sexta-feira, 9 de julho de 2010

Dando a bucetinha pro irmão pauzudo




Vou contar uma história que aconteceu comigo quando tinha 15 anos (hoje tenho 23). Sou morena, 1,65 de altura, peso 58 kg e a caçula dos quatro filhos de meu pai e minha mãe, somos duas mulheres e dois homens.

Aos 15 anos, já tinha perdido a virgindade com um namorado que na época tinha 17. Meu irmão mais velho, na época, tinha 34 anos. Sempre achei meu irmão bonito, mas nunca tinha me passado na cabeça que poderia ter algo com ele.

Lembro que quando tinha meus 10, 11 anos, meu irmão me colocava sentada em seu colo e me abraçava forte. Minha inocência de menina não sabia o que acontecia, mas eu sentia algo gostoso quando ele fazia eu rebolar em seu colo. Ainda quando tinha 11 anos, meu irmão, que vou chamá-lo de Carlos, engravidou sua namorada e o pai dela obrigou-o a casar.

No verão de 2001, meu irmão, sua esposa e sua filha foram passar uns dias conosco em nossa casa de praia. Em uma tarde, após o almoço, escutei uns gemidos no quarto que eles ficaram e, como a porta não estava bem fechada, vi Carlos comendo a esposa dele. Notei que seu pau era grande e aquilo me deixou excitada. Fui ao banheiro me masturbar pensando naquela cena e gozei gostoso.

Naquela semana ficamos só nós quatro na casa da praia. Naquela mesma tarde, Rafaela (a esposa de Carlos) foi com a filha ao supermercado. Aproveitei para ficar só de biquíni pela casa para ver a reação de Carlos. Notei que ele ficava olhando atentamente para minha bunda e também percebi que o volume por baixo da bermuda dele cresceu: o safado estava de pau duro olhando pra mim.

Foi quando cheguei perto dele e comecei a falar se ele lembrava do tempo em que me pegava no colo. Ele disse que sim e que era maravilhoso. Perguntei então se poderia sentar no colo dele. De imediato, sem ele falar nada. Me puxou para seu colo e ajeitou-me, deixando seu pau bem no meio da minha bunda.

Eu já louca de tesão falei pra ele: - Carlos, eu não sou mais virgem, vou dar o que você quer, mas prometa não falar nada pra ninguém.

Ele concordou e começou a beijar meu pescoço e minhas costas. Pediu para eu ficar de pé e começou a beijar minha bunda. Tirou a parte de baixo de meu biquíni, lambeu o meu cuzinho e deslizou sua língua até chegar em minha buceta. Que maravilha! Nunca tinha sido chupada antes.

Ali mesmo, na sala, Carlos colocou-me de quatro na poltrona, abaixou sua bermuda e colocou seu pau na entrada de minha buceta, que foi logo entrando e me arregaçando minha buceta toda molhada, já que seu pau era bem maior que o do meu namorado.

Depois de uns cinco minutos, gozei bem gostoso em seu pau. Carlos, aproveitando sua experiência, enterrou de vez seu pau em mim, sentindo minha gozada. Seu pau latejava e eu sentia aquele cacetão tocando a entrada de meu útero.

Foi quando, sem tirar de dentro, fomos até o quarto de mamãe. Fique de bruços na cama e Carlos metendo em minha buceta, dizendo que eu era a maninha gostosa e daquele dia em diante eu seria a putinha dele. Após mais uns dez minutos de foda ele anunciou sua gozada: lambuzou as minhas costas com sua porra.

A partir daquele dia, virei mesmo a putinha de Carlos. Até hoje fudemos ao menos uma vez por semana, às vezes até na cama dele, e ninguém desconfia de nada, afinal, somos irmãos!

2 comentários:

  1. meu pauzao gozou sem eu nem bater uma punheta to na lan house mas gozei

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