é meu ombro amigo.
A situação aconteceu quando eu fiquei sozinha em casa, doente. Meus pais tinham viajado e eu devia ter viajado também, com o pessoal do colégio. Mas como acordei com febre, acabei ficando em casa. Diogo cuidou de mim de manhã, me deu remédio e ficou por perto pra me ajudar. Mas ele precisava sair a tarde e então, o Bruno e minha cunhada vieram pra ficar comigo. Era fim de semana e eu fiquei até meio sem jeito de estragar a folga deles.
Doente e de cama, o jeito foi dormir. Quando acordei, era de tarde, lá pras quatro horas. A casa parecia em silêncio. Levantei para ir ao banheiro e ouvi vozes. Bruno estava no quarto que era dele e do Diogo antes dele casar. Encostei a orelha na porta e ouvi a voz da minha cunhada "Ai ai! Assim, me come!" e a cama rangendo e batendo na parede. Eu até esqueci de ir pro banheiro! Meu irmão estava fazendo sexo a uma parede de distância. Aquele pensamento me deixou quente, minha pele ficava toda arrepiada só do meu pijama esfregar. Eu apertei minhas coxas e comecei a esfregar, assim o fogo ficava preso lá dentro. Eu ouvia os sons rápidos e fortes e imaginava meu Bruno cavalgando minha cunhada com força, fazendo ela levantar os joelhos do colchão à cada pressão na bunda. Eu sentia os tapas nas nádegas, cada cuspida que me molhava, cada pegada forte nos braços, na cinturinha, nos cabelos, encaracolando com os punhos. Eu podia ver as veias tensionando, forçando um jato quente e branquinho no meu corpo, como um tiro me pegando de raspão, queimando minha pele sensível dos pelinhos da xoxota até o meu queixo, arrepiando até o último pelinho do meu corpo, que estalava de prazer.
Eu me ajoelhei no chão, uma das mãos dentro das calças e os olhos fechados. Sempre tive vergonha e por isso, nunca havia feito isso. Mas eu estava com dois dedos inteiros dentro de mim, socando pra dentro tipo um bate estaca, alternando com massagens, rodando e rodando, entrando e saindo. Quando a porta abriu, eu me movimentei numa velocidade tão grande que acho que ninguém conseguiria me ver além de um borrão. Corri pro banheiro e me tranquei.
Minha cabeça latejava com a febre. Mas talvez fosse outra coisa. Eu sempre havia evitado pensar em qualquer um dos dois daquele jeito. Mas aquele dia, eu passei aquele limite antes que pudesse perceber, como uma reação natural ao tesão. Ah, eu queria gritar de dor como minha cunhada. Daquela dor quente, do atrito molhado, melado, gozado. Queria sentir minha bunda tremer com o vigor do Bruno. Mas tinha também uma vergonha, uma culpa de sentir tudo aquilo. O selo havia sido rompido, mas ainda tinha algumas barreiras no meu sentimento. O medo, a dúvida, a vergonha... Mas a sementinha do incesto já estava plantada dentro de mim e estava sendo regada pela minha primeira masturbação.
Desde que eu perdi a virgindade, me sentia mais plena. Como se ter feito sexo tivesse me tornado mulher. Mas eu ainda era uma menina, confusa, indefesa, chorando pelos sentimentos e implorando pra que alguém me salvasse e resolvesse meu dilema. Não havia aprendido nada sobre os garotos, nada! Morria de medo de alguém descobrir minha paixão pelos meus irmãos, morria! Martelei na cabeça que era safadeza minha, que eu era uma ninfomaníaca tarada que queria só fazer sexo sujo, proibido. Mas eu sabia no meu coração que aquilo podia ser um pouco verdade, mas que era alimentado pelo meu amor forte por eles. Pelos dois, igualmente.
Na minha cabeça, os dias se passavam contados por fantasias. Um dia, Diogo me comia na sala. No outro, Bruno me currava na cozinha. Mais um e Diogo me pegava na dispensa, sendo enrabada por Bruno. E em outro, os dois me penetravam ao mesmo tempo, deixando meu corpo em pedaços, minha mente em êxtase e minha alma flutuando. Eu via Diogo de manhã e o imaginava no banho, corpo suado do volei, ensaboando e misturando o cheiro de homem com cheiro de shampoo. Dai no fim de semana, um jantar na casa da minha vó e eu via Bruno e lembrava daquela tarde em que meu corpo ardia de febre e entrou em ebulição com o som da transa do meu irmão com sua mulher. E então, só com o tempo, mais uma barreira caia. A vergonha. Eu já não sentia vergonha dos meus sentimentos. Só queria me realizar.
Diogo foi o primeiro a perceber. Ele andava sem camisa em casa nos dias quentes. Às vezes, usando só um short colado do volei, marcando aquela bunda perfeita, sem esconder as pernas fortes. Me imaginava sentada no seu colo e os coices fortes que aquelas pernas me trariam, direto na buceta.
Eu estava sentada no sofá, com as pernas espalhadas, bem a vontade. Quando Diogo chegou, me pegou pelas coxas, ergueu minhas pernas e as tirou do sofá. "Falta de educação, Carol!" Mal sabia ele que eu estava arrepiada só de ele apertar minhas coxas.
Ele sentou do meu lado e eu me aproveitei, ficando agarradinha, com a cabeça deitada no peito dele, tentando ouvir seu coração. Ficamos assistindo TV e eu curti o momento, mas ele me perguntou: "Você tá carente, Carol?"
Aquilo me deixou meio... ofendida. Não. Me deixou envergonhada. Como se meu carinho fosse só para compensar a falta de um namorado. A essa altura, talvez ele e o Bruno já soubessem que João Vitor e Rafael tinham transado comigo e que nenhum dos dois sequer me ligou depois daquilo. Eu não era apaixonada por eles, mas fiquei frustrada de nenhum dos dois ter tentado namorar comigo depois.
Tentei brigar com ele, dando tapinhas. Ele só dava risada. Pra ele, deveria ser como passar uma pluma, parecia um tanque, todo durinho. Mas quando ele me deu um chega pra lá, minha mão esbarrou lá embaixo. E parecia um corrimão de titânio! Nossa, como pode ser tão...
Me surpreendi e o olhei nos olhos, ainda com a mão lá, magnetizada. Ele me olha com espanto, como se lesse minha mente e as perversidades que eu imaginei até aquele dia. Mas minha mão não queria desgrudar. Então eu esfreguei, tentando tirar aquela mão grudada com alguma mágica. Então eu senti titânio virar alguma coisa ainda mais dura. E que era ainda mais magnético que antes!
Talvez fosse o short que grudava, então, se eu colocasse a mão dentro...
"O que você tá fazendo, Carol? Tá louca?" ele falou, mansinho e tímido, como ele falava com as minhas amigas quando elas iam tietar ele. Diogo segurou meu pulso com aquelas mãos fortes e calejadas, cheias de calos de bola de volei. Mas a força dos dedos dele eram insuficientes pra força da minha mão. Ela entrou deslizando, se lambuzando de suor que escorria do tanquinho da barriguinha. Chegou no pinto bem lubrificada, escorrendo os dedos desajeitados, tentando me agarrar como se fosse uma boia em um naufrágio. Quando eu apertei, ele forçou a barriga e apertou meu pulso. Saiu um gemido abafado bem no meu ouvidinho. Aquilo me deixou louca. Tirei aquela pica pra fora e esfreguei firme. Tentei não pensar em mais nada. E quando eu olhei em seus olhos, outra barreira caiu. Ele me encarava com desejo, como João Vitor quando me agarrou. A dúvida não existia mais. Ele também me desejava.
Enquanto eu o chupava pela primeira vez, minha mente se esvaziava, eu só pensava com o coração. Diogo fechava os olhos, me permitia chupar e até me acariciava no peito, mas não podia ver meu rosto.
Tirei minha roupa e o beijei. Ele ainda resistia um pouco, talvez porque a vergonha que eu já tinha perdido ainda estava lá nele. Mas ele deve ter perdido quando eu falei bem baixinho no pé do ouvido. "Me come, vai."
Ele me colocou de quatro,empinou minha bunda e ficou um tempo com o dedo na buceta, massageando, esperando... Quando finalmente eu senti alguma coisa me cutucar, eu tremia, um terremoto correndo das coxas até os ouvidos, arrepiando minha nuca e me fazendo tremer. Quando entrou, eu engoli o grito. Fazia um tempo e eu já tinha esquecido como era.
Foram alguns minutos só, mas intensos e apaixonados. Seu jato saiu quente cruzando minhas costas, caindo no meu cabelo. Na época, eu tinha lido que o gozo do seu amado era sempre mais gostoso, mas não foi tudo isso não. Lambi um pouquinho pra experimentar e me deu um pouco de nojinho, mas engoli pra mostrar pra ele. Ele me encarou ainda assustado. "Safada..."
Depois desse dia, eu evitei ele um pouco. Não consegui quebrar a última barreira e ainda tenho medo. Medo dos meus pais, da família, da sociedade. Eu só quero poder amar ele, abraçar bem forte e beijar na frente de todo mundo, com vestido branco. Ele é meu homem ideal, os meus dois irmãos são. Mas meu sonho já foi realizado. Nós ultrapassamos o limite e já somos mais do que irmãos. Somos um amor inusitado, mas bem, beeeem verdadeiro!
E-mail= sweetcarolpassiva@gmail.com
sábado, 4 de maio de 2013
Gente, transei com o meu irmão, socorro, e agora, o que devo fazer? Preciso de ajuda?
Aconteceu quase agora, eu tava postando umas fotos pelo meu celular na frente da TV porque a internet do meu pc tava muito lenta, aí dia de segunda, quarta e sexta meu irmão vai jogar a tarde no martinez e chega a noitinha, daí ele chegou eu tava na frente da TV de sutiã, ele tomou um banho e já entrou no quarto sem nada, eles pôs uma cueca e ele sentou do meu lado, ficou me alisando, isso sempre foi normal entre a gente, trocar de roupa, até cueca ou calcinha mas nunca pelado, só que a gente brinca muito, se abraça, somos MUITOS ligados. Isso ele me alisando eu já comecei a ficar excitada aí ele disse TE QUERO passando a mão nas minhas costas e pegou minha mão e botou lá, aí eu peguei e alisei e ele tirou pra fora e falou VAMOS? aí foi tirando meu sutiã e pediu pra eu chupar, eu fiz. Eu fiquei louca, meu irmão é muito lindo, não é porque é meu irmão, mas é daqueles meninos que as meninas ficam louca, sabe? Então, aí eu chupei um pouco depois ele pediu pra tirar a roupa, não dava pra pensar em mais nada, que tínhamos nenhum laço na hora do tesão, é inexplicável, você só quer fazer e acabou... aí eu já louca tirei a roupa e ele me penetrou até gozar, depois ele desceu com a língua e me chupou lá, depois que aconteceu, ele disse que sempre esperou por esse momento, depois que eu tinha começado a malhar eu tinha ficado gostosa e ele tinha passado a me ver com outros olhos, enfim.. foi MUITO gostoso, a melhor experiência da minha vida, mas é muito louco. Depois conversamos e entramos num consenso de fazermos sexo sempre. Detalhe, eu tenho 18, ele 22. Moramos com os nossos pais, mas a nossa mãe trabalha o dia todo junto do pai. Será que isso compromete a gente? Eu estou gamada no gostoso do meu irmão. Ele acabou de sair com um amigo e eu já estou sentindo falta dele e não paro de pensar no nosso momento louco. Eu quero mais e tenho certeza que ele quer também. Diga-se de passagem, já estou excitada escrevendo isso. Mas, o que vocês acham? Você já tiveram essa vontade? Eu não ligo se nos acham loucos, mas que o meu irmão f*ode gosto, ele f*ode
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Um irmão muito especial.
Meu nome é Carla, e desde adolescente passei a gostar de praticar esportes; principalmente jogar vôlei por ser alta. Meu irmão Milton que também sempre gostou de Vôlei e que jogava num time semiprofissional de nossa cidade (patrocinado e treinado pela faculdade), foi quem mais me incentivou. Ele com 26 anos (1,95 mts) e já formado, continuou a ser atleta do time da faculdade; e eu, com 19 e 1,85 mts, logo no primeiro semestre da minha entrada na faculdade também fui pro time feminino. Era normal ir sempre ver meu irmão jogar, e ele também ir torcer por mim quando eu jogava... Era normal também, ele me dar algumas broncas quando eu jogava mal... Tínhamos uma cumplicidade muito grande por causa dessa nossa paixão pelo esporte. Faltava um mês mais ou menos pra chegar as férias, meus pais já providenciavam uma viagem por mais de um mês pela Europa. Eu junto com meu namorado, programávamos com mais três casais de amigos, irmos passar alguns dias numa praia em Angra dos Reis (casa alugada). Soube também, que meu irmão pretendia ir com sua noiva visitar alguns parentes em Minas Gerais. Era o último jogo do ano, final de campeonato e ficamos sendo vice... Mas o pior do jogo, foi que dei uma pisada na bola torcendo o pé que inchou na hora e uma dor horrível no joelho (tudo na perna direita). Fui parar no hospital e de lá, acabei saindo com a perna engessada até o meio das coxas... Tinha deslocado a rótula do joelho, e trincado um osso no calcanhar. Estava vendo minhas férias ir pro baleléu, e também fiquei preocupada por saber que poderia até atrapalhar o passeio dos meus pais. Menos mal, foi quando ouvi o médico dizer que se eu fizesse repouso absoluto, poderia tirar o gesso em 15 dias... Fazendo um pequeno cálculo, percebi que naqueles 15 dias ficaria apenas 10 dias sem meus pais e só perderia 5 das minhas férias. Já em casa, uma tia que morava a duas quadras, combinou com minha mãe de passar aqueles dias comigo. Mesmo usando uma muleta, meu problema era ir ao banheiro e tomar banho... Passei a usar um enorme saco plástico pra amarrar sobre o gesso. Meu irmão, todos os dias antes de sair de casa, passava no meu quarto pra ver como eu estava e me dar um beijo. Meus pais viajaram, e tia Lena veio trazendo uma pequena mala com suas roupas. Só tinha conversado com meu namorado por telefone, e foi pelo telefone, que ele me comunicou que tinha decidido acompanhar os amigos a praia dali a três dias (primeiro dia das férias)... Senti uma decepção e uma agonia tão grande, que fiquei o dia todo pensando naqueles seis meses em que estávamos namorando. Como o combinado era pra sermos 4 casais, imaginei logo que o filho da puta devia levar alguém (mulher) com ele. Entristecida, só pensava em chegar o dia pra tirar aquele gesso e ver como eu poderia aproveitar o restante das férias que iria me sobrar; +- uns 20 dias. Mas como ter azar parecia ser minha sina, tia Lena; que tinha ido até sua casa, me ligou dizendo que seu filho (meu primo de 15 anos) estava com muita febre e ela ia ter que levá-lo ao médico. Devia ser umas 9 horas da manhã, e foi justamente quando eu estava com vontade de fazer xixi e aguardava minha tia pra me ajudar a chegar até o banheiro. Me ajeitei ficando sentada na beirada da cama, e com a muleta me preparava pra levantar quando Milton entrou no meu quarto... Ele rapidamente veio me dar apoio, e sem ter outra opção pedi pra que ele me ajudasse a chegar até o banheiro. Ele ficou do lado de fora e também me ajudou a voltar pra cama. Eu que praticamente ficava o dia inteiro na cama por causa do gesso, só vestia camisola e por ser difícil de tirar, também ficava sem calcinha. Sentei na cama, e Milton ao me ajudar a colocar as pernas pra cima, a camisola escorregou deixando meu irmão olhar pra minha periquita. Ele agiu naturalmente colocando a camisola pra baixo pra cobrir minha vergonha... Rsrsrsrsrsrs. Milton saindo de férias do serviço passou a ficar mais tempo em casa e dar algumas horas de folga pra minha tia cuidar da sua própria casa; ficando comigo. Não tinha mais vergonha dele me acompanhar até o banheiro (ficando sempre do lado de fora, é claro) e me ajudar a deitar novamente; passei a ter mais cuidado pra ele não ver a minha perseguida novamente. Só fiquei sabendo que ele não ia mais pra Minas, quando ele foi me levar ao hospital pra tirar o gesso; só não falou do motivo. Também falei pra ele sobre minha decepção com meu namorado que já estava na praia provavelmente com outra garota. Feliz por ter tirado o gesso, acabei chorando quando o Médico ao examinar novas chapas, me falou que eu teria que continuar usando; somente no pé, uma pequena bota ortopédica, e que, a articulação do meu joelho ainda demoraria a voltar ao normal... Somente fazendo exercícios, mas que não poderia forçar o joelho. Na volta pra casa, Milton dizendo que estávamos na mesma situação; sem acompanhante para as férias, me contou que ele ainda tinha três opções: duas delas ele poderia fazer passeios, mas sozinho; mas que uma, ele poderia levar alguém com ele. Eu ainda muito triste, fui perguntar somente pra dar um pouco de atenção pro meu irmão.
- Pra onde Milton; e com quem?
- Ué mana, poderíamos ir nós dois pra Cabo Frio.
Tínhamos (meus pais) um pequeno apartamento em Cabo Frio. Eu sentada no banco de trás do carro pra manter minha perna esticada, calculei a dificuldade que teria ainda pra me vestir, e pior ainda, pra ir até a praia. A idéia de Milton era comprar duas botas ortopédicas; sendo uma pra usar somente na areia da praia. Fiquei calada até chegarmos em casa, pois fui analisando os prós e contras e acabei chegando a conclusão de que eu só teria aquela oportunidade pra não ficar enfurnada dentro de casa... As dificuldades eu deixaria pra resolver lá, e quando acontecesse. Milton pareceu ficar feliz quando disse que topava. Rapidamente ele ligou pro síndico do prédio, que tinha uma cópia da chave, pra ele pedir a esposa (que ganhava um extra) fazer uma faxina no AP que iríamos pra lá, dali dois dias. Dois dias, já dobrava a perna o suficiente pra ir sentada no banco da frente. Chegamos ainda na parte da manhã, e a tarde, fui me vestir pra irmos até a praia... Seria minha prova de fogo. Levei quase dez minutos só pra conseguir colocar a parte de baixo do biquíni... Tive que fazer malabarismo deitada na cama. De bota e muleta, levei também um tempão pra conseguir chegar na beira do mar e ficar sentada numa cadeira e com um guarda sol aberto pra fazer sombra. Milton era extremamente carinhoso comigo, não me deixando muito tempo sozinha... Ele entrava na água somente pra molhar o corpo e voltava pra sentar do meu lado e ficar tentando me animar. Mar calmo, Milton após tirar a bota do meu pé, me fez agarrar no seu pescoço e pulando com uma perna só entrar com ele até ter água batendo na minha cintura. Pra mim, foi a glória poder sentir o frescor da água no meu corpo. Pra poder molhar todo meu corpo, Milton me fez reclinar pra trás e ele praticamente me pegar no colo... Adorei sentir aquele contato com meu irmão. A noite, mesmo sendo perto, ele me levou de carro pra irmos jantar... Milton se preocupava pra que eu não forçasse meu pé e nem meu joelho. Acordamos, fizemos um lanche e quando ia pro quarto pra colocar o biquíni, pedi pra ele ter um pouco de paciência que eu ia demorar um pouco pra me vestir devido minha dificuldade. Foi quando ele naturalmente:
- Se quiser eu posso te ajudar.
Recusei agradecendo... Mas a merda, é que realmente se eu tivesse uma pequena ajuda poderia ser bem menos desgastante pra mim. Fui até a porta e chamei meu irmão. Mas antes de abrir totalmente a porta, pedi pra ele fechar os olhos antes de entrar... Milton entrou rindo como se realmente fosse cego com os braços esticados. Coloquei na sua mão o biquíni e pedi pra ele só abaixar quase até o chão pra eu colocar a perna. Tirei a toalha que usava na cintura, e só vestida com a parte de cima, coloquei minhas mãos nos ombros de Milton preparando primeiro a perna direita. Coloquei uma e depois a outra e o próprio Milton foi suspendendo até chegar o biquíni no lugar. Ele de pé ainda segurando as laterais do biquíni, abrindo um largo sorriso.
- Hahahahaha... Já posso abrir os olhos?
- Safado; você olhou não foi?
- Hahahahaha... Só um pouquinho de nada.
Eu fingindo estar com raiva.
- Cachorro sem vergonha!
Milton me puxou me dando um abraço daqueles de urso.
- Vamos combinar uma coisa, nada de frescura um com o outro, ok?
Entendi seu recado, mas na hora não dei bola. Fomos pra praia e Milton me proporcionou algumas horas de muito prazer me levando pra água e sempre me segurando... Quem nos visse, era certo que imaginava sermos namorados; nunca irmãos. Na volta, entramos no AP pela porta da área onde tinha um pequeno banheiro pra se tomar banho antes de entrar (pra tirar areia do corpo), e Milton com aquele seu sorriso maroto.
- Se quiser, posso ajudar você a tirar o biquíni; quer?
Primeiro olhei pra cara dele, e analisando que o mundo lá fora de todo jeito ia continuar girando, fiquei de costas pra ele (já dentro do banheiro) e pedi pra ele descer somente a parte de baixo. Milton, delicadamente foi abaixando até passar pelas minhas pernas.
- Seu bumbum tá com muita areia.
E ele, passou sua mão pelas minhas nádegas várias vezes tanto leves tapinhas (que delícia)... Senti algo totalmente diferente de um simples toque na minha bunda; foi tão prazeroso que resolvi virar de frente pra ele e o empurrando delicadamente.
- Muito obrigada meu irmão; mas agora pode sair.
Ele empacando na minha frente (sempre sorrindo).
- Falta tirar a bota!...
Caramba, realmente eu estava tão eufórica que tinha esquecido da bota. Milton, sem esperar que eu falasse alguma coisa, foi abaixando na minha frente passando com a cara com os olhos arregalados na frente da minha xoxota, e tirou a bota.
- Pronto Carla; agora você pode abrir o chuveiro.
Eu nua com ele ali parado na minha frente fui sentindo um tesão tão grande que simplesmente tirei a parte de cima deixando meus peitos pra ele ficar olhando. Um clique na minha cabeça me fez pensar que ele também devia estar com tesão... Eu com meus 1,85 mt. e 70 kg. sabia que tinha um corpo bonito: peitos pequenos e durinhos, bumbum médio e redondinho, cintura fina e coxas grossas. Procurei observar e notei que mesmo ele usando um bermudão por cima da sunga, tinha um volume alto na sua virilha. Quando ele foi saindo do banheiro, por pouco não pedi pra ele ficar... Mas o tabu do incesto me fez ficar quieta. Íamos sair de carro pra almoçarmos num restaurante, e ao separar algumas roupas pra me vestir, e sabendo que eu poderia contar com a ajuda do meu irmão, achei melhor usar um shortinho com uma blusa ao invés de vestido... Separei também uma calcinha pra lá de safadinha: vermelha e bastante transparente. Totalmente nua, abri a porta do quarto e chamei meu irmão pra me ajudar... Nem sei de onde tirei tamanha cara de pau pra fazer aquilo. Milton entrou, e quando lhe dei a calcinha na sua mão.
- Primeiro você vai ter que me dar um abraço.
- Mas eu estou nua, Milton!
- Mas é assim mesmo que eu quero! - ele me respondeu.
Aquela sensação gostosa de estar ali daquele jeito com meu irmão foi crescendo. Ele me deu um arroxo acariciando minhas costas com suas mãos e olhando pro meu rosto.
- Você é uma mulher incrível minha irmã; estou quase perdendo a cabeça.
Meu tesão era tão grande que sentia minha xoxota latejando. Dei-lhe vários beijos no rosto.
- Eu também; eu também... Mas não podemos passar disso.
Ele descendo as mãos e passando-as na minha bunda.
- Um beijinho na boca pode?
- O quê????
Milton segurando por trás do meu pescoço, me lascou um beijo na boca tão forte que minhas pernas bambearam. Dois passos pra trás, ele foi me fazendo deitar de costas na cama e após apalpar meus dois peitos com as mãos, veio com a boca e começou a chupar... Eu ainda tentava resistir aquele meu tesão, mas quando ele desceu e deu uma passada de língua na minha racha, me senti no paraíso... Milton lambeu tão gostoso minha buceta que acabei entregando os pontos; acabei pedindo.
- Tire a roupa e deita aqui comigo.
Fiquei olhando ele tirar a camiseta e a bermuda... Quando ele desceu a cueca e aquele pauzão deu um pulo pra frente, resolvi esquecer de tudo e de todos... Ia ser somente eu e meu irmão em cima daquela cama. Milton deitou do meu lado beijando minha boca e apalpando meu peito... Minha temperatura tinha chegado ao limite; não deu tempo nem pra escolher as palavras.
- Vem meter na minha buceta; vem!!!.
Milton entrou no meio das minhas pernas e atolou até o cabo aquela deliciosa pica em mim. Eu que tinha no sexo apenas aquela obrigação de ter que transar com o namorado, com meu irmão, simplesmente eu estava eufórica e cada vez com mais tesão. Ele olhando pra meu rosto e dando as primeiras socadas.
- Fique calma que não vou gozar dentro, ok?
Mais algumas socadas, eu estava gemendo e levantando mais minhas pernas pra ele conseguir me foder com mais força.
- Vai meu irmão, vai... Não para que já vou gozar.
Ele puxando até a cabeça do seu pau chegar na portinha da minha buceta e entrar novamente até o fundo.
- Goza minha irmã, goza que eu também estou quase gozando...
- Já gozei, já gozei. - gritei um pouco preocupada.
Ele tirou e ajoelhado entre minhas pernas segurando seu enorme pau, fez espirrar porra que chegou até o meu pescoço, peitos e barriga.
Depois que voltamos do restaurante, descansamos, e antes dele me ajudar a vestir, novamente me deu uma deliciosa trepada que fiquei toda mole sobre a cama e novamente toda lambuzada de porra.
Estávamos dentro da água com ele sempre me segurando, quando começou a me beijar na boca... Meu medo era de algum conhecido nos pegar naquela; mas era justamente aquele medo que fazia subir minha adrenalina e o meu tesão. Enfiei minha mão por dentro da sua sunga, e segurando seu pau que estava meio duro e meio mole.
- Vamos embora meu irmão; vamos que eu quero esse pau todinho pra mim.
Tomamos o banho e fomos pra sala sem nos preocupar com alguma roupa. Sentei no sofá e puxando Milton pra perto de mim, olhei bastante pro seu pau duro e acariciando deste a cabeça até o saco coloquei um bom pedaço na minha boca e dei uma chupada com bastante pressão. Eu ainda chupava quando ele fazendo carinho nos meus cabelos.
- Deixa colocar na sua bundinha, deixa?
Quando fiquei de quatro sobre o sofá com o meu traseiro virado pra fora, Milton debruçou sobre minha bunda e começou a passar a língua bem sobre meu ânus como se quisesse enfiar a ponta pra dentro... Meu irmão sabia fazer uma boa sacanagem com uma mulher. Mas foi quando ele depois de molhar com sua saliva a ponta do seu pinto e vir colocando-o bem sobre o alvo; segurei firme no encosto do sofá, pois sabia que não ia ser fácil... Nunca tinha deixado meu namorado me comer por trás. Quando senti entrando a cabeça e alguns centímetros, gritei e arregalei os olhos sendo arrombada pelo pauzão (ainda bem que não era muito grosso) do meu delicioso irmãozinho. Milton socou no meu rabo por mais de 5 minutos antes de me encher com seu líquido quente... Naquele dia dormi com o rabo todo ardido. Ficamos lá por mais 5 dias, com Milton me comendo de manhã, a tarde e também a noite. Voltamos pra casa e sem nossos pais, continuamos naquela rotina: pau na bunda, pau na boca, boca na buceta e principalmente pau socando gostoso na buceta. Tive um enorme prazer, quando a companhia de casa tocou e fui atender dando de cara com meu namorado... Ele ficou me olhando de cima em baixo percebendo (estava de shortinho bem curto) que eu estava bem bronzeada. Eli mesmo na varanda, o impedi de me dar um abraço.
- A fila andou meu camarada, vai cuidar da sua vida com quem você levou pra praia, que eu vou cuidar da minha, ok?
Batemos boca, com ele tentando justificar der-me deixado achando que eu ia ficar esperando dentro de casa. Eu ver Milton aparecendo na janela (deve ter ouvido a discussão), me senti mais a vontade pra soltar que eu também tinha ido pra praia com uma pessoa muito especial. Depois que meu pais voltaram, Milton que estava terminando de montar um apartamento pra ele e pra noiva, passou a me levar pra lá, pra ficarmos bem mais a vontade.
- Pra onde Milton; e com quem?
- Ué mana, poderíamos ir nós dois pra Cabo Frio.
Tínhamos (meus pais) um pequeno apartamento em Cabo Frio. Eu sentada no banco de trás do carro pra manter minha perna esticada, calculei a dificuldade que teria ainda pra me vestir, e pior ainda, pra ir até a praia. A idéia de Milton era comprar duas botas ortopédicas; sendo uma pra usar somente na areia da praia. Fiquei calada até chegarmos em casa, pois fui analisando os prós e contras e acabei chegando a conclusão de que eu só teria aquela oportunidade pra não ficar enfurnada dentro de casa... As dificuldades eu deixaria pra resolver lá, e quando acontecesse. Milton pareceu ficar feliz quando disse que topava. Rapidamente ele ligou pro síndico do prédio, que tinha uma cópia da chave, pra ele pedir a esposa (que ganhava um extra) fazer uma faxina no AP que iríamos pra lá, dali dois dias. Dois dias, já dobrava a perna o suficiente pra ir sentada no banco da frente. Chegamos ainda na parte da manhã, e a tarde, fui me vestir pra irmos até a praia... Seria minha prova de fogo. Levei quase dez minutos só pra conseguir colocar a parte de baixo do biquíni... Tive que fazer malabarismo deitada na cama. De bota e muleta, levei também um tempão pra conseguir chegar na beira do mar e ficar sentada numa cadeira e com um guarda sol aberto pra fazer sombra. Milton era extremamente carinhoso comigo, não me deixando muito tempo sozinha... Ele entrava na água somente pra molhar o corpo e voltava pra sentar do meu lado e ficar tentando me animar. Mar calmo, Milton após tirar a bota do meu pé, me fez agarrar no seu pescoço e pulando com uma perna só entrar com ele até ter água batendo na minha cintura. Pra mim, foi a glória poder sentir o frescor da água no meu corpo. Pra poder molhar todo meu corpo, Milton me fez reclinar pra trás e ele praticamente me pegar no colo... Adorei sentir aquele contato com meu irmão. A noite, mesmo sendo perto, ele me levou de carro pra irmos jantar... Milton se preocupava pra que eu não forçasse meu pé e nem meu joelho. Acordamos, fizemos um lanche e quando ia pro quarto pra colocar o biquíni, pedi pra ele ter um pouco de paciência que eu ia demorar um pouco pra me vestir devido minha dificuldade. Foi quando ele naturalmente:
- Se quiser eu posso te ajudar.
Recusei agradecendo... Mas a merda, é que realmente se eu tivesse uma pequena ajuda poderia ser bem menos desgastante pra mim. Fui até a porta e chamei meu irmão. Mas antes de abrir totalmente a porta, pedi pra ele fechar os olhos antes de entrar... Milton entrou rindo como se realmente fosse cego com os braços esticados. Coloquei na sua mão o biquíni e pedi pra ele só abaixar quase até o chão pra eu colocar a perna. Tirei a toalha que usava na cintura, e só vestida com a parte de cima, coloquei minhas mãos nos ombros de Milton preparando primeiro a perna direita. Coloquei uma e depois a outra e o próprio Milton foi suspendendo até chegar o biquíni no lugar. Ele de pé ainda segurando as laterais do biquíni, abrindo um largo sorriso.
- Hahahahaha... Já posso abrir os olhos?
- Safado; você olhou não foi?
- Hahahahaha... Só um pouquinho de nada.
Eu fingindo estar com raiva.
- Cachorro sem vergonha!
Milton me puxou me dando um abraço daqueles de urso.
- Vamos combinar uma coisa, nada de frescura um com o outro, ok?
Entendi seu recado, mas na hora não dei bola. Fomos pra praia e Milton me proporcionou algumas horas de muito prazer me levando pra água e sempre me segurando... Quem nos visse, era certo que imaginava sermos namorados; nunca irmãos. Na volta, entramos no AP pela porta da área onde tinha um pequeno banheiro pra se tomar banho antes de entrar (pra tirar areia do corpo), e Milton com aquele seu sorriso maroto.
- Se quiser, posso ajudar você a tirar o biquíni; quer?
Primeiro olhei pra cara dele, e analisando que o mundo lá fora de todo jeito ia continuar girando, fiquei de costas pra ele (já dentro do banheiro) e pedi pra ele descer somente a parte de baixo. Milton, delicadamente foi abaixando até passar pelas minhas pernas.
- Seu bumbum tá com muita areia.
E ele, passou sua mão pelas minhas nádegas várias vezes tanto leves tapinhas (que delícia)... Senti algo totalmente diferente de um simples toque na minha bunda; foi tão prazeroso que resolvi virar de frente pra ele e o empurrando delicadamente.
- Muito obrigada meu irmão; mas agora pode sair.
Ele empacando na minha frente (sempre sorrindo).
- Falta tirar a bota!...
Caramba, realmente eu estava tão eufórica que tinha esquecido da bota. Milton, sem esperar que eu falasse alguma coisa, foi abaixando na minha frente passando com a cara com os olhos arregalados na frente da minha xoxota, e tirou a bota.
- Pronto Carla; agora você pode abrir o chuveiro.
Eu nua com ele ali parado na minha frente fui sentindo um tesão tão grande que simplesmente tirei a parte de cima deixando meus peitos pra ele ficar olhando. Um clique na minha cabeça me fez pensar que ele também devia estar com tesão... Eu com meus 1,85 mt. e 70 kg. sabia que tinha um corpo bonito: peitos pequenos e durinhos, bumbum médio e redondinho, cintura fina e coxas grossas. Procurei observar e notei que mesmo ele usando um bermudão por cima da sunga, tinha um volume alto na sua virilha. Quando ele foi saindo do banheiro, por pouco não pedi pra ele ficar... Mas o tabu do incesto me fez ficar quieta. Íamos sair de carro pra almoçarmos num restaurante, e ao separar algumas roupas pra me vestir, e sabendo que eu poderia contar com a ajuda do meu irmão, achei melhor usar um shortinho com uma blusa ao invés de vestido... Separei também uma calcinha pra lá de safadinha: vermelha e bastante transparente. Totalmente nua, abri a porta do quarto e chamei meu irmão pra me ajudar... Nem sei de onde tirei tamanha cara de pau pra fazer aquilo. Milton entrou, e quando lhe dei a calcinha na sua mão.
- Primeiro você vai ter que me dar um abraço.
- Mas eu estou nua, Milton!
- Mas é assim mesmo que eu quero! - ele me respondeu.
Aquela sensação gostosa de estar ali daquele jeito com meu irmão foi crescendo. Ele me deu um arroxo acariciando minhas costas com suas mãos e olhando pro meu rosto.
- Você é uma mulher incrível minha irmã; estou quase perdendo a cabeça.
Meu tesão era tão grande que sentia minha xoxota latejando. Dei-lhe vários beijos no rosto.
- Eu também; eu também... Mas não podemos passar disso.
Ele descendo as mãos e passando-as na minha bunda.
- Um beijinho na boca pode?
- O quê????
Milton segurando por trás do meu pescoço, me lascou um beijo na boca tão forte que minhas pernas bambearam. Dois passos pra trás, ele foi me fazendo deitar de costas na cama e após apalpar meus dois peitos com as mãos, veio com a boca e começou a chupar... Eu ainda tentava resistir aquele meu tesão, mas quando ele desceu e deu uma passada de língua na minha racha, me senti no paraíso... Milton lambeu tão gostoso minha buceta que acabei entregando os pontos; acabei pedindo.
- Tire a roupa e deita aqui comigo.
Fiquei olhando ele tirar a camiseta e a bermuda... Quando ele desceu a cueca e aquele pauzão deu um pulo pra frente, resolvi esquecer de tudo e de todos... Ia ser somente eu e meu irmão em cima daquela cama. Milton deitou do meu lado beijando minha boca e apalpando meu peito... Minha temperatura tinha chegado ao limite; não deu tempo nem pra escolher as palavras.
- Vem meter na minha buceta; vem!!!.
Milton entrou no meio das minhas pernas e atolou até o cabo aquela deliciosa pica em mim. Eu que tinha no sexo apenas aquela obrigação de ter que transar com o namorado, com meu irmão, simplesmente eu estava eufórica e cada vez com mais tesão. Ele olhando pra meu rosto e dando as primeiras socadas.
- Fique calma que não vou gozar dentro, ok?
Mais algumas socadas, eu estava gemendo e levantando mais minhas pernas pra ele conseguir me foder com mais força.
- Vai meu irmão, vai... Não para que já vou gozar.
Ele puxando até a cabeça do seu pau chegar na portinha da minha buceta e entrar novamente até o fundo.
- Goza minha irmã, goza que eu também estou quase gozando...
- Já gozei, já gozei. - gritei um pouco preocupada.
Ele tirou e ajoelhado entre minhas pernas segurando seu enorme pau, fez espirrar porra que chegou até o meu pescoço, peitos e barriga.
Depois que voltamos do restaurante, descansamos, e antes dele me ajudar a vestir, novamente me deu uma deliciosa trepada que fiquei toda mole sobre a cama e novamente toda lambuzada de porra.
Estávamos dentro da água com ele sempre me segurando, quando começou a me beijar na boca... Meu medo era de algum conhecido nos pegar naquela; mas era justamente aquele medo que fazia subir minha adrenalina e o meu tesão. Enfiei minha mão por dentro da sua sunga, e segurando seu pau que estava meio duro e meio mole.
- Vamos embora meu irmão; vamos que eu quero esse pau todinho pra mim.
Tomamos o banho e fomos pra sala sem nos preocupar com alguma roupa. Sentei no sofá e puxando Milton pra perto de mim, olhei bastante pro seu pau duro e acariciando deste a cabeça até o saco coloquei um bom pedaço na minha boca e dei uma chupada com bastante pressão. Eu ainda chupava quando ele fazendo carinho nos meus cabelos.
- Deixa colocar na sua bundinha, deixa?
Quando fiquei de quatro sobre o sofá com o meu traseiro virado pra fora, Milton debruçou sobre minha bunda e começou a passar a língua bem sobre meu ânus como se quisesse enfiar a ponta pra dentro... Meu irmão sabia fazer uma boa sacanagem com uma mulher. Mas foi quando ele depois de molhar com sua saliva a ponta do seu pinto e vir colocando-o bem sobre o alvo; segurei firme no encosto do sofá, pois sabia que não ia ser fácil... Nunca tinha deixado meu namorado me comer por trás. Quando senti entrando a cabeça e alguns centímetros, gritei e arregalei os olhos sendo arrombada pelo pauzão (ainda bem que não era muito grosso) do meu delicioso irmãozinho. Milton socou no meu rabo por mais de 5 minutos antes de me encher com seu líquido quente... Naquele dia dormi com o rabo todo ardido. Ficamos lá por mais 5 dias, com Milton me comendo de manhã, a tarde e também a noite. Voltamos pra casa e sem nossos pais, continuamos naquela rotina: pau na bunda, pau na boca, boca na buceta e principalmente pau socando gostoso na buceta. Tive um enorme prazer, quando a companhia de casa tocou e fui atender dando de cara com meu namorado... Ele ficou me olhando de cima em baixo percebendo (estava de shortinho bem curto) que eu estava bem bronzeada. Eli mesmo na varanda, o impedi de me dar um abraço.
- A fila andou meu camarada, vai cuidar da sua vida com quem você levou pra praia, que eu vou cuidar da minha, ok?
Batemos boca, com ele tentando justificar der-me deixado achando que eu ia ficar esperando dentro de casa. Eu ver Milton aparecendo na janela (deve ter ouvido a discussão), me senti mais a vontade pra soltar que eu também tinha ido pra praia com uma pessoa muito especial. Depois que meu pais voltaram, Milton que estava terminando de montar um apartamento pra ele e pra noiva, passou a me levar pra lá, pra ficarmos bem mais a vontade.
sábado, 20 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
Sem querer ? ( Recomendado )
Ola amigos!
Oque vou contar agora é uma estória real, que aconteceu comigo na adolecência,
até bem pouco tempo atraz.
Hoje tenho 28 anos, sou solteiro e moro sozinho.
Tudo começou quando tinha 9 anos, minha irmã sofreu uma tentativa de estupro na minha frente, por um vizinho da nossa casa, ação na qual eu sofri duas cirurgias na cabeça, por uma pancada que ele me deu com o cabo de uma faca.
Mas consegui livrar minha irmã daquele desgraçado com uma panela de agua fervendo que estava no fogão, tambem me queimei minha irmã se queimou um pouco mas ele ficou sem pele nas costas.
Ele foi preso na época e depois acabou morrendo na cadeia.
Aquilo deixou marcas, traumas, e todo o tipo de medo que possa esistir.
Mas alguns anos depois as coisas foram voltando ao normal, pois não esiste remedio melhor que o tempo para curar qualquer coisa.
Nossos pais haviam se separado, e minha mãe vendeu a nossa casa, pra começar uma vida nova, eu éla e minha irmã .
Ela comprou uma casa menor que a que tinhamos, com apenas dois quartos,
ela ficou com o maior , e nos dois com o menor.
Ficou meio apertado mas estava bom, minha irmã achou bom pois ela tinha medo de dormir sozinha, e assim unia o útil ao agradavel.
Eu na hora não achei muito legal não, pois gostava da minha privacidade.
Esqueci de dizer uma coisa, na época do estupro eu tinha 9 e minha irmã 13 anos.
Nessa época eu ja tinha 13 anos e minha irmã 17.
Eu estava entrando na adolecência, começando a descobrir as coisas, tipo como punheta, resvista de mulher pelada etc…
E para mim como para todos nessa idade tudo é novidade.
Nos fomos criados sem muita frescura, nos trocava-mos um na frente do outro sem problema nenhum até que…
Eu nunca tinha reparado na minha irmã, no seu corpo em nada, nunca olhei pra éla antes com malícia ou coisa parecida.
Mas numa noite, eu estava com muita tesão “coisa de moleque” louco pra bater aquela punhetinha, minha irmã sai do banho e vem se trocar no quarto,
e foi ali que pela primeira vez senti tesão nela.
Quando éla tirou a toalha que estava enrolada, e eu olhei aquela bunda perfeitinha, aquele cabelo molhado e aqueles seios durinhos ,fiquei louco de tesão.
Mas é claro que não deixei ela perceber, disfarcei e me cobri com o lençol, e fiquei só com os olhos de fora, pra continuar olhando.
Ela passou um creme no corpo, colocou uma calcinha, e sentou na cama dela pra secar os cabelos, e eu ali delirando de tesão pela minha irmã, mesmo sabendo que éra errado, aquilo éra mais forte doque eu.
Daquela noite em diante não pensava em outra coisa, a não ser chegar a noite pra poder ver éla peladinha outra vez, e depois ir pro chuveiro e me acabar na punheta.
E foi passando o tempo, e eu tinha cada vez mais tesão nela, ate que numa noite, estava muito quente, eu acordei com sede e fui até a cosinha beber água,
havia claridade no nosso quarto pela luz da rua, e eu vi bem de perto aquela bunda linda e gostosa, ali viradinha pra cima, com uma calcinha minuscula enfiada nela.
Fiquei quase louco, fui ate a cosinha beber água, minhas mãos tremiam de tanta tesão, voltei então pro quarto, sentei na minha cama e fiquei olhando, louco pra lamber aquela bumda todinha, e resolvi então tentar, fui cuidadosamente até a cama dela, e coloquei a mão, nossa meu pau parecia que iria esplodir de tesão, me abaichei e fui dando leves beijos e passando a lingua por toda ela, bem devagar é claro.
Resolvi então bater uma punheta em cima dela, tirei o pau pra fora e comecei a me mastubar, foi bem rapido eu estava com muita tesão, so que no meio do meu gozo minha irmã acordou, e rapidamente acendeu a luz do abajur que estava ao lado dela, e me pegou ali, com o pau na mão, ainda pingando porra.
Ela me olhou, olhou pro meu pau e disse:
__Mas oque tu ta fazendo?
E eu ali parado sem conseguir respoder, eu não sabia oque falar, e ela disse:
__Eu não acredito, no que estou vendo, devo estar sonhando, tu não estava fazendo isso em mim não é?
E eu então, falei:
__Não, estava indo ao banheiro fazer xixi!
Ela então levantou rapidamente, e pegou a minha mão que estava cheia de porra e disse:
__Xixi é, pra mim isso tem outro nome, seu sem vergonha, acho bom tu ter uma boa explicação pra me dar, ou eu vou contar pra nossa mãe sobre isso!
E eu então resolvi falar a verdade, pois não adiantaria, ela não iria acreditar e falei:
__Bom, eu estava batendo uma punheta aqui na minha cama, e estava indo no banheiro me limpar, quando tu acordou, e me viu aqui parado desse jeito!
Ela disse:
__E não da pra tu fazer essa coisa lá no banheiro?
__Da mas a vontade não escolhe lugar e nem hora, vou fazer oque!
Ela ficou então me olhando com uma cara feia e mandou então que eu fosse no banheiro logo, porque ela queria dormir, ufa aquilo foi um alivio, daquela eu me safei.
Daquele dia em diante percebi que ela passou a se cuidar mais, não trocava mais de roupa na minha frente e tudo mais.
E o tempo foi passando nuca mais tive uma oportunidade de tocar nela ou coisa parecida, mas aquele tesão não passava mesmo assim.
Passou então quatro anos daquilo, eu ainda tinha algumas lembranças, pensava as vezes quando a via de biqine pegando sol no quintal, mas não tinha esperânça nenhuma quanto a isso.
Então numa noite, encontrei ela numa festa , ela estava com algumas amigas,
e eu fiquei por lá, todos estavam bebendo, e uma das amigas dela começou a me dar bandeira, e eu cheguei junto, fiquei com ela, mas percebi que minha irmã não gostou e começou a provocar, vinha dançar na minha frente ficava rebolando encostada em mim, e ninguem dava bola, pois sabiam que éramos irmãos.
Ate que resolvir ir embora, e éla me mandou esperar que iria comigo.
Eu estava apé pois ainda não tinha habilitação, então fomos de taxi.
Ela então pediu pro cara parar num barzinho que tinha ali perto de casa pra beber mais uma antes de ir pra casa, eu topei.
Estavamos bebendo, e batendo papo,e do nada éla veio com o papo:
__E ai maninho, continua na punhetinha ou já conheceu alguma coisa diferente da tua mão?
Na hora fiquei meio sem saber oque dizer, e achei estranho ela me perguntar aquilo, resolvi então ver oque estava acontecendo.
__É ainda não, acho que fiquei traumatizado, sei lá, não consigo sair com ninguem.
Ela então disse:
__Não acredito, com quase 18 anos tu aínda não comeu ninguem?
__É verdade, tenho medo de não saber oque fazer na hora!
__Mas tu não assiste filme pornô nada, é daquele jeito que se faz!
__Filme é uma coisa, fazer é outra, eu queria uma mulher de confiânça, que me ensinasse a foder sem depois ficar falando pros outros.
Ela então ficou quieta, bebeu a cerveja e disse:
__Eu até poderia te ajudar, se não fosse tua irmã.
E eu então aproveitei a deicha e falei.
__Poxa! mas que ideia boa, seria perfeito, tu não poderia falar pra ninguem, é mas pena que não pode né!
Ela colocou mais cerveja no meu copo e no dela e disse:
__Eu não posso fazer sexo contigo, mas ensinar eu posso.
Eu não estava acreditando que éla estava acreditando que eu éra virgem, e tambem não estava acreditando que éla havia se oferecido a me ensinar, aquilo parecia um sonho, e então eu disse:
__Nossa mas tu faria isso por mim mesmo, não acredito!
__Faço , mas vou ´so te mostrar como é, não vou fazer, certo!
Eu então , mais doque depressa falei.
__Mas quando ,onde como, que tu vai fazer isso, e ela disse:
__Quanto, dinheiro que tu tem ai?
__80 reais!
__Acho que da!
__dá pra que ?
__pro motel, seu burro ,ou tu acha que vou fazer isso lá em casa.
Eu não estava acreditando, no que estava acontecendo, eu estava prestes a comer minha irmã meu sonho de adolecente estava se realizando.
Achamos então um taxi e fomos a um motel do outro lado da cidade.
Chegando lá entramos no quarto, bem simples era , pois ao dinheiro era pouco.
Ela então foi dizendo:
__Olha não tem muita frescura, tira a roupa!
E eu obedeci sem pestanejar, e ela então falou:
__deita ai na cama e relaxa!
Deitei então , e ela foi ao banheiro, ficou la um tempo e voltou com uma toalha enrolada, e disse:
__Olha só eu não vou ficar pelada, vou ficar de calcinha e sutiã, senão não da clima.
E ela então veio pra cama, me dando explicações, sobre sexo, eu tinha vontade de rir as vezes, mas me controlava, eu não éra nenhum perito, mas já sabia bastante.
Ela então mandou que eu tirasse a queca, tirei e éla disse,:
__Nossa, tu ta mal mesmo, achei que tu ia ficar constrangido comigo mas bem pelo contrario, referindo-se ao meu pau que estava muito duro.
Ela então começou a me explicar, oque é claro que eu já sabia, louco que chegasse a hora da foda mesmo.
Ela terminou de falar sobre as preliminares, e disse;
__Bom tu sabe que agora e a hora de penetrar, né!
e eu falei:
__E e como é que faz?
__ ah! ai tu tem que usar a tua imaginação né!
__Mas eu nem tenho ideia de como é uma boceta, como é que eu vou meter numa.
Ela então, levantou da cama, e disse:
__Tá , mas eu vou te mostrar uma vez só, presta atenção.
Então ela tirou a toalha , e eu quase fui a loucura, ela estava ainda mais gostosa que naquele tempo, quadris largos ,coxas grossas, minha nossa, eu nem estava acreditando, e curioso pra saber como ela iria me ensinar a melhor parte.
Ela então , tirou a calcinha e veio pra cama, meio sem jeito, e disse:
__Eu vou deixar tu encostar em mim , mas não te impolga,senão eu vou embora , certo!
E eu é claro que concordei.
Ela então subiu encima do meu pau, bem devagar, e mandou eu pegar nele e colocar na entrada da boceta dela, e eu fiz, ja quase descontrolado!
__Viu é aqui que tu tem que botar, e depois empurrar pra dentro, e ai o instito te ensina o resto, tá bom, agora chega, vamos embora.
Naquele momento eu estava segurando ela pela cintura , e num movimento so
empurrei meu pau pra dentro dela, ate o fim, a reação que éla teve eu já espera, e ela disse:
__Mas oque tu fez seu merda , tu meteu teu pau em mim , eu disse que não era pra fazer isso porra!
E ali meus amigos, com eu coloquei no titulo foi onde tudo começou.
Eu a virei na cama e comecei a foder ela com vontade mesmo, e a reação dela ja não era tão ruím, ela reagia apenas com palavras , me xingando, mas me deichava foder a vontade.
Logo tirei meu pau de dentro dela e a virei de bruços, e meti naquela boceta por tras com muita força, e vi que ela enfiava as unhas no colchão, e começou a mecher, e a falar:
__Eu não tenho culpaaaa, ahhhhhohhhhh, foi tu que fez filho daaa putaaaa,
tu me agarrouuuuu, aiiiiiiiiuuuuuuu, desgraçadooooo, tu ta me fodennndooooo, ahaaaaaaaahoooooooo, desgraçadoooooo,eu sou tua irmãaaaaa não podeeee! e stas coisas todas, e então ela gozou junto comigo, eu tirei e lavei ela de porra, pelas costas e pelas pernas .
Depois daquilo, ela foi ao banheiro, tomou banho e voltou dizendo, que não era aquilo que éla queria que tivesse acontecido, e que éra pra mim esquecer tudo, porque nunca mais iria se repetir.
segunda-feira, 25 de março de 2013
MINHA IRMÃ GOSTOSA E SACANA
Tudo começou quando por dificuldades financeiras, mudamos para uma casa de um dormitório num bairro afastado de São Paulo. Como só tinha um dormitório, minha mãe comprou uma sala de visita com um sofá cama de casal e eu e minha irmã tivemos que dormir na mesma cama. Eu sempre achei minha irmã uma delícia ela é 5 anos mais nova do que eu e nessa época eu estava com dezessete anos e ela com doze. Apesar da pouca idade, ela sempre foi ?safadinha? e gostava de ficar só de calçinha ou quando estávamos só em casa ela sempre arrumava um jeitinho de ficar peladinha na minha frente, só para me provocar. Quantas vezes que em bailes que íamos, dançávamos juntos ela propositalmente se esfregava em mim até sentir meu pau ficar duro, mas eu sempre mantive o respeito, apesar da tesão que sentia. Certa noite fomos dormir e minha irmã foi deitar com uma camiseta e só de calcinha, nós dormíamos um nos pés e outro na cabeceira do sofá cama, com as luzes apagadas e somente com a claridade que vinha da janela da sala, eu tinha uma visão maravilhosa da bundinha de minha irmã com aquela calcinha de algodão enfiada no seu reguinho, eu não conseguia dormir e estava morrendo de tesão e doidinho para bater uma punheta, nisso minha irmã entrelaçou as pernas e começou a se contorcer comprimindo com coxas sua bucetinha e ficou claro para mim que estava batendo uma siririca. Fiquei alguns minutos olhando ela se contorcer e morrendo de tesão, com meu pau duro como uma pedra não agüentei, me deitei ao seu lado e perdendo todo o medo de qualquer reação dela,tirei meu pau para fora da cueca e coloquei no meio de suas pernas por cima de sua calcinha, bem em cima do seu grelinho, ela continuou a apertar sua coxas, mas desta vez com meu pau no meio delas, eu não me movia, ela com o rosto enfiado no travesseiro fazendo movimentos com os quadris cada vez mais rápido, até que gozou e pediu sem olhar para mim que eu tirasse o pau da suas coxas, sua calcinha estava encharcada. Voltei para os pés do sofá cama com o meu pau duro e sem gozar. Começamos a conversar baixinho para não acordar nossos pais e perguntei o que ela tinha sentido,ela me falou que nunca tinha sentido sensação tão gostosa na vida dela e eu disse que ela tinha gozado pela primeira vez. Eu continuava com muita tesão e ela me perguntou se eu já tinha gozado eu disse que sim, batendo punheta, mais ou menos como ela tinha acabado de gozar.Perguntei se ela queria me ver gozar,ela curiosa disse quem sim. Tirei o pau para fora pedi para ela baixar um pouco sua calcinha e vendo aquela bucetinha com poucos cabelinhos e ainda encharcada bati uma punheta e gozei com ela olhando sem tirar os olhos do meu cacete. Batemos mais um papinho enquanto me limpava e depois dormimos.
Depois disso sempre que tínhamos oportunidade, aproveitávamos para um sarrinho. Pouco tempo depois já estávamos brincando sem cuecas e sem calcinha e eu gozava em cima do seu grelinho e muitas vezes ela gozava comigo. Mudamos para o interior lá no Vale do Paraíba, a situação de meu pai já tinha melhorado e a casa era muito grande e cada um tinha seu quarto. Já tinha passado um bom tempo que não ?brincávamos? afinal dormíamos em quartos separados e eu estava namorando, minha irmã sempre safada, fazia de tudo para me provocar, até que um sábado a tarde, meus pais tinham saído e eu estava sozinho em casa com minha irmã e a empregada, quando a empregada foi embora, minha irmã entrou no meu quarto com algumas flâmulas na mão pedindo para que eu a ajudasse a separar as mais bonitas. Ela iria enfeitar seu quarto com algumas, ela sentou na cama do meu lado e jogou várias bandeirinhas em cima de mim e com a desculpa de pega-las roçava a mão no meu pau. Como eu estava de bermuda, não deu para disfarçar que estava com ele duro, ela estava fazendo de propósito, peguei sua mão e apertei contra meu cacete, ela começou a alisar meu cacete por cima da bermuda. Tirei o pau para fora e pedi para ela me bater uma punhetinha, ao invés disso ela levantou o vestido, tirou a calcinha de deitou do meu lado, segurando meu pau ela me pediu para fazer ela gozar. Comecei a passar a mão na suas pernas, fui subindo até sua bucetinha que já estava meladinha, comecei a brincar com seu grelinho e ela me batendo uma punheta. Mortos de tesão estávamos já para gozar quando resolvi ser mais ousado, sai do seu lado, fiquei de joelhos no meio de suas pernas, pedi para ela afastar suas coxas e comecei a beijar seu grelinho, ela se contorcia de tanta tesão. Fiquei de pé ao lado da cama, coloquei meu cacete bem próximo ao seu rosto e pedi para ela me chupar, ela me olhou e muito timidamente colocou a boca na cabeça do meu pau e começou a chupar, com muita paciência e tesão fui ensinando a ela como se deve chupar um cacete, e ela como boa aluna aprendeu rapidamente me fazendo quase gozar de tanta tesão. Voltei novamente para cima ela e comecei a roçar meu cacete no seu grelo até ela gozar e gozei em cima daquela bucetinha deliciosa.
Nessa época eu estava com dezoito anos e ela com treze. Fui estudar em colégio militar e meus pais retornaram para São Paulo e eu só vinha para casa a cada trinta dias e quando dava sempre tirávamos um sarro. Minha irmã começou a namorar sério e eu já estava formado e noivo prestes a casar quando fui passar um final de semana na casa de meus pais ( eu estava servindo no interior de SP) no sábado o namorado de minha irmã veio jantar conosco pois queria me conhecer, depois do jantar lá pelas tantas, ele se despediu para ir embora e minha irmã perguntou se eu não poderia dar uma carona pra ele, eu concordei e fomos os três até a casa dele.Na volta eu e minha irmã começamos a conversar e o papo levou para as recordações das nossas sacanagens. Um clima de tesão ficou no ar dentro do meu carro e ela me disse que ainda era virgem mas já tinha brincado com seu namorado bem na ?portinha? e estava louquinha para dar.Estavamos na marginal passando próximo a um motel, não tive dúvidas, parei na porta do motel e perguntei se ela topava entrar para ?brincarmos? um pouquinho. Ela topou, desde que não fizéssemos nenhuma besteira. Entramos, ela tomou um banho e saiu do banheiro peladinha, estava simplesmente deliciosa, sou louro e puxei o lado de minha mãe que é loura, já minha irmã é morena de cabelos negros e pele branca, ela puxou o lado do meu pai, ainda de pé comecei a chupar ela todinha, ela se ajoelhou e me fez uma chupeta maravilhosa ( como ela progrediu nesse ?quesito?) . Caímos na cama, cai de boca na sua buceta até ela gozar, daí ela fez uma chupeta até eu gozar e engoliu toda minha porra, sem deixar cair uma gotinha. Ficamos deitados um ao lado do outro sem nada dizer, até que ela começou a me beijar e chupar o meu pau, que não demorou para ficar duro novamente. Comecei a brincar novamente na portinha da sua buceta e ela pediu para não enfiar pois queria casa virgem e virou de bruços. Entendi o ?recado? enfiei a língua no seu cu rosadinho,ela delirava de tesão, coloquei a cabeça do meu pau na portinha daquele cuzinho apertadinho e fui enfiando bem devagar, ela não reclamava de nada e fui enfiando até o saco e com movimentos de vai-vem cada vez mais acelerados gozei dentro do seu cú ao mesmo tempo em que ela gozava. Já era tarde tomamos banho e fomos para casa.
Eu já estava casado quando minha irmã se casou ( com o mesmo namorado) quando fui fazer um serviço em SP e fiquei alguns dias na casa de meus pais.Minha irmã foi passar o dia com minha mãe e quando cheguei do trabalho ela estava me esperando pois fazia algum tempo que não nos víamos. Batemos um longo ?papo? rimos muito eu ela e minha mãe e mamãe pediu que eu levasse minha irmã para casa, porque ela teria que sair com meu pai para um compromisso que não dava para desmarcar. Papai chegou e falou que já estava atrasado e era pra minha mãe se apressar. Minha irmã falou que eles poderiam ir que ela ainda queria tomar um banho e que depois nós deixaríamos a chave na portaria do prédio.Até aquele momento não desconfiei de nada e achei tudo normal. Assim que meus pais saíram, minha irmã realmente foi tomar banho, eu fiquei sentado na sala vendo TV. Ela saiu do banho direto para o quarto de meus pais e me chamou, surpreso fui ver o que ela queria, quando entrei no quarto ela estava se trocando, só de calcinha e sutiã e falou:? fica aqui enquanto me troco, assim continuamos a conversar?. Na mesma hora me vieram a mente as sacanagens que fizemos e com ela quase nua meu pau deu ?sinais de vida?, não fiz nada para disfarçar minha tesão e ela observou o volume que se formou na minha calça. Ela continuou se vestindo, colocou a blusa, a saia branca e bem curta a sandália de salto alto e continuamos a conversar amenidades, de vez em quando ela olhava para o volume na minha calça e eu já estava ficando sem graça, pois não conseguia disfarçar que estava com o pau duro. Ela pegou sua bolsa e falou para irmos embora, na sala quando fui pegar as chaves do carro, ela passou por mim e eu sem querer, querendo, rocei meu pau na bunda dela. Senti na hora que ela se arrepiou toda, passei a mão pela sua cintura, virei ela de costas para mim e com o pau encostado na sua bunda, comecei a beijar seu pescoço, ela não esboçou nenhuma reação e cheio de tesão, levantei sua saia branca e curta, tirei meu pau pra fora e coloquei bem no seu reguinho ainda por cima de sua calcinha. Ficamos naquela posição alguns minutos, até que ela virou-se de frente pra mim, ajoelhou-se e caiu de boca no meu pau. Gozei como um louco na sua boca e ela mais uma vez não deixou cair nenhuma gotinha. Peguei ela pela mão e sem dizer uma palavra fomos para o quarto, tirei toda sua roupa, fiquei nu, e já na cama chupei sua buceta até ela gozar e em seguida enfiei meu cacete dentro de sua buceta e fudemos com dois alucinados, enchi sua buceta com minha porra por várias vezes e ela gozou muito. Fomos tomar banho juntos e no chuveiro demos mais uma. Na hora de irmos embora, minha irmã falou que esta tinha sido a primeira e última vez que tínhamos metido de verdade e que era para apagar toda a tesão que tínhamos um pelo outro. Nos beijamos muito e fui levar ela em casa.
Isso já faz muito tempo e nunca mais tocamos nesse assunto. Ela é muito feliz no seu casamento e eu no meu. Mas eu tenho certeza que ela ainda goza só de pensar nas coisas que fizemos, eu bato minhas punhetas de vez em quando lembrando alguma passagem nossa.
Uma História Real parte 1
Hoje estou com 39 anos e minha irmã com 52,a nossa primeira transa ocorreu no ano de 1985,quando eu tinha 13 anos e minha irmã 26 anos.
Perdi minha mãe muito cedo,ainda era de colo e minha irmã por ser mais velha se tornou irmã e mãe ao mesmo tempo e devido a isto dormia muitas vezes com ela na mesma cama,fui crescendo e o sentimento por ela foi mudando comecei a ter tesão por ela,que era muito gostosa e que quase sempre dormia de shortinho bem curto,de camisola ou de babydoll e com umas lingeries maravilhosas por diversas vezes pude perceber os pelos de sua enorme buceta saltarem para fora de sua calcinha e seus enormes peitos querendo saltar do seu sutiã isto só aumentava o meu tesão por ela,sempre que possível gostava de dormir por trás dela a encoxando,sempre dormi só de short e sem nada por baixo e um dia louco de tesão coloquei o meu pau para fora pela lateral do short e coloquei ele nas coxas da minha irmã e ele foi crescendo e entrando por suas coxas e derepente meu pau tocou a portinha de sua buceta que já estava toda molhada,na hora pensei ela não está dormindo mas continuei forçando até que meu pau começou a entrar naquele bucetão,ai fiquei louco e pensei é hoje,mas ela se virou e ficou de barriga para cima,na hora pensei ferrou fim da linha e acabei dormindo com a minha rola nas suas coxas,pensei já que me fodi mesmo se ela reclamar digo que ele no movimento de me virar a noite saiu sozinho para fora do short,até porque como eu disse podia alegar o fato de eu sempre dormir só de short, no dia seguinte eu não tinha aula e minha irmã ficou de me ajudar a arrumar o meu armário,ela estava com um shortinho fino de seda e uma blusa também de seda com botões e os ultimos botões desabotoados e num desses levanta e abaixa da arrumação o seu imenso seio direito saltou por completo para fora da sua blusa e eu lógico adorei e fiquei louco, ela logo o colocou para dentro da blusa e eu de imediato disse,sabe maninha um dia você me disse que algumas de suas amigas tomavam banho junto com os seus irmãos mais novos e que não fazia isto comigo pois me achava meio saidinho,mas eu nunca vi o corpo nú de uma mulher ao vivo,só em revistas e ainda mais de uma mulher tão gostosa como você,ai ela com cara de safada disse você me acha gostosa? e eu disse sim,muito gostosa e sem falar nada ela desabotou toda a sua blusa e seus enormes seios saltaram para fora e eles eram enormes e bem redondos e depois tirou o short e pude ver todo aquele seu imenso bucetão peludo,a minha irmã é baixa mais muito gostosa,ai falei posso tocar no seu corpo e sem esperar a sua resposta peguei nos seus maravilhosos seios e percebi que além de grandes eram bem firmes e com a outra mão toquei a sua imensa,inchada,peluda e encharcada buceta e comecei a chupar o seus peitões e ela gemia de prazer e me falava você é um menino mal esta se aproveitando de sua irmã,ai falei ainda não fiz nada eu quero comer este bucetão, ai ela disse só se for agora irmãozinho e pegou um do seus cremes e passou no meu pau e disse já peguei muito neste pau quando você era pequeno e agora ele ira me fuder e se apoiou em um criado mudo e ficou de quatro eu vim por trás e comecei a forçar o meu pau para dentro dela,só que para minha surpresa percebi que ele estava forçando a entrada do seu cuzinho fiquei na minha e continuei,até que ela fala você é muito abusado mesmo você está na portinha do meu cuzinho virgem, ai fiquei louco e forcei colocando a cabeça do meu pau para dentro do seu cuzinho, na hora ela berrou e disse seu filho da puta não era para entrar ai,falei que você era abusado mas na mesma hora falou já que a cabeça passou e pau não tem ombro o resto é mais fácil,vai continua e coloquei todo o meu pau no seu cuzinho,ela louca de tesão começou a disser, isto arregaça o cú da sua irmã,me fode como uma verdadeira puta pois é como estou me sentindo com a sua rola no meu cú,vai seu filho da puta tanto fez que conseguiu agora esta aqui bombando com a sua rola dentro do meu cuzinho que nunca havia levado rola e disse também todas as vezes que você colocava o seu pau para fora e me encoxava eu estava acordada,resisti no começo mas depois de um tempo sabia que mais dia menos dia você ia acabar me comendo como esta fazendo agora só não imaginava que logo de cara seria no meu cuzinho que nunca havia levado rola que você ia entrar,agora sei que não tem mais jeito estou em suas mãos pois se contar para alguém eu é que tomo no cú literalmente por que você não passa de um menino e eu já uma mulher formada que a partir de hoje será amante do seu irmãozinho,você tanto fez que conseguiu e eu continuei num gostoso vai e vem dentro do seu cuzinho apertado e quente e ela cada vez mais louca e prestes a gozarmos ela disse vai meu macho goza bem gostoso no cuzinho da sua irmã puta,arrebenta com ele,despeja todo o seu leite em mim e eu pela primeira vez gozei como um louco naquele cú maravilhoso e fomos tomar banho juntos e no banho ela me disse agora vou te mostrar outras coisas do sexo e você ira enfim comer a minha buceta,mas esta transa contarei na sequência em outro conto com o mesmo título e ao lado do título “Continuação” .
quarta-feira, 20 de março de 2013
minha irma deliciosa
bom meu nome e marcello, tenho 22 anos e minha irmã se chama Andreia e tem 19 anos.
Tudo começou quando ainda eramos adolescentes, eramos comos todos ou a maioria dos irmaos, brigavamos muitos mas nos amavamos, sempre preocupados uns com o outro.
no fim de 2012, fui mora em sao paulo para estudar e trabalhar , pois tinha conseguido uma bolsa e um estagio numa empresa com matriz la.
fazia uns seis meses q nao via mais ela, foi quando um dia recebo um telefonema dela me dizendo pra buscar ela na rodoviaria, acabei indo afinal era minha irma, la xegando ela foi logo dizendo q ia fica umas semanas comigo pois estava d ferias, no fundo adorei , pois teria uma companhia e ela conzinhava muito bem.
logo na primeira semana ja notei algo nela, não sei s era porq eu nao pegava uma mulher fazia algumas semanas , mas ela tava com uma bunda maravilhosa, começei a ficar d olho nakela bunda maravilhosa e xeguei ao cumulo de rouba uma calcinha do cesto de roupas para bate uma punheta e xeirar.
mas mal sabia eu q um dia minha tara ia se realizar.
um dia fomos a uma festa de uns amigos de trabalho meu, ela foi com uma mini saia q me deixou louco d ciumes, acabei bebendo demais e qundo xegamos em casa acabei vomitando na minha roupa, ela muito solicita me disse q eu precisava toma um banho, mas eu nao conseguia fica em pe , entao ela me ajudou a tirar a roupa e me coloca embaixo do chuveiro ela começou a esfregar minhas costas e eu ja fui ficando d pau duro quando me virei nao pude esconder afinal tenho 21 cm de rola , ela ficou espantada mas nao parou,logo xegou no meu pau, mesmo bebado senti q ela deu uma atençao maior naquela regiao.
pedi pra ela tira a roupa e vir toma banho comigo pois so eu dakele jeito estava com vergonha, no começo ela disse q não, mas eu insisti e começei a tirar sua roupa começei entao a esfregar ela ela ficou toda arrepiada, quando pedi pra lava as costa dela e ela virou sarei na hora quando vi akela bunda maravilhosa , ali na minha frente, começei a esfregar as costa e ir descendo ate xega la, abri um pouco suas pernas e vi akela xaninha linda nao aguentando mais subi um pouco e começei a esfregar meu pau na entrada da xana dela ela começou a rebola e pedi pra mim para, pois eramos irmãos e tal.
ai numa desatenção dela, coloquei pra dentro ela começou a m xingar e ao mesmo tempo rebola no meu pau nao aguentei muito e gozei gostoso.
ela ficou começou a me xingar e eu achava q era porq eu tinha feito akilo , mas nao era ela dizia, seu filha da puta, egoísta, ja gozou e eu como fico, e quando me dei conta ela me agarrou pelo pau e puxou para o quarto, xegando la ela mandou eu fica empe e pegou meu pau e colocou na boca e começou a faze uma xupeta maravilhosa e me xingando , nao queria come sua irmanzinha seu viado,filha da puta, agora vai t q me come bem gostoso quero faça tudo q eu quiser s nao eu vou conta tudo pra mamae, pra começa eu quero bebe porra goza na minha boca seu safado e xupava , lambia a cabeça e descia xupando e engolindo tudo ai começou a xupar e lamber meu saco e bate uma punheta e fica me olhando, q coisa maravilhosa ai eu disse pra ela abre a boca vem bebe porra sua cadela, ela bebeu tudo e nao parou ate meu pau fica duro d novo ai coloquei ela d quatro e começei a lamber akela bundinha linda e xupar a bucetinha dela ela ia a loucura ai nao aguentando mais meti , como era gostosa akela buceta meti mais ou menos uma meia hora ela de quatro depois sentada no meu pau ate q gozamos juntos. deitamos e nos beijamos muito ai ela disse q sonhava com isso fazia tempo mas q nao tinha realizado totalmente seu sonho e pra fica completo eu teria q come gostoso seu cuzinho virgem, oq eu nao me fiz de rogado, pois meu pau ja estava duro novamente ela ja entendendo ficou de quatro d novo e eu começei a esfrega meu pau no cuzinho dela ai abaixei e xupei gostoso akele cuzinho lindo ate deixa ela totalmente molhado ai coloquei um dedo depois dois ate colocar quatro, ai ja bem lasciado e ela louca de tezao coloquei meu pau nakele cuzinho virgem e delicioso meti gostoso e dava tapas forte nakela bunda que xegou deixa toda vermelha puxava seu cabelo e xamava de cadela, puta e ela gozava q nem louca nao aguentando mais eu disse q ia goza e ela pediu pra enfia tudo e goza la no fundo quando fiz isso ela prendeu meu pau com seu cuzinho fui a loucura gozei como louco.
depois desses dia eu comi ela todo dia, e ate oje ela vem aki quase todo mes ,e esta com planos d vir estuda aki e com isso mora aki comigo, torçam para q de certo pois ai terei muitaos outros contos como esse .
olha as fotos dela ai..
Tudo começou quando ainda eramos adolescentes, eramos comos todos ou a maioria dos irmaos, brigavamos muitos mas nos amavamos, sempre preocupados uns com o outro.
no fim de 2012, fui mora em sao paulo para estudar e trabalhar , pois tinha conseguido uma bolsa e um estagio numa empresa com matriz la.
fazia uns seis meses q nao via mais ela, foi quando um dia recebo um telefonema dela me dizendo pra buscar ela na rodoviaria, acabei indo afinal era minha irma, la xegando ela foi logo dizendo q ia fica umas semanas comigo pois estava d ferias, no fundo adorei , pois teria uma companhia e ela conzinhava muito bem.
logo na primeira semana ja notei algo nela, não sei s era porq eu nao pegava uma mulher fazia algumas semanas , mas ela tava com uma bunda maravilhosa, começei a ficar d olho nakela bunda maravilhosa e xeguei ao cumulo de rouba uma calcinha do cesto de roupas para bate uma punheta e xeirar.
mas mal sabia eu q um dia minha tara ia se realizar.
um dia fomos a uma festa de uns amigos de trabalho meu, ela foi com uma mini saia q me deixou louco d ciumes, acabei bebendo demais e qundo xegamos em casa acabei vomitando na minha roupa, ela muito solicita me disse q eu precisava toma um banho, mas eu nao conseguia fica em pe , entao ela me ajudou a tirar a roupa e me coloca embaixo do chuveiro ela começou a esfregar minhas costas e eu ja fui ficando d pau duro quando me virei nao pude esconder afinal tenho 21 cm de rola , ela ficou espantada mas nao parou,logo xegou no meu pau, mesmo bebado senti q ela deu uma atençao maior naquela regiao.
pedi pra ela tira a roupa e vir toma banho comigo pois so eu dakele jeito estava com vergonha, no começo ela disse q não, mas eu insisti e começei a tirar sua roupa começei entao a esfregar ela ela ficou toda arrepiada, quando pedi pra lava as costa dela e ela virou sarei na hora quando vi akela bunda maravilhosa , ali na minha frente, começei a esfregar as costa e ir descendo ate xega la, abri um pouco suas pernas e vi akela xaninha linda nao aguentando mais subi um pouco e começei a esfregar meu pau na entrada da xana dela ela começou a rebola e pedi pra mim para, pois eramos irmãos e tal.
ai numa desatenção dela, coloquei pra dentro ela começou a m xingar e ao mesmo tempo rebola no meu pau nao aguentei muito e gozei gostoso.
ela ficou começou a me xingar e eu achava q era porq eu tinha feito akilo , mas nao era ela dizia, seu filha da puta, egoísta, ja gozou e eu como fico, e quando me dei conta ela me agarrou pelo pau e puxou para o quarto, xegando la ela mandou eu fica empe e pegou meu pau e colocou na boca e começou a faze uma xupeta maravilhosa e me xingando , nao queria come sua irmanzinha seu viado,filha da puta, agora vai t q me come bem gostoso quero faça tudo q eu quiser s nao eu vou conta tudo pra mamae, pra começa eu quero bebe porra goza na minha boca seu safado e xupava , lambia a cabeça e descia xupando e engolindo tudo ai começou a xupar e lamber meu saco e bate uma punheta e fica me olhando, q coisa maravilhosa ai eu disse pra ela abre a boca vem bebe porra sua cadela, ela bebeu tudo e nao parou ate meu pau fica duro d novo ai coloquei ela d quatro e começei a lamber akela bundinha linda e xupar a bucetinha dela ela ia a loucura ai nao aguentando mais meti , como era gostosa akela buceta meti mais ou menos uma meia hora ela de quatro depois sentada no meu pau ate q gozamos juntos. deitamos e nos beijamos muito ai ela disse q sonhava com isso fazia tempo mas q nao tinha realizado totalmente seu sonho e pra fica completo eu teria q come gostoso seu cuzinho virgem, oq eu nao me fiz de rogado, pois meu pau ja estava duro novamente ela ja entendendo ficou de quatro d novo e eu começei a esfrega meu pau no cuzinho dela ai abaixei e xupei gostoso akele cuzinho lindo ate deixa ela totalmente molhado ai coloquei um dedo depois dois ate colocar quatro, ai ja bem lasciado e ela louca de tezao coloquei meu pau nakele cuzinho virgem e delicioso meti gostoso e dava tapas forte nakela bunda que xegou deixa toda vermelha puxava seu cabelo e xamava de cadela, puta e ela gozava q nem louca nao aguentando mais eu disse q ia goza e ela pediu pra enfia tudo e goza la no fundo quando fiz isso ela prendeu meu pau com seu cuzinho fui a loucura gozei como louco.
depois desses dia eu comi ela todo dia, e ate oje ela vem aki quase todo mes ,e esta com planos d vir estuda aki e com isso mora aki comigo, torçam para q de certo pois ai terei muitaos outros contos como esse .
olha as fotos dela ai..
segunda-feira, 11 de março de 2013
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