segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Boquete proibido no irmão


Meu nome é Paula e gostaria de contar a seguinte história que aconteceu ha 3 anos. Na época, eu com 18 e meu irmão, Pedro, de 21. Ao atingir a maior idade, começamos a sair juntos, tínhamos os mesmos amigos e tal. Sempre o achei um gato. Ele com 1,78m, 74 kg, malhava a 3 anos, forte. Nunca tive a intenção de transar com ele, essas coisas loucas de incesto, mas reparava as vezes no volume da calça dele, até porque não sou de ferro. Ele só olhava para mim quando eu usava roupas mais curtas no verão em casa, mas isso é normal. Eu era(e ainda sou), modesta parte, gostosa sim. 1,70m, 62 kg, cabelos na metade das costas, olhos castanhos, coxas bem grossas, bumbum grande e bem malhado, seios médios…não passava despercebida. As coisas começaram a mudar no dia 12 de setembro. Um amigo dele estava fazendo aniversário e nos convidou para uma festa na casa dele. Chegando lá, só tinha bebida! 3 tipos diferentes de cachaça, 7 garrafas de vodka, não sei quantos licores e várias latas de cerveja, parecia que o objetivo era somente bebemorar. Enfim, todos beberam, inclusive eu, que fiquei altinha. Meu irmão, como metade dos homens da festa, ficou completamente aloprado. Acabou ficando no sofá e só saiu da festa apoiado em 2 amigos. Uma amiga minha nos deixou de carro em casa e eu fui levando meu irmão até o elevador. Ao entrar, apertei o botão do sétimo andar e, para minha surpresa(e indignação) Pedro acabou vomitando no meu vestido!! Porra, era a segunda vez que eu usava e já estava vomitado, que nojo! Ele deu uma risada e pediu desculpas, mas acho que nem sabia o que estava fazendo. Ao entrarmos em casa, na cozinha mesmo, o coloquei sentado numa cadeirinha e me despi, ficando de sutiã e calcinha. Ele ficou me olhando com um sorriso todo bobo no rosto.. Xinguei-o de viado e perguntei o que estava olhado, e nada respondeu. O ajudei a se levantar e o levei até seu quarto. Lá chegando, ele desabou na cama. Olhei para aquela cena patética…ele, com a camisa suja do próprio vômito, deitado de qualquer jeito, com aquelas roupas caras. Não vai dormir direito. Desabotoei a blusa dele, o virei de costas para tirar, enquanto ele resmungava sei lá o que. Depois, o virei de frente de novo abri o zíper da calça…mas ao encostar nele, senti algo diferente nas mãos. Olhei melhor e percebi que havia um volume maior ali. Puxei a calça para baixo e reparei o pau dele, duro, por baixo da cueca. Fiquei sem graça por tê-lo deixado excitado ao me ver tirando a roupa, mas por outro lado achei aquilo diferente…algo como proibido. Não sei se foi o álcool, mas tive uma louca idéia. Ele estava bêbado mesmo, apagado, então poderia me aproveitar daquela situação. Então, puxei um pouquinho a cueca dele para baixo e vi aquele cacetão todo. Peguei uma régua, coloquei o pau dele de pé e medi. 17,5 cm, quase 18! Era um tamanho de respeito. Fui conferir se meus pais estavam realmente dormindo e ao voltar, fechei a porta do quarto. Fechei os olhos, pensei e, quer saber…Foda-se! Me ajoelhei na frente dele, agarrei o seu pau e dei uma lambidinha na cabeça…outra…e uma terceira mais forte…hummmm, abri a boca e engoli tudo…e subia bem devagar, sentindo ele todo na minha boca e na minha língua. Desci de novo, subindo minha boca pelo cacete vagarosamente…me excitando cada vez mais. De vez em quando ele gemia algo, mas nada com nexo. Continuei a engolir, agora mais rapidamente. Ao mesmo tempo, o masturbava para mantê-lo excitado. Eu pensava o que eu ia passar no dia seguinte…será que eu ia gostar disso? Sei lá, não chegava a conclusão nenhuma, só sabia chupar, chupar, chupar…eu parecia uma puta…ou será que eu era? Eu tinha muitos desejos, e quando fiz 18 anos, cansei de me segurar e comecei a fazer essas loucuras. Passava a língua por fora dele, engolia de novo…descia e chupava as bolas, passava a mão pelo seu peito…e foi nisso que a mão dele segurou a minha. Tomei um susto, ele estava de olhos abertos! Me olhou durante 2 segundos e me empurrou a cabeça contra o pau dele. Ele entrou até eu engasgar. Fiz força e consegui sair daquela situação. Voltei a chupar como antes, mas tocando uma punheta mais intensa, queria que ele gozasse logo, já estava ficando perigoso. Chupei por mais 3 minutos quando senti uma ejaculada na minha boca….que delícia…a segunda veio no meu olho e escorreu pela minha bochecha. Passava a boca naquele cacetão, limpando-o com a minha língua. Depois, perdeu força e o gozo só escorria. Mantive o pau dele na minha boca por mais 10 segundos e passei a língua para tirar algo que havia restado. Fui ao banheiro, peguei papel higiênico e passei no pau e na virilha dele para que não ficasse melado, afinal de contas ele poderia desconfiar no dia seguinte, sóbrio. Pus a cueca e a calça no corpo dele e me dirigi ao meu quarto. Lá, puxei meu sutiã até ele arrebentar e rasguei minha calcinha, de tanto tesão que sentia. Me masturbei até gozar. Nossa, que doidera eu tinha feito. Tomei um bom banho, escovei os dentes e dormi. No dia seguinte Pedro me olhava meio estranho, mas nada falou.

Um comentário:

  1. Caralho, essa história é foda, uma das melhores.

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