sexta-feira, 30 de abril de 2010

COMEU A IRMÃ "DORMINDO" BEBEU TODAS..





SOCANDO NA IRMÃ (VIDEO)

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IRMÃO E IRMÃ APRENDENDO E MAMÃE ENSINANDO (VIDEO)

MEU IRMÃO ME COMEU (VIDEO)

MY SISTER SEX (VIDEO)

ENSINANDO O IRMÃO A TREPAR (VIDEO)

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SEDUZINDO A IRMÃ (VIDEO)

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Abrindo uma exceção este video de incesto pai com filha o filme é muito bom quem puder baixar completo recomento, só postei porque neste filme tb aparece incesto entre o irmão e a irmã.

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ESTUDAR PRA QUE??? SUPER HD INCESTO










quinta-feira, 29 de abril de 2010

Eu fodi minha irmã ( NOVAS CAMISETAS HEHE)

O dia em que me irmão me enrabou


Contos EróticosFamília
CAROS LEITORES; ESSE É O MEU PRIMEIRO CONTO.
VOU ME DENOMINAR VIVI, SOU MUITO BONITA COM MINHAS FORMAS BEM DEFINIDAS:
CINTURA FINA, BUMBUM GRANDE E BEM DURINHO, SEIOS MÉDIOS E PONTIAGUDOS; COXAS GROSSAS E FIRMES, E O ROSTO LINDO.


POIS BEM, O QUE VOU RELATAR, É ALGO QUE ME ACONTECEU JÁ Á ALGUNS MESES.
SOU CASADA A SEI ANOS, E JÁ TENHO UM FILHO DE CINCO.
QUASE QUE ROTINEIRAMENTE VOU AOS FINAIS DE SEMANA COM O MEU FILHO PARA
A CASA DE MINHA MÃE, QUE MORA COM O FILHO CAÇULA DE 17 ANOS.
AOS DOMINGOS SEMPRE ACORDO CEDO PARA TOMAR UM BANHO DE SOL NO QUINTAL,
POIS AQUI NA CASA DE MINHA MÃE EU POSSO COLOCAR MEUS MINUSCULOS
BININIS, PARA FAZER AQUELAS MARQUINHAS QUE MEU MARIDO ADORA.
NESSE DOMINGO MINHA MÃE ACORDOU CEDO E PEGOU MEU FILHO E FORAM PASSEAR,
EU TAMBEM ACORDEI COLOQUEI UM MINUSCULO BIQUINI QUE ADORO USAR,
DETALHE, A PARTE DE CIMA MAU COBRE OS MAMILOS E A PARTE DE BAIXO TAMBEM
MAU COBRE MINHA BUCETA.


NESTE DITO DOMINGO, O SOL ESTAVA MARAVILHO, COLOQUEI UMA TOALHA NO CHÃO DO QUINTAL E ME DEITEI DE BRUÇOS E FIQUEI BEM A VONTADE.
MEU IRMÃO O JUCA QUE TINHA O HABITO DE DORMIR ATÉ TARDE ACORDOU, EU
ASSUSTADA COM O BARULHO QUE ELE FEZ, OLHEI E VI QUE ELE ESTAVA SEM
CAMISA E COM UMA BERMUDA BEM FOLGADA.
DE REPENTE SENTI ELE BEM PERTINHO DE MIM, SENTI QUE ELE ESTAVA ME
OLHANDO, NÃO LIGUEI, POIS NÃO SERIA NADA DEMAIS, POIS SE TRATAVA DE MEU
IRMÃO.
EU ESTAVA BEM DISTRAIDA, MEIO SONOLENTA PELO CALOR DO SOL, QUANDO SENTI
ALGO PASSAU NA PARTE INTERNA DE MINHAS COXAS, ME ARREPIEI TODA, MAS
RESOLVI FICAR FINGINDO DORMIR E VER ATÉ ONDE O MOLEQUE SE ATREVERIA.


ELE FICOU ALIZANDO MINHAS COXAS BEM PERTO DE MINHA TANGUINHA, APERTEI
OS OLHOS E ME ARREPIEI TODA NOVAMENTE, FOI QUANDO ELE PASSOU A MÃO EM
TODO O MEU BUMBUM.
ACHEI TUDO AQUILO MUITO MALUCO, POIS SE TRATAVA DE MEU IRMÃO.
VOUTEI A ME RELAXAR, E NOVAMENTE FINGI DORMIR E VER ATÉ ONDE ELE IRIA.
PASSOU POUCO TEMPO E EU SENTI O CHEIRO DE PORRA NO AR, POIS ELE
ENQUANTO ME ALIZAVA O BUMBUM, BATEU UMA PUNHETA E ACABOU GOZANDO.


EU IMAGINEI QUE ELE NÃO PASSARIA DALI, MAS DE REPENTE SENTI ALGO QUENTE
E MOLHADO PASSANDO EM MEU BUMBUM, EU ENTRIGADA QUIS ABRIR OS OLHOS, MAS
ACABEI DESISTINDO E DEIXAR VER O RESULTADO DAQUILO.
ELE FOI LAMBENDO TODA A EXTENÇÃO DE MINHA BUNDA, E POR SOBRE A
CALCINHA, DEU UMA LINGUADA EM MINHA BUCETA, EU ACABEI FICANDO COM MUITO
TESÃO, RESOLVI DEIXAR ELE ME LAMBER UM POUCO MAIS.
DE REPENTE SENTI QUE A COISA IA FICANDO PERIGOSA, POIS O JUCA PUCHOU
MINHA TANGUINHA PRO LADO E LAMBEU BEM NO MEU CUZINHO, EU CHEGA DEI UM
SUSPIRO, POIS NUNCA ALGUEM HAVIA FEITO ISSO COMIGO.
O JUCA FOI LAMBENDO CADA VÉS MAIS FORTE QUE PARECIA QUE IA ENFIAR A
LIGUA NO MEU OURIFICIO, E COMO MEU TESÃO ALMENTOU MUITO, ACHEI QUE NÃO
SERIA NADA DE MAIS DEIXAR O JUCA LAMBER MINHA BUCETA, POIS MEU MARIDO
NUNCA HAVIA FEITO ISSO COMIGO E EU ESTAVA ADORANDO.
ENTÃO ABRI UM POUCO MINHAS PERNAS.


ESSE GARROTO VENDO QUE EU ESTAVA GOSTANDO DAQUIO, LAMBEU MEU CUZINHO
COM TANTA VONTADE QUE FOI ME LEVANDO AO DELIRIO, MAS ALGO ME CHAMOU A
ATENÇÃO, O JUCA SÓ ME LAMBIA O CUZINHO, E EU NAQUELA AUTURA DESEJAVA
MAIS QUE NUNCA SER LAMBIDA NA BUCETA QUE PINGAVA DE TANTO DESEJO.
ABRI OS OLHOS DISFARÇADAMENTE E VÍ AQUELE IMENSO CACETE, ME ASSUSTEI
COM SEU IMENSO CACETE QUE PARECIA MAIOR E MAIS GROSSO DO QUE O DO MEU
MARIDO.
EU SENTINDO AQUELA LINGUA QUENTE, PASSAR NO MEU CUZINHO, NÃO RESISTI E GOZEI FEITO LOUCA, MELANDO A MINHA TANGUINHA.


O MEU GOZO FOI TÃO INTENÇO QUE FIZ MOVIMENTOS COM O MEU QUADRIU QUERENDO ENFIAR MINHA BUCETA NA BOCA DELE.
O CHEIRO DE SEXO ALMENTOU MUITO DEPOIS DE MEU GOZO, ENTÃO O JUCA VENDO
QUE EU ESTAVA GOZANDO SE POSICIONOU DE JOELHOS MONTANDO EM MIM, E EM
POUCOS MINUTOS COMESSEI A SENTIR A PONTA DE SEU CACETE TOCAR EM MINHAS
NADEGAS, MAS NÃO QUIS ACREDITAR.
O JUCA FOI FICANDO TÃO LOUCO DE TESÃO, QUE AGARROU EM MINHAS ANCAS,
PUCHANDO MEU RABO FAZENDO FICAR EMPINADO, E PUCHOU MINHA TANGUINHA PRO
LADO E APONTOU SEU CACETE NO MEU CUZINHO, E ATOLOU SEU CACETE QUE
ENTROU ATÉ O TALO.


EU SENTI UMA DOR INDESCRITIVEL COM A VARADA QUE ELE DEU, POIS NUNCA HAVIA SIDO ENRABADA.
E SEU CACETE PARECIA ME RASGAR TODA POR DENTRO.
O JUCA FAZIA OS MOVIMENTOS DE VAI E VEM TÃO RÁPIDO QUE GOZEI DE
IMEDIATO, EU PODIA SENTIR SUA VARA ME RASGAR AS PREGAS, DE REPENTE
SENTI SEU GOZO TÃO FORTE QUE ME INUNDOU O CUZINHO, EU FIQUEI PENSANDO
NESSA LOUCURA, EU ALI SENDO ENRABADA POR MEU IRMÃO.
O JUC AINDA NÃO SATISFEITO ME AGARROU NOVAMENTE PELAS ANCAS ABRIU
MINHAS PERNAS ENCAICHADO A PONTA DE SEU CACETE NA MINHA FENDA QUE
ESTAVA TODA MELADA, E ATOLOU DE UMA SÓ VES, EU DEI UM BAITA URRO E
QUASE DESMAIEI COM SUA VARADA. SEU CACETÃO FOI LOGO ENTUPINDO MINHA
BUCETA, DOIA DEMAIS, E ELE BOMBAVA CADA VÉS MAIS RÁPIDO ATÉ QUE SETI
SUA PORRA JORRAR ME ENCHENDO A GRUTA.
ELE FOI PARANDO AOS POUCOS DE BOMBAR NA MINHA BUCETA ATÉ QUE GOZEI JOGANDO MEU RABO CONTRA O SEU CACETE.


DEPOIS DE UNS DÉZ MINUTOS ELE SAIU DE CIMA DE MIM, COM SUAS MÃOS ME
ARREBITOU MAIS O BUMBUM, ABRIU MINHA PERNA E ME CHUPOU A BUCETA, EU MAU
PODIA ACREDITAR NAQUILO, POIS UMA DE MINHAS FATAZIAS ESTAVA SENDO
REALIDA.
O JUCA ME CHUPOU TÃO GOSTOSOS QUE NÃO RESISTI E GOZEI EM SUA BOCA.
ELE ENTÃO PAROU ME DEIXANDO PROSTADA ALI NO CHÃO E FOI PARA O SEU QUARTO.
COMO EU EM MOMENTO ALGUM ABRI MEUS OLHOS, ELE TAMBEM NÃO DISSE UMA ÚNICA PALAVRA.
EU ME LEVANTEI TODA DOÍDA E MOLE E FUI TOMAR UM BANHO, DEBAIXO DA
DUCHA, EU FIQUEI PENSANDO, E NÃO ACREDITAVA QUE MEU IRMÃO CAÇULA HAVIA
ME ENRABADO.
DEPOIS QUE NÓS CRUZAMOS DENTRO DE CASA ELE FALOU COMIGO COM A MAIOR NATURALIDADE, COMO SE NÃO TIVESSE ACONTECIDO NADA.


EU DIANTE DA REAÇÃO DELE, TAMBEM AGI NATURALMENTE., PASSEI O RESTO DO
DOMINGO TENTANDO ENTENDER COMO MEU IRMÃO CAÇULA DE 17 ANOS, TEVE A
CORAGEM DE ME ENRABAR, POIS SOU CASADA E TENHO UM FILHO.
NO FINAL DO DIA PEGUEI MEU FILHO E VOUTEI PARA MINHA CASA, EU ESTAVA
TODA DOÍDA, POIS O DANADO DO GAROTO ARREGASSOU AS PREGAS DE MEU CUZINHO
E TAMBEM ME ESFOLOU A BUCETA COM SEU GRANDE E GROSSO CACETE, DEPOIS DE
TUDO ISSO, EU SO FIQUEI UM POUCO FRUSTRADA, COM O ATREVIMENTO DELE E
TAMBEM POR NÃO TER CHUPADO SEU CACETE, POIS DEPOIS DE SO CHUPAR O DO
MEU MARIDO QUE SO TEM 15 CM, EU IA ADORAR MAMAR AQUELE GRANDE E GROSSO
CACETE DO MEU MANINHO.

Fim de semana com a namorada e a mana


Minha namorada tem 28 anos, é
bonita, possui um lindo corpo de 1,65 m de altura, peitos
durinhos, bunda redondinha, coxas e pernas simplesmente
maravilhosas. Além disto, é separada de
um cara que não soube cuidar dela durante 1 ano
de casamento. Ela se chama Dani, possui curso superior
e super-alto-astral e tem uma cabeça bastante
aberta. Tudo que propus a ela até hoje, ela topou
fazer. Uma dessas coisas é o que vou contar neste
relato. Certa noite, depois de transarmos, fui conversando
com Dani a respeito de sexo a três. Confessei-lhe
que minha fantasia era transar com ela e com mais uma
outra mulher.

Dani achou a idéia muito legal
e disse-me que, além de possuir também
a fantasia de transa a 3, gostaria muito de ter uma
experiência sexual com outra mulher. Eu já
havia percebido esse interesse da Dani em omossexualismo
feminino pelas fitas eróticas que gosta de assistir.
Bom, apesar dessa nossa grande tara, tínhamos
eceio sobre quem seria nossa parceira. Não queríamos
nenhuma garota de programa e tampouco alguém
que não conhecêssemos. Dani me surpreendeu
ao sugerir o nome da minha irmã, Kely, com argumentação
sustentada em três pontos: primeiro, é
que, em se tratando de minha irmã, eu ficaria
de fora, só vendo; segundo, que dificilmente
eu me apaixonaria pela minha irmã; e, terceiro,
por ela ser uma mulher bonita e gostosa, requisitos
que minha namorada não dispensaria para uma transa.

Depois de ser convencido por Dani, começamos
a bolar um plano para colocar a fantasia de minha namorada
em prática, pois a minha só ficaria no
plano do voyuer, que, de qualquer forma, me agradava
também. Convidamos minha irmã para passarmos
um fim-de-semana prolongado numa cidadezinha do Sul
de Minas, onde havia um hotel de chalés. Diga-se,
a propósito, que minha irmã, de 21 anos,
acabara de terminar um namoro de 2 anos e se encontrava
sozinha. Ela topou o passeio, arrumamos as coisas e
partimos. Eu já havia combinado com Dani algumas
coisas para efetivar nosso plano. Quando chegamos ao
nosso chalé, por volta de 11 da noite, abri uma
lata de cerveja para cada um de nós e começamos
a conversar abobrinhas. Percebi que chegava a hora de
introduzir minha irmã no esquema que eu e minha
namorada tínhamos bolado. Fui para o banheiro
tomar banho e por lá fiquei aproximadamente meia
hora.

Neste ínterim, Dani conversava com Kely
procurando abordar assuntos relacionados a sexo. Depois
de muito blá blá blá, Dani disse
à Kely que tínhamos um monte de cenas
de sexo gravadas em fita de vídeo, porém
as cenas não tinham angulação nem
efeito zoom porque a filmadora necessitava ficar estática
e confessou sua vontade de ter cenas gravadas em diversos
ângulos e, principalmente, filmagens bem próximas
dos atos sexuais, tipo filme pornô. Minha irmã
sacou a indireta e se ofereceu para fazer as filmagens.
Minha namorada achou ótimo e disse-lhe que ia
me consultar se eu concordaria em ter uma voyuer nas
nossas transas, adiantando-lhe que, como se tratava
dela - minha irmã - eu provavelmente toparia.
Lógico que concordei quando Dani me falou sobre
o assunto assim que saí do banho. Nesse momento,
minha irmã pegou a toalha e entrou para o banheiro.
Fiquei com minha namorada acertando os detalhes dos
momentos seguintes. Minha irmã saiu do banho
vestindo uma camisola rosa, transparente, onde podia
visualizar todo o contorno de seu maravilhoso corpo,
em especial os seus peitinhos durinhos, cujos mamilos
quase furavam a camisola. Enquanto minha namorada foi
tomar banho, fui explicar pra minha irmã como
operar a filmadora e alguns detalhes das cenas que gostaria
que ela filmasse. Como o papo era sexo, não contive
a ereção contínua de meu pau debaixo
do short do pijama de malha fina, chamando a atenção
de Kely. Pasmem! Ela segurou-o e disse-me: "Tá
em ponto de bala, heim". Num segundo, passou pela
minha cabeça um monte de fantasias. Pus a mão
na coxa dela e sinalizei: "Ele está para
o que der e vier.

O que acontecer dentro destas quatro
paredes ficará só entre nós"
. Com isto, lancei a senha para qualquer tipo de situação
que pudesse vir a acontecer. Mas Kely deu uma freada
naquele papo, comentando: "Opa, espera aí,
não é bem isto, não". Analisei
comigo: falou uma coisa e está querendo exatamente
o oposto. Finalmente minha namorada saiu do banho vestindo
apenas um robe de seda com o cinto amarrado na cintura.
Minha namorada e eu deitamos na cama enquanto minha
irmã iniciou a filmagem. As cenas de sexo por
si só já provocariam um tesão legal
em minha irmã; mas combinei com a Dani que enfatizaríamos
nossa libido pra bichinha ficar doidona. Comecei chupando
os peitinhos de Dani, descendo com minha língua
pelo seu corpo até alcançar sua bocetinha.
As chupadas na grutinha de Dani arrancavam-lhe gemidos
de intenso tesão. Quando ela levantou suas pernas
e jogau-as para trás, o caminho do cuzinho estava
aberto e iniciei uma gostosa chupada, ficando assim
por alguns instantes. Dani continuava deitada de costas
e direcionei meu mastro para a sua boca. Ela iniciou
uma deliciosa chupada deixando o caralho entrar e sair
pela sua boca. De vez em quando chupava meu saco e voltava
para a glande. Tratamos de fazer um 69. Depois Dani
sentou-se no meu pau, mas de costas para mim, e cavalgou
nele rebolando sua bundinha bem de frente ao meu rosto.
Aproveitei e acariciei seu cuzinho com meu polegar direito.
Em seguida, Dani se virou e sentou-se novamente no meu
mastro, agora beijando-me freneticamente e, em poucos
instante, gozou alucinadamente, dando gritos de prazer
intenso. Não demorou muito e chegou a minha vez
de ejacular um litro de esperma que estava segurando
até aquele instante.

Dani saiu do meu pau e loucamente
começou a chupá-lo, engolindo todo o líquido
que ainda saía por ele. Tudo isto estava sendo
registrado por uma filmadora operada por minha irmã.
Dei um suspiro de satisfação enquanto
via Kely desligar a filmadora. Dani tratou de buscar
uma cerveja para nós e começamos a conversar.
Tive a idéia de conectar a filmadora na televisão
e vivenciar todos aqueles momentos na telinha, como
também para certificar de que minha irmã
tinha cumprido fielmente nossas orientações
nas tomadas das cenas. Vibramos ao ver aquele filme,
que acabou nos excitando novamente. Meu pau já
estava pronto para outra. Dani comecou a chupá-lo
enquanto eu observava minha irmã se dirigir ao
banheiro. Perguntei-lhe o que ia fazer e ela me disse:
"Vou cuidar de mim, pois não agüento
mais de tanto tesão". Chamei-a de volta
para a cama procurando desinibi-la a praticar sua masturbação
ali mesmo, junto da gente. E ela topou na hora. Kely
foi para o outro lado da cama, deitou-se, e, devagarinho,
levantou a camisola até a cintura, tirou a calcinha
e começou a se masturbar. Depois daquela do "tá
no ponto de bala, heim", senti-me no direito de
descer a alça de sua camisola e comecei a acariciar
o peitinho de minha querida irmãzinha. Ela não
se incomodou com isso.

Cheguei ao ouvido dela e perguntei-lhe
se queria fazer o mesmo que minha namorada estava fazendo.
Ela fez sinal afirmativo com a cabeça. Delicadamente
afastei Dani, dando-lhe sinal que começava a
rolar nosso combinado. Deitei em posição
inversa à da minha irmã, colocando meu
pau de frente à sua boca. Ela virou-se de lado,
pegou-o pela base e começou a chupá-lo.
Fui às nuvens. Acredito que para a maioria das
pessoas isso pode ser o cúmulo do absurdo, mas
para mim foi o cúmulo do prazer. Como retribuição,
abri as pernas de Kely e iniciei uma deliciosa chupada
em sua bocetinha, que estava completamente molhada.
Que prazer maravilhoso. Nesta altura, achei que minha
namorada ia cair de cima envolvendo-se num menage a
trois, mas não o fez. Ela confessou-me mais tarde
que estava receiosa por uma rejeição de
Kely. Preferiu, naquele momento, alisar minha bunda,
e beijar-me na região da virilha, pois, assim,
demonstraria à minha irmã sua concordância
em tudo aquilo que estava acontecendo. Eu e Kely continuávamos
chupando um ao outro. Sentia sua boca quente no meu
caralho e ansiava por gozar nela. Não deu outra.
Comecei a ejacular e senti que ela também estava
gozando. Ai, como gozava gostoso na minha boca; ela
apertava minha cabeça com suas deliciosas coxas.

Eu gemia de prazer ao sentir que ela não rejeitava
nenhuma gota de minha porra quente em sua boca. Ficamos
naquela mesma posição por algum tempo
quando ouvi gemidos de minha namorada. Fui conferir
o que estava imaginando: masturba-se alucinadamente.
Então fiz questão de dar um help pra ela
dirigindo minha boca na direção de sua
bocetinha. Mas ela preferiu mesmo foi continuar seu
trabalho solitário. Saquei que, na verdade, sua
intenção era a de atrair minha irmã,
mas naquele momento não deu. Dani gozou e deu
um enorme suspiro de felicidade, tirando de nós
três tímidos risos iniciais, seguidos de
gargalhadas de prazer. Mas percebi que minha irmã
estava um pouco constrangida. Afinal não é
todo dia que se ouve um relato como este, e, tampouco,
experimenta-se situações como aquelas
que acabara de vivenciar. Procurei confortá-la
dizendo-lhe que já tinha lido relato semelhante
que não éramos os primeiros a fazer aquilo
e que não seríamos os últimos.
O importante, acrescentei, é o prazer que foi
proporcionado. "Foi bom, meu bem?". "Foi
ótimo", ela finalizou. Lembrei-me de que
havia comprado na estrada a revista Ele & Ela. Fui
buscá-la e propus a elas curtirmos os contos
eróticos de Fórum, combinado que os relatos
dos homens seriam lidos por mim e o das mulheres por
elas, alternadamente. Lemos todos eles, mas o que mais
se destacou para nós foi um relato de um cara
que vivenciou uma tremenda de uma transa com duas irmãs
gêmeas, que praticavam o lesbianismo.

Aquele conto
combinou com a nossa situação. Fiz questão
de lê-lo outra vez, enfatizando os momentos em
que as duas gatas transam. Depois de mais uma cerveja,
minha irmã se levantou dizendo que ia dormir.
Fiquei conversando com minha namorada por 40 minutos
mais ou menos. Apesar de Dani estar louca de desejo
em transar com minha irmã, não se sentia
segura de como aquilo poderia rolar. Disse-lhe, então,
que ia bater um papo com Kely e iria abordar o assunto.
Levantei-me, dizendo-lhe que, para todos os efeitos,
ela, Dani, já estaria dormindo. Subi para o quarto
de minha irmã. O quarto não possuía
porta, pois era uma espécie de mesanino sobre
a sala que tinha pé direito duplo. Apesar de
pouca claridade, percebi que minha irmã ainda
estava acordada. Sentei na beirada de sua cama e começamos
a conversar. Não me concentrava em nenhum assunto,
pois na minha cabeça - aliás, nas duas
- era fixo o desejo de transar com Kely. Depois de algum
tempo, resolvi manifestar minha tara. Ela disse-me que
não achava uma boa idéia, apesar de confessar-me
seu enorme desejo por mim. Arrisquei numa alternativa,
propondo-lhe sexo anal. Kely recusou a proposta justificando-se
nunca ter transado por trás. Como expert no assunto,
não tive a menor dificuldade para convencê-la
do prazer que sentiria. Aí ela topou. Pedi-lhe
que ficasse de bruços, acomodei todo o meu corpo
em cima do dela e fui relando meu pau no rego de sua
bundinha. Comecei a beijá-la nas costas, descendo
até seu reguinho, dando boas mordiscadas na bundinha
dela. Ajuntei suas pernas e comecei a lamber o dorso
de suas coxas começando na curva do joelho e
fui subindo em direção à bunda
dela.

Cada centímetro que subia, Kely ia abrindo
suas pernas de tal forma que quando cheguei em suas
nádegas a abertura já era total. Comecei
a chupar aquele delicioso cuzinho deixando minha irmã
completamente louca de desejo. Ali depositei uma quantidade
razoável de saliva para facilitar a penetração.
Pedi a ela para fazer o mesmo no meu pau. Ela deu uma
gostosa chupada nele e ficou de quatro. Orientei-a a
relaxar os músculos do ânus fazendo força
como se estivesse evacuando. Quando percebi as pregas
se estufando para fora, comecei a penetração,
bem devagarinho para não machucá-la. Quanto
mais meu pau entrava no cuzinho de Kely, mais ela gemia
e rebolava com muita intensidade. A loucura aumentou
quanto comecei a masturbá-la. Comia o cuzinho
de minha irmã alucinadamente, carregando um tesão
que só foi aliviado quando gozei intensamente.
Mantive ainda a masturbação nela até
que ela gozou freneticamente. Como estávamos
satisfeitíssimos com aquilo! Conversamos um pouquinho,
despedi-me dela e perguntei-lhe se tinha alguma objeção
em que eu comentasse aquela transa com minha namorada.
Ela me respondeu que não, pois naquela altura
do campeonato havíamos perdido todos os referenciais
sociais. Achei o momento crucial para transmitir-lhe
o desejo de minha namorada em transar com ela. Ela me
disse: "Agora só falta essa experiência
no meu currículo sexual. Vou pensar." Quando
cheguei no meu quarto, percebi que minha namorada ainda
estava acordada. Ansiosa por saber como tinha sido minha
conversa com Kely, comentei com ela apenas que achava
que ela toparia. "Cometi uma loucura", mudei
de assunto.

Dani quis saber o que acontecera e comecei
a relatar a mais incrível experiência que
tinha vivido até aquele momento. Contei-lhe tudo,
com todos os detalhes. Dani me disse que, logo que subi
para o quarto de minha irmã, ela foi para sala
e sentou-se no sofá. De lá ela ouvia os
gemidos de Kely e imaginou que estávamos transando.
Não contendo sua excitação, começou
a se masturbar fantasiando um delicioso e inesquecível
sexo grupal entre nós três. Amanheceu o
dia. Acordei e chamei Dani. Começamos a bolar
um plano para que ela conseguisse transar com Kely,
ou pelo menos que desse um início. Mal arquitetamos
o plano, ouvimos minha irmã descer as escadas.
Continuamos numa boa, conversando, quando Kely apareceu
na porta do quarto. Ela estava enrolada numa toalha
de banho. Chamei-a até a cama e pedi-lhe para
assentar-se e nos ajudar a programar os passeios do
dia, já que eu e minha namorada não tínhamos
chegado a nenhum acordo. Definido o programa - fiz questão
que as duas ganhassem - disse a elas que já que
eu tinha perdido, faria uma proposta a elas: "Estou
louco de vontade de ver vocês chuparem o meu mastro,
as duas juntas". Uma olhou para a outra e Dani
foi a primeira a manifestar-se: "Eu topo".
"Eu também", disse minha irmã.
Então levantei-me, fui ao banheiro mijar, dando
tempo à minha namorada de se preparar conforme
tínhamos combinado no nosso plano.

Quando voltei,
Dani se ajoelhou, pegou meu mastro e começou
um delicioso boquete. Minha irmã ajoelhou-se
de frente à minha namorada e ficou alisando minha
coxa enquanto aguardava sua vez. Dani passou meu pau
para Kely, que estava ávida para pôr a
boca no meu instrumento. As duas começaram a
alternar as chupadas e, logo depois da terceira, Dani
puxou a toalha que ainda cobria minha irmã e
começou a acariciar-lhe seu peitinho, enquanto
Kely se divertia com o meu caralho. Kely passou a vez
para Dani enquanto deslizava a mão na minha bunda,
fixando seu olhar na mão de Dani acariciando
seu peito. Vi minha namorada descer a mão pelo
corpo de minha irmã alcançando sua coxa
e iniciando uma suave carícia. Quando Dani largou
o meu pau, foi direto com a boca no peito de Kely dirigindo
sua mão para a boceta dela. Parecia que Kely
estava achando aquilo maravilhoso. Quando chegou a vez
de Dani chupar o meu pau, minha irmã iniciou
uma deliciosa chupada no peito de Dani lançando
sua mão na bocetinha dela retribuindo o maravilhoso
carinho que Dani fazia em Kely. Aquilo para mim foi
o máximo: ficar vendo minha irmã e minha
namorada se alternarem nos boquetes no meu caralho e
nas chupadas no peito da outra, ao tempo em que as duas
masturbavam-se mutuamente. Minha irmã foi a primeira
a gozar no momento em que chupava meu pau. Dani parou
de masturbar Kely ao passo que esta acelerava a masturbação
em Dani. Agora era a vez de minha namorada me chupar.
Kely voltou a chupar o peito de Dani mantendo a masturbação
nela até o momento crucial de um delicioso gozo.
Aí eu não agüentei e jorrei um espumante
leite quente na boca de minha namorada. Aquela porra
escorria pelo pescoço de Dani atraindo a boca
de minha irmã, que foi chupando todas as gotas
de esperma que havia em Dani.

Minha irmã ainda
deu uma última chupada no meu pau na esperança
de encontrar um restinho de leite, mas minha namorada
já havia bebido ele todo. Depois daquela deliciosa
transa entre minha namorada, eu e minha irmã,
fomos os três para o banho. Pelo fato de o box
ser grande, nos deliciamos lavando o corpo do outro.
Depois do banho fomos tomar o café da manhã.
O hotel estava bem vazio e tínhamos liberdade
para conversarmos à vontade sobre o que estava
acontecendo conosco, relembrando cada detalhe, com destaque
para aqueles mais picantes. Conversando com um dos empregados
do hotel, perguntei-lhe o que de bom poderia se fazer
naquela pequena cidade. O moço nos disse que
poderíamos conhecer a cascata da Água
Viva, distante do hotel uns 10 km, em cujo local havia
uma cachoeira dentro de uma fazenda, mas com acesso
irrestrito para as pessoas que iam lá. Saímos
do café, voltamos para o chalé, vestimos
nossas roupas de banho, pegamos o carro e partimos.
Chegando lá, ficamos deslumbrados com a beleza
da vegetação e com o conjunto arquitetônico
que a mãe natureza havia construído. Ninguém
à vista. Ficamos apenas com a roupa de banho,
estendemos toalhas nas planas pedras. Na hora de bronzear
o corpo, cada um o fez para o outro. Enquanto eu passava
no corpo da Dani, minha namorada, a Kely, minha irmã,
passava nas minhas costas.

Dani cuidou de Kely bronzeando
seu corpo quase que por inteiro. Aquilo me deixou louco
de tesão. Depois de algum tempo, não apareceu
ninguém no local, o que ensejou minha namorada
a tirar seu soutien, convidando minha irmã a
também fazer topless. Kely se prontificou na
hora. Eu fui mais audacioso tirando minha sunga, ficando
completamente pelado diante delas, o que as incentivou
a fazer o mesmo. Depois de alguns banhos, resolvi bronzear
minha irmã. Ela estava deitada de barriga para
baixo com aquele monumental bumbum às minhas
vistas. Comecei passando em suas costas, depois na bundinha
dela, nas coxas, pernas. Ao passar na parte interna
das pernas, meu pau começou a ficar duro manifestando
o tesão que estava sentindo. Dani me olhava cinicamente,
aprovando o que estava fazendo. Deixei o bronzeador
pra lá e comecei a relar meu pau entre as coxas
de Kely. Quanto mais eu ia subindo, mais ela ia abrindo
suas pernas. Encostei a cabeça do caralho na
porta da grutinha de minha irmã, sentindo que
sua bocetinha estava molhada. Fiquei massageando-a com
meu mastro. Minha irmã estava delirando com aquilo
não provocando motivos para eu para. Comecei
a penetrá-la, bem devagarinho. Meu pau entrava
naquela grutinha que eu desejava desde o dia anterior.
Tudo isso na frente da minha namorada, que se contorcia
de tanto tesão. Ela, Dani, se pôs a vigiar
a redondeza para não sermos flagrados. Eu estava
nas nuvens comendo minha maninha por trás e ela
soltava gemidos de prazer acolhendo meu pau com seu
delicioso rebolado. Me desliguei do mundo curtindo aquela
deliciosa bocetinha que jamais pensara em comê-la.

Fique mais louco de tesão ao ver minha namorada
se masturbando. Não sei o que me dava mais prazer:
se era pelo fato de estar transando com minha irmã
ou se era por estar vendo Dani se masturbando e concordando
com seu namorado comendo outra mulher na sua frente.
Dani foi quem se preocupou em perguntar à Kely
se eu podia gozar dentro. Minha irmã disse-nos
que podia gozar à vontade. Neste momento, percebi
que ela levou sua mão para a xaninha e começou
a se masturbar também, aumentando ainda mais
seu prazer. Após alguns instantes, Kely se entregou
a um imenso gozo manifestado por gemidos de prazer.
Dani continuava se tocando. Que bela visão eu
tinha da minha gata. Daí a pouco entrei em êxtase,
chegando ao ponto máximo daquela inesquecível
primeira vez com a maninha, jorrando uma porrada de
líquido em sua xoxota. Eu não podia estar
mais feliz e satisfeito. Ainda com o pau na boceta de
Kely, estiquei o corpo para o lado de minha namorada
e comecei a chupar sua bocetinha. Misturavam-se língua,
boca e dedos naquela xaninha cheirosa. Dani, então,
me fez um pedido extraordinário. Pediu-me para
chupar meu caralho. Do jeito que ele se encontrava,
molhado pela porra e pelo caldinho da mana, coloquei-o
na boca dela e, daí a poucos instantes, vi sua
expressão de felicidade externar-se um delicioso
gozo. Que farra gostosa estava aquela. Passada meia
hora, eu e Dani fomos para a água.

Ali se encontrava
uma pedra mais ou menos plana na qual Dani sentou-se.
Comecei a fazer-lhe deliciosos carinhos que deixaram
meu pau duro novamente. Abri as pernas dela e comecei
a penetrá-la. Agora era a minha irmã quem
nos observara a uns 3 metros de distância. Ela
era também quem vigiava a chagada de alguém.
Estava metendo gostoso na minha gata quando ela me pediu
para penetrá-la em seu cuzinho. Levantei suas
pernas para posição de frango assado,
tirei meu mastro de sua boceta e, com ele bastante molhado,
introduzi em seu ânus, com força, arregaçando
aquele buraquinho apertado. Consegui enfiar ele tododinho.
Quando olho para a minha irmã, vejo aquela cena
de que tanto gosto: dedinho na xaninha, língua
para fora e uma mão acariciando os seios. Era
muito tesão que eu tinha para curtir. Aí
comecei a tocar uma punhetinha em minha namorada. De
vez em quando era ela quem tocava. Ficamos alternando
sua masturbação enquanto meu pau entrava
e saía naquele delicioso cuzinho. Quase que ao
mesmo tempo nós três gozamos. Para aproveitar
o sol, nós deitamos sobre a pedra, coberta por
toalhas do hotel e eu comecei a repassar aqueles magníficos
momentos que para mim significavam uma nova visão
sobre prazer sexual. E na minha imaginação
me restava um desejo que expressei-me a elas: queria
vê-las transando. Passados alguns minutos, Dani
levantou-se, pegou o bronzeador e começou a passá-lo
em Kely. Ela estava deitada de costas, de olhos fechados
e eu ali do lado, observando-as. Era perceptível
o desejo de minha namorada em devorar aquele mulherão
que se encontrava sob si. Minha irmã foi abrindo
suas pernas devagarinho quando Dani bronzeava a parte
interna de suas coxas. O tubo foi dexado de lado e,
num ato louco de prazer, Dani começou a chupar
a boceta de Kely, que não ofereceu nenhuma resistência.
Pelo contrário, deliciava-se com o ato tão
magistral de minha gatinha.

Eu fui às nuvens.
Meu pau subiu aos céus. Minha mão direita
sabia o que fazer: punhentinha para celebrar o tão
esperado momento daquela transa. Por um instante Dani
interrompeu seu banquete, se posicionou por cima de
Kely em sentido contrário e ofereceu sua xana
para a boca de minha irmã. Não podia ter
sido melhor. 69 com mulher era meu apetite visual preferido.
Era difícil perceber qual das duas era a mais
gulosa e quem sentia mais prazer. Dani foi a primeira
a gozar, continuando sua apetitosa paletada lingual
na boceta de Kely. Quando senti que eu ia gozar, corri
até o rosto de Dani e deixei aquela porra, ainda
que pouca, saltar em sua boca e na boceta da maninha.
A língua de Dani recolhia todo aquele líquido
deixando Kely com mais tesão ainda, até
que ela explodiu o desejado gozo provocado por sua parceira.
A partir daquele momento inauguramos um novo relacionamento
entre minha mana, minha gata e eu, que precedeu a numerosas
transa entre nós, em tripla ou dupla, originando,
inclusive, em outros relacionamentos inesquecíveis
e picantes.

Descoberta pelo meu irmão


Eu sou a Thata, tenho 14 anos, cab loiros e olhos castanhos.
Comecei a transar no carnaval desse ano, e desde lá
q num paro mais. Isso q vou contar aconteceu no final
do mês passado. Eu tava atrasada pra aula de natação
e acabei deixando a agenda perto do computador... nela
tinha um disquete com um monte coisas minhas... e o
meu irmão acabou lendo... Ele ficou sabendo de
muita coisa... o pior é que ele acabou descobrindo
q a irmãzinha querida dele é uma puta...
Mas o problema nem foi a agenda, foi o que tava no disquete...
tinha mensagens, conversas, fotos e até sexo
virtual... Eu sempre fui muito cuidadosa, tenho até
um diário com cadeado... e depois de tanto cuidado...
o meu maior medo é se ele conta alguma coisa
pra minha irmã... Mas voltando.

Na sexta-feira seguinte eu tava chegando
da rua (tinha saído com o meu namorado). Daí
vim pro meu quarto (o computador fica aqui) e dei de
cara com o meu irmão. Ele é mais velho,
tem 22 anos. Ele tava na net e até se assustou
quando eu entrei... reparei o volume no short e fiquei
sorrindo pra ele com uma carinha de safada... eu tava
de vestido... Aí num falei nada e fui pra janela
e empinei a bunda. Acho que ele ficou me olhando...
daí ele veio e perguntou o que eu tanto olhava...
olha a desculpa... Ele ficou atrás de mim e senti
o pau na minha bunda. Começou a passar de leve
as mãos na minha coxa... foi levantando de leve
o vestido e eu comecei a gemer... com a outra mão
ele foi subindo até meus seios, ficou acariciando
e baixou a alça... o pau tava na minha bunda
e eu mexia... os dedos na minha xaninha... eu tava doidinha...
ele tirou o vestido, me deitou na cama e começou
a me chupar... Depois fui com a boca no pau dele...
eu chupava e ele falava um monte de coisa que me dava
mais tesão ainda.... "como é gostoso
fuder a sua boquinha... eu sei que você é
uma puta que adora chupar, e como chupa..."

E engoli toda a porra dele. Aí
ele disse que ia comer o meu cuzinho. Fiquei de quatro
e ele disse que ia me arrombar toda. Fiz charme, falei
pra ir devagar, só que ele veio com tudo. Parecia
que tava com raiva, me xingava... mas eu sentia carinho
na voz. Eu tava adorando, ele falou também do
tesão que sente por mim... Ele gozou e saiu do
quarto. Num falamos mais nada. Na semana seguinte nós
fomos
passar o fim de semana fora. E foi aí q tudo
aconteceu... Logo que chegamos em Petrópolis,
eu e o meu irmão fomos pra casa da minha prima,
q vou chamar de Gabi. Ela tem 16 anos. Íamos
sair eu, a Gabi, o Lipe (irmão dela) e o Rafa
(meu irmão), mas o meu primo não estava.
Ele tem 19 anos. Então ficamos na sala conversando
com meus tios. Depois eles foram dormir e ficamos os
três, eu, a Gabi e o Rafa. Aí resolvemos
assistir vídeo. Quando meu primo chegou já
eram quase 2h da manhã e o filme já estava
no final. Daí ele ficou com a gente e disse no
meu ouvido que estaria me esperando na garagem assim
que o filme terminasse. Logo que terminou ele desceu
pra garagem. Eu dei um tempo e fui atrás, deixando
a Gabi sozinha com o meu irmão. Então
o Lipe me encostou no carro e nos beijamos. Ele foi
com as mãos por dentro da minha saia e apertou
minha bunda, fazendo meu corpo colar com o dele. Sentia
o pau duríssimo roçar na minha xana e
cada vez os amassos ficavam mais intensos... ele ia
com as mãos por dentro da calcinha e me enfiava
os dedos... e depois que tirou minha blusa foi descendo
com a boca e beijando meu pescoço até
os seios... e voltou a beijar minha boca e aí
foi a minha vez de descer a lingua por aquele peito...
abri a calça dele e segurei o pau já melado...
eu tava doida pra chupar... Aí ele sentou no
capô e caí de boca naquela delícia.

Enquanto eu chupava tive a sensação
de q tinha alguém nos vendo... e esse alguém
só podia ser o meu irmão... aí
eu fiquei louca de tesão e engolia aquele pau
chupando cada vez mais e morrendo de vontade que ele
visse a irmãzinha dele sendo comida... eu falei
"me come agora", mas o Lipe disse que primeiro
ia me chupar. Foi a minha vez de sentar no capô
e ele veio com aquela lingua deliciosa... Ficou me chupando
e eu gozava e gemia alto... e falando pra ele me comer
logo. Até que ele meteu na minha xana e nessa
hora já não via mais nada... só
gemia, gritava, urrava... ele me mandava calar, mas
eu queria mesmo que meu irmão ouvisse e visse...
então ele gozou e nos beijamos... Nos vestimos
e ele disse que ia sair primeiro. Dei um tempo e subi
também. Quando cheguei na sala dei de cara com
o meu irmão e ele perguntou onde eu tava, só
que fiquei calada e olhei pra Gabi. Ela riu e disse
que ia subir pro quarto. Fui também e ela disse
sorrindo "vc é louca..." mas realmente
eu tinha me arriscado... e se meus tios ouvissem...
mas aquilo só tava começando... Então
desci, passei pelo meu irmão e saí da
casa. Ele perguntou "onde vc pensa que vai?"
e eu disse: "vc sabe" e fui pra garagem. Lá
eu empurrei ele pro mesmo carro e disse: "Eu sei
q vc viu... faz o que o Lipe fez comigo". Ele tentava
resistir, mas eu sabia que ele também queria.
E detalhe: eu tava sem calcinha. Então demos
o nosso primeiro beijo e falei: "me xinga, me come,
faz o que vc quiser". Ele sentou no capô
e caí de boca no pau dele. Engolia aquilo tudo
e deixava ele doido... Ele me chamava de puta, vadia
e sei lá mais o que... Daí ele me agarrou,
me fez deitar e começou a chupar minha grutinha...
ai, ele enfiava a lingua bem fundo... me esfregava no
rosto dele e gemia muito e falava "vai meu puto,
assim... não para... me fode toda..." Aí
ele colocou o pau entre as minhas pernas e quando entrou
eu vi estrelas... foi uma sensação muito
louca... eu dei um grito e ele abafou com um beijo.
Queria poder explicar o que senti, mas só dá
pra dizer que foi maravilhoso!! Gozei d+++ Ele gozou
e ficamos ali parados... eu achava q ele tava morto,
mas daí ele veio, me colocou de costas e meteu
na minha bunda. E fez isso com uma vontade... pra dizer
a verdade quem tava morta era eu, mas aguentei... e
senti ele gozar no meu cu. Mas o detalhe é que
já era a 3ª transa do dia... a 1ª tinha
sido com o meu namorado.

Depois q ele se vestiu e saiu eu ainda
tava chorando, mas só q isso ele não viu.
Foi incrível, inexplicável... De lá
pra cá transamos quase sempre. Um dia desses
eu passei pelo quarto dele, vi a porta aberta e entrei.
Ele tava deitado assistindo tv e sentei na cama na direção
do pau dele. Eu tava de shortinho e camiseta, sem nada
por baixo. Meus seios pareciam querer pular... Dei um
tempo e fui com mão por cima do short dele. Fiquei
alisando bem devagar.

Peguei a mão dele e coloquei
na minha coxa. Aí coloquei o pau dele pra fora
e fiquei masturbando. Logo senti a mão dele também
me masturbando. E fui pra cima dele e fizemos o 69.
Ele usava a lingua, os dedos... colocava na minha xana
e no cu. Aí eu levantei, peguei a camisinha,
vesti o pau dele e sentei... Fiquei subindo e descendo
até ele gozar. Depois tirei a camisinha e chupei
tudinho. Chegamos a conversar um pouco, ele disse q
se sente culpado, q tenta resistir, mas naum consegue.
Mas ainda num deu pra conversar direito. O estranho
é q ele tá diferente comigo desde o dia
em que descobriu sobre mim... não sei se é
raiva, ciúme... deve ser complicado pra ele,
um dia ele acha q a irmãzinha dele ainda é
virgem e no outro... ele me acha uma puta...

Quem quiser conversar sobre isso, vou
deixar um endereço:

thatasinha@zipmail.com.br

Sou louco pela minha irmã



Contos EróticosFamília
Tenho 19 anos, sou do tipo forte e grande. Moro com
meus pais e minha irmã Roberta de 18 anos. Tudo
começou no início do ano, quando ao brigar
com minha namorada, fiquei uns dois meses sem nenhum
sexo. Eu já estava para explodir. Certa vez,
ao chegar mais cedo da faculdade deparei com uma cena
que me deixou completamente perturbado. Roberta, que
chegara de sua aula de dança estava deitada de
bruços no chão assistindo TV. Ela usava
uma mini saia sobre uma minúscula calcinha de
renda toda enfiada que deixavam totalmente ` mostra
a sua empinada bundinha .

Instintivamente meu pau reagiu,
formando um enorme volume sob minha calça. Ao
perceber minha presença, ela compôs-se,
sem graça mas não pode deixar de perceber
que seu corpinho de ninfeta começava a me encher
de tesão. Fingi que nada acontecia, subi para
meu quarto onde me masturbei desesperadamente pensando
naquela delicia de menina que estava a poucos metros
de mim. A partir deste dia não tive mais paz,
pois Roberta parecia fazer a máxima questão
em me tirar do sério. Era cada vez mais freqüente
topar com ela desfilando em seus shortinhos cavados
e camisetinhas que denunciavam seus lindos peitinhos
ainda se formando. Incrível como Roberta com
aquela idade estava tão gostosinha.

Cinturinha
fina, bumbum arrebitado e coxa grossa. Eu tinha que
possuí-la! Depois de três meses de tortura,
numa noite em que estávamos sos em casa, eu assistia
um filme na sala, quando percebi que minha irmã
havia descido para beber água. Ela usava um baby-doll
transparente tamanho "ppp". Podia-se perfeitamente
observar seus mamilos rosados sob o tecido. Também
era impossível não babar ao admirar aquele
shortinho minúsculo quase invisível entrando
na bunda que realçava sua tanguinha vermelha
cavada. Ao voltar da cozinha sentou-se ao meu lado e
me confessou estar com medo dos trovões que eram
intensos. A convidei para assistir o filme e ao sentir
o calor de sua coxa ao lado minha foi o suficiente para
meu pau enrijecer como uma rocha. não pude disfarçar
minha excitação sob meu short de malha.

Fiquei ainda mais excitado ao perceber que ela já
havia percebido e que fixava imóvel meu membro
que já tomava proporções gigantescas.
Com muito jeito a perguntei o que ela achava do meu
pau. Assustada e sem jeito me disse que não sabia,
pois nunca tinha visto um assim antes. Perguntei se
ela gostaria de vê-lo para fora. Um pouco mais
a vontade me disse que sim. Então puxei bem devagar
minha pica, que a essa altura latejava de tanto tesão,
para que ela pudesse admira-la. Quando o coloquei todo
para fora ofereci para que ele o tocasse. Me perguntou
se eu achava certo aquilo, e respondi que não
faríamos nada de errado. Apenas pegar não
tinha problema. Meio desconfiada segurou meu membro.
Percebi sua excitação, ao exclamar: Nossa!
Como é quente e duro! Lentamente fui a encorajando
a acaricia-lo. Em pouco tempo já estava sugando
minha vara com toda volúpia de uma adolescente
totalmente tomada pelo tesão.

Coloquei-a, então,
de quatro e fui arrancando com a boca seu shortinho
e sua calcinha que estavam completamente encharcados
. Que delírio aquela marquinha de fio dental
desenhada em seu bumbum bronzeado! Roberta rebolava
como uma fêmea no cio. Implorava para ser penetrada.
O que fiz como um animal. Estoquei-a com velocidade
e violência. Ela se contorcia de tanto prazer.
Fizemos amor de todas as maneiras possíveis.
Minha irmã era insaciável, apesar de sua
inexperiência. Depois de horas de sexo selvagem
tomamos banho juntos, onde ainda rolava sacanagens e
mais sacanagens. Que fêmea é a minha irmã!
já eram três horas da manhã, quando
exaustos e saciados adormecemos. já fazem três
meses que nós transamos e não me arrependo
em absoluto. Sou louco por minha irmã!

Meu filho come sua irmã


Meu nome é Luiz Alfredo tenho 42 anos e moro com minha mulher Izadora, 39 anos e nossos dois filhos, meu filho Lucas e Luciana, de 20 anos.
Luciana é uma linda mulher, mais ou menos 1,65 m de altura; rosto angelical; olhos verdes; cabelos negros e lisos; seios médios e durinhos, cinturinha fina de quadris largos formando um corpo violão, pois sua bundona é exageradamente grande, redonda e arrebitada.
Até algumas semanas atrás via Luciana apenas como filha, mas depois do que descobri, passei a vê-la como uma fêmea pronta para ser fodida!
Tudo aconteceu há três semanas. Nós tínhamos uma vida normal, típica família harmoniosa. Luciana sempre tratou o Lucas com muito carinho, pois era seu único irmão e ainda por cima, mais novo que ela. Nada de mais, até aí.
Mas certo dia voltando do trabalho mais cedo, não vi ninguém em casa. Estava indo para meu quarto quando percebo que tinha alguém lá. Curioso, fui chegando devagar, abri um pouco a porta, pois estava apenas encostada e espiei. Nunca esquecerei a surpreendente e deslumbrante visão que tive: minha filha Luciana estava completamente nua e de joelhos passava um pauzão enorme no meio dos seus seios. Petrificado pela imagem da minha própria filha fodendo em minha cama e hipnotizado pela sua beleza, fiquei ali estático, sem conseguir ver o dono do cacete, pois minha filha estava na frente dele.
Mas de repente eis que apareceu o dono da enorme vara e era... era meu filho Lucas vindo de trás de Luciana! O meu filho de apenas 14 anos estava ali prestes a foder uma puta de 20 anos, e o mais incrível é que essa puta era sua própria irmã! Nunca pude imaginar isso!
Eu pensei em entrar no quarto imediatamente e acabar com aquilo, mas alguma coisa sem explicação me segurou, e eu que não trepava havia mais de um ano, comecei a gostar da cena e meu pau começou a crescer. Nunca tinha estado com tanto tesão. Minha filha era perfeita! Eu nunca tinha me atrevido a pensar em Luciana como mulher e ali estava aquele mulherão, com aquela bundona grande e perfeita com uma minúscula marquinha de biquínis.
Eu não agüentei, comecei a alisar meu cacete, enquanto me deliciava com a cena que se desenrolava na minha cama. Minha filha agora estava segurando cacete do irmão que era enorme apesar de seus 14 anos, começou uma espanhola. Movimentos rápidos que meu filho pediu para ir devagar, senão iria gozar rápido. Luciana obedeceu e iniciou um deliciosa chupada nele.
Ela começou lentamente, mas foi aumentando a velocidade até quase fazê-lo gozar na sua boca carnuda. Ficaram assim por alguns minutos até que Luciana parou.
Lucas perguntou o porquê da pausa. Deu para notar um sorriso sacana no rosto da vagabunda, continuei onde estava, pois coisas ainda iriam acontecer. Com efeito, logo em seguida ela sentou em uma cômoda que tem no meu quarto, abriu as pernas e pediu para seu irmãozinho chupar sua bocetinha. Eu nunca tinha visto uma boceta tão carnuda e linda quanta a que eu estava vendo ali, era um espetáculo mesmo e o sortudo que comia aquela preciosidade era meu filho! Com apenas 14 anos ele já desfrutava de tudo aquilo, safado sortudo!
Lucas começou com uma lambida que evoluiu para uma bela chupada. Notei que Luciana estava mordendo os lábios de tanto tesão, de repente começa a gemer feito uma puta ao mesmo tempo em que ofegava abundantemente. O gemido dela era uma delícia, mais ou menos assim: “aaahhh, aaaaiiiiii, aiiii ahhhhh... uiiiiii, uiiii”... percebi que ela gozou fartamente, mas, pelo visto ainda queria mais! Ela se levantou e deitando-se na cama abriu as grossas coxas expondo por completo aquela xoxota perfeita. A seguir, pediu: “agora vem me comer meu cachorro safado, vem meter essa piça descomunal na xotinha de sua irmã, vem”...
Lucas que dessa vez estava com as pernas bambas de tanto tesão, foi pra cima dela de pica em riste e devagar enfiou tudo na boceta daquela puta. Luciana pôs seus lindos pezinhos no ombro de Lucas e de frango-assado começou a levar vara! À medida que ele foi metendo, Luciana gritava, depois passou a gemer e dizer palavrões assim: “aaahhhhh, aiiii, mete caralhudo, isso, come a putinha da sua irmã, vai irmãozinho, come esta biscate, vai seu pirralho, enfia tudo com força! Te vi crescer e agora você me come, seu canalha, aproveita porque eu não resisto ao seu cacetão gostoso, me come caralhudo, me come piçudo, fode sua própria irmã, incestuoso! Mete mais forte, mais forte, enfia tudo, aaaahhhhhh, aaaahhhhhh, aaaaaiiiiiiii, uuuiiiiiii, mete forte, mais forte que quero gozar na sua pica”...
Eu quando escutei essas palavras gozei. Segundos depois eles gozaram, Lucas encheu a boceta de Luciana de pôrra e depois de urrar como animal foi tirando a vara ainda dura e pingando da xoxota dela que ficou aberta pela trepada recém dada.
Fiquei impressionado com a cena, pois Lucas só tinha 14 anos e já gozava daquele jeito.
Depois do gozo ambos ficaram deitados por alguns segundos. Luciana se levantou e começou a chupar o pinto do irmão que estava ficando mole. Rapidamente o pau dele cresceu endurecendo. O meu pau também cresceu. Lucas dessa vez sugeriu um meia-nove e Luciana aceitou. Começaram um meia-nove e eu quase delirei. Eles ficaram assim por alguns minutos até que Luciana ficou de quatro e pediu para Lucas comer seu cú. Pôrra já era demais: o pirralho ia fazer serviço completo na gostosa da irmã. Nem eu já tinha feito isso em alguma mulher antes!
Ele com 14 anos iria fazer, e pior, com uma mulher muito gostosa. Ele disse que pegaria um creme para lubrificar o cuzinho dela, mas Luciana disse que não precisava, pois já tinha dado muito o cú e que o risco de o pau entalar era pequeno e que para lubrificar era só pegar o lubrificante da sua boceta. Ele então enfiou o cacete na buceta dela e ficou fodendo-a por trás por algum tempo, fazendo a safada gemer e gritar de prazer! Em seguida, tirou da xana e enfiou no cú dela. Eu fiquei pensando que a minha filha que eu tratava como um anjo já tinha dado muitas vezes, principalmente o cú. Enquanto isso, meu filho fodia o cuzinho de sua irmãzinha com fortes estocadas e ela gritava de prazer. Uma delícia: de quatro, com sua deliciosa bunda exposta, levando no cú com a mão na boceta, gemendo alto: “aaaaaiiiiiiii, uuuiiii, fode o cuzinho da maninha, fode, isso cachorro, aprendeu certinho, já é um macho de verdade, o meu macho, aaahh me come”... Eu gozei outra vez, mas Lucas demorou um pouco mais. Mas gozou bastante, não tanto quanto na primeira gozada, mas bastante; o suficiente para encher o cú de Luciana de pôrra. Depois da transa eles ficaram na cama conversando e me surpreenderam de novo: essa não era a primeira foda entre eles; Lucas ainda era virgem e só conhecia sexo através de filmes pornô e que fora Luciana quem o seduzira! Mas, ele gostou tanto que continuou fodendo-a todas as noites, tornando-se um amante completo. Ela confessava que depois que começou a foder com o irmão, não deu para mais ninguém, que ele a satisfazia totalmente!
Foi à partir dessa transa que passei a ver Luciana como uma fêmea e não mais apenas como filha. Decidi que mais cedo ou mais tarde eu iria fazer com ela o que o Lucas fez! E essa ocasião não demorou pra acontecer, pra ser mais exato, foi três dias depois!
Lucas e Izadora foram a uma cidadezinha próxima visitar minha cunhada, pra dizer a verdade, eu dei toda força para que eles fossem e me deixasse a sós com Luciana!
Luciana parecia adivinhar o que eu tinha em mente, pois quando cheguei do trabalho, ela me esperava usando uma roupa que deixou-me de pau duro! seu micro shortinho der lycra deixava a formosa bundona de fora e espremia sua xoxota de tal forma que a deixava partida ao meio e a blusinha mal cobria aqueles seios belíssimos e apetitosos! Jantamos conversando e rindo, tudo normal, mas eu mal conseguia conter o tesao e a vontade de jogar aquela vadia em cima da mesa e meter a vara nela ali mesmo! Mas, tinha de ter calma!
Ajudei Luciana a limpar a cozinha aproveitando para encostar “sem querer” na sua preciosa bundona, ela percebia, mas disfarçava, mas parecia estar gostando de sentir meu cacetão duro por sua causa! Meu pau é pouco menor que o de seu irmão, mas ainda assim é um belo cacete de 20 cm e bastante grosso! Ela iria gostar dele na sua xoxota, ah, ia!
Ficamos um tempo vendo TV na sala o tempo para fazermos a digestão e só então resolvemos nos recolher. Uma vez em meu quarto, dei uns cinco minutos, daí com uma desculpa qualquer pedi que Luciana fosse até lá. Despi-me por completo e com a vara em riste esperei minha filha deitado na cama de barriga para cima, a pica apontando para o teto. Enrolada em uma toalha, minha filha entrou no quarto e parou estática, a mão na boca olhando-me sem dizer nada! Pedi que ela se aproximasse e Luciana caminhou lentamente até a cama onde eu pedi que ela se sentasse. Finalmente ela conseguiu falar: “pai, o que significa isso”? Abri o jogo: disse que tinha visto-a fodendo com o próprio irmão, que tinha ficado alucinado e armara a viagem dos dois para poder ficar a sós com ela. “resumindo”, disse eu, “agora eu quero desfrutar desse corpinho maravilhoso. Se seu irmão pode, seu pai também pode, não acha justo”? Ela ficou um pouco em silêncio e retrucou: “e se eu não quiser, o que vai fazer? Contar pra mamãe, proibir Lucas de continuar me comendo”? Antes que eu respondesse, ela mesma concluiu: “o senhor pode faze o que quiser, mas não vou deixar de dar pra meu irmão nunca”.
Falei que tudo bem, ela poderia continuar fodendo com o irmão desde que desse pra mim também, mas a safada retrucou: “nem pensar, não vou dar pro senhor não! Esta boceta agora é só do Lucas, não dou mesmo pra mais ninguém”! Fiquei indignado com aquilo e resolvi apelar: com força, puxei Luciana pra cama, a toalha caiu deixando-a completamente nua em cima de mim! Ela começou a lutar tentando sair dali, mas eu fiquei por cima dela com a pica cada vez mais dura enquanto Luciana tentava em vão fechar as pernas evitando ser penetrada! Consegui abrir as pernas de minha filha e quando a cabeça de meu pau encostou na sua racha, percebi que ela estava molhada, sinal de desejos também! Por isso, ajeitei a vara na rachinha e dei uma socada penetrando-a de um só golpe! Luciana tentava bater em mim, gritava “não, não, páre, tire seu cachorro, páre com isso”, mas eu comecei a meter forte fodendo sua boceta que ficava cada vez mais molhada permitindo que meu pau entrasse e saísse facilmente! Depois de algum tempo ela continuou lutando, mas, claramente fingindo, gritando entre frases como: “cachorro safado, vou contar pra mamãe, aaaaaiii, vou contar que o senhor me fodeu na cama dela, aaahh que caralho mais grosso, pôrra, mete devagar, está gostando não é, está gostando de socar a ripa na sua própria filha”... Eu dizia: “pode contar sua cadela, pode contar, mas hoje vou te comer como mereço, tome vara sua cadela, óh que xoxota mais gostosa, tome, tome vara sua cadela”... Levantei o corpo de forma a poder ver meu pau entrando e saindo daquela xoxota apertada, era bom demais, mas ainda não era hora de gozar. Então levantei as pernas de Luciana deixando-a de frango-assado e voltei a socar a vara nela cada vez com mais força! Mesmo contrariada, ela teve um orgasmo fabuloso gritando e mexendo em baixo de mim, chamando-me de “velho safado da pica grossa”... Ainda faltava algo por isso tirei a pica da sua xoxota e rapidamente coloquei Luciana de quatro. Ela sabendo o que eu queria, encostou a cabeça na cama empinando a bundona e abrindo as pernas expôs aquela xoxota gordinha que se abriu toda. Penetrei-a de uma só estocada e segurando seus quadris, passei a foder minha filha alternando estocadas rápidas e mais devagar. Ela gritava “mete cachorro, fode sua filha velho de pau grosso, me come, era isso que queria não é, então me come, me fode na cama da minha mãe”... E eu: “grite sua pirinha, cadela safada, no fundo você queria a pica grossa de um macho maduro, pode continuar fodendo com seu irmão moleque, mas de vez em quando terá de abrir as pernas pra seu velho”... E acelerando as estocadas comecei a soltar jatos e jatos de pôrra na xoxota de Luciana que gozou de novo uivando como uma loba! Dei conta daquela cadelinha!
Tão logo saí de dentro dela, min há filha se levantou e correu para seu quarto, não queria falar nada, confessar que tinha gostado e gozado duas vezes na minha vara!
Quando Lucas e Izadora voltaram de viagem ninguém percebeu o que tinha acontecido e eu assisti aos dois fodendo naquela noite. Meses depois dessa noite, Luciana tem trepado com Lucas todas as semanas, mas já fui duas vezes ao seu quarto onde “peguei-a na marra” e meti a lenha na sua xoxota suculenta. Ela continua a fingir que não quer, que detesta dar pra mim, mas sempre goza loucamente na minha pica!

Enrabando Minha Irma


Nem sei como contar isso , mas estou errabando minha irmã 5 dias por semana.
Ela tem 19 anos , é minhonzinha , gostosa , peitinhos do tamanho de mangas medias , abusa das minissaias quando está em casa porque la fora meu pai não deixa , anda pela casa desfilando aquelas coxinhas torneadas e grossas de estudante de balé que é.
Dia desses estava largado de shorts e sem camisa no sofá da sala e ela passou de sainha plissada cor de rosa e uma jaqueta de jeans ( não me pergunte por que) cabelos longos indo até o meio das costas . Passou em e frente ao sofá , depois voltou dois passos de ré e disse sorrindo com o canto da boca: "benza deus heim ...!!!" " bem que a priscila disse que eu tenho um irmão bem gostoso".
Antes que eu me recuperasse da surpresa ela veio até a beira do sofá e sentou no encosto , sobre uma das coxas ( e que coxa). Se inclinou ate mim e alisou meu peito. Meu pau quase pulou pra fora do calção , principalemtnte porque vi que ela não tinha nada por baixo do jeans.

"A louca da priscila perguntou se voce era pausudo" Disse rindo... " To vendo que é, mostra pra mim".

Ja não via mais na minha irmazinha que eu levava pra escola a poucos anos atras, agora estava diante de uma mulher louca pra dar , chupar , ser chupada e eu estava voltando do serviço de 30 dias no quartel , tirei o pau pra fora que ficou ereto e duro.
Até brilhava o danado.

"OOhh!" gemeu minha irmã Marcinha e caiu de boca nele deintando um pouco sobre mim. Foi uma delicia , uma boca quente , envolvente , nem via ele engolfar meu cassete direito porque os cabelos castanhos claro tapavam toda a area. Me concentrei então a levantar a sainha dela ja que estava de quatro e tocar no seu sexo.
Foi facil , a safada não usava calcinha ( será que um dia usou dentro e casa?). Alisei a xota dela , ensopada enquanto ela engolia freneticamente eu pau e gemia palavras. Me inclinei para um lado do sofá e ajustei uma das pernas dela pra começar o 69 mais alucinante da minha vida. Mergulhei a boca naquela buceta raspadinha como gato em sardinha.
Dancei minha lingua em todos os ritmos que voces possam imaginar, fui tão longe que as vezes ela parava de chupar meu pau levantava a cabeça e ficava paralizada olhando pra cima . Abraçava aquelas coxas como se faz da musculação com aquele aparelho para os biceps. Esmagava aquelas pernas contra meu peito, com a lingua enterrando naquela xota meio fedida meio perfumada , aquel cheiro caracteristico de femea. Um cheiro de creme amaciante misturado com fumo de havana , uma coisa que inebria e excita. Chupava ela e ouvia ela gemer : Ahh! AAhh! uuuii que gostoso.

Nos chupamos por 15 minutos , minha lingua ja estava travando , cochichei no ouvido dela "da pra mim marcinha?".

"Não dou não" disse ela rindo e ainda ofegante. Se levantou e ainda de jaqueta e saia, ficou de costas para mim que estava sentado de novo no sofá com o pau todo lambuzado e pra cima. Abriu minhas pernas enquanto eu levantava aquela sainha cor de rosa e sentou bem devagar enqolindo minha piroca e rebolando de leve pra entrar até ao fim. Apoio as mão nos meu joelhos e começou a subir e descer aquela bunda linda no meu colo. A cada descida eu quase explodia de tesão.
Uma bucetinha apertada da minha irmãzinha de 18 anos engolia me membro. Ela gemia como uma criancinha tanto na subida como na descida. "Aaaaaiii! Ai! AAAAAiii! ... Subiu e desceu mais ou menos uma 25 vezes , bem de vagar , me fazendo relembrar de todas as bucetas que ja comi . Depois começou a quicar mais rapido no meu colo , me deixando escitado , tirei o casago dela meio desajeitadamente e comecei a xupa-la nas costas emquanto fodia sua buceta. O tesão foi aumentando , o ritmo tambem, alucinadamente . Ela deu uma ultima xuxada na minha rola e se virou como se montasse numa bike e me alisando e sorrindo engoliu meu pau de novo com aquel doce buraquinho ja avermelhado de tanta meteção Começamos um novo tempo de tepaçãomais gostoso poque tinha agora os peitos e aquel boca linda a minha disposição.
Os beijos de lingua foram intensos, meus pensamentos se mesclavam, eu beijava e chupava minha irmã e ao mesmo tempo comia uma menina maravilhosa que so em sonhos achei que era possivel. As coxas dela abraçavam as minhas. Eu trazia aquela loucura de buceta contra meu pau forçando as vezes cintura dela as vezes o ombro.

"Mete , mete maninho gostoso , mete , quero te dar desde os 12 anos , tira meu atraso meu amor , quero meter com voce todos os dias da minha vida" ela falava isso jogando a cabeça para tras , rebolando as ancas e fazendo os seios dançarem na minha frente. Me excitei mais ainda , peguei-a firme pela cintura e me levantei , ela se manteve abraçada com as pernas trançadas nas minhas costas, metemos rodando pela sala , gemendo e urrando palavroes. Ja quase gozando , fui de encontro ao batente da porta , escostei ela na parede do corredor e dei minha ultimas estocadas, uma , duas , tres , quatro, indo com meu pau até o fundo daquela xota até gozar la dentro. Satisfeitos , demontamos nossa combinação de pernas e ficamos de pé abraçados nos beijando levemente , nus , mas como dois namorados na fila do cinema.

Minha mãe me flagrou comendo minha irmã


Meu nome é João Felipe e tenho 16 anos.Moro com minha mãe,Margarida,39 anos;meu pai Mauro,41 anos;e minha irmã,Vanessa,20 anos.Já contei a história da minha irmã ,na qual contei o triângulo sexual entre minha irmã e meu pai e minha irmã e eu.Agora vou contar a história de como fiz sexo com minha mãe. Minha mãe é muito bonita e gostosa.A cada ano que passa ela fica melhor.Ela com seu rosto lido e seu corpo escutulral:olhos azuis;cabelos lisos e ruivos;1,64 de altura;seios fartos e duros;cintura não tão fina(mais a sua barriguinha é linda);coxa grossa;e a bunda grande(igual ao da minha irmã).Eu não sentia atração por ela por ser minha mãe,mas depois de descobrir do relacionamento da minha irmã e do meu pai e depois do meu relacionamento com maninha.Eu passei a gostar de todo tipo de incesto.Já que mamãe é gostosa.Não é a toa que ela é gostosa:faz academia 2 vezes por semana.Minha mãe,Marga,fica muito gostosa quando veste aquelas malhas de ginástica.Certo dia,ela estava me levando para escola e estava usando uma dessa malhas.Eu aproveitei que estava com a mochila no colo e tive uma ereção.Já que ela não poderia ver o meu pau duro mesmo.Só que à medida que via os contornos das suas lindas coxas e até mesmo o contorno da sua xana,apertei a mochila conta o meu pau e gozei perdendo o ar.Minha mãe percebeu e perguntou o que era.Respondi constrangido que tinha perdido o ar.Ela nada disse.Em uma manhã,eu estava acordando e escuto o barulho do chuveiro,era minha mãe tomando banho.Corro para a porta do banheiro que estava fechada,mas não trancada.Pois minha mãe com certeza,não trancou a porta porque eu estava dormindo e não tinha ninguém em casa.Ela poderia ficar a vontade,sem contar com a possibilidade de eu acordar,pois tenho o sono pesado e acordo bem tarde.Mas nesse dia eu não conseguia dormir e me levantei.Olho pela fresta da porta,pois ela não poderia escutar os rangidos da porta abrindo já que o barulho do chuveiro é mais forte.Vejo os contornos do seu lindo corpo nú.Sua linda xaninha semidepilada.Meu pau ficou como uma pedra.Ela começou a esfregar a buceta com o sabonete.Eu não agüentei o tesão e gozei soltando uma pequena quantidade de porra na porta.Não me preocupei com o fato de Marga,minha mãe ver a porra na porta,pois achei que ela não perceberia.Mas percebeu quando sairia do banheiro.Ela me perguntou o que era aquilo.Eu que ainda estava por perto respondi que não sabia.Ela disse que parecia leite condensado ou esperma.Eu que estava por perto comecei a tremer de medo,pois pensei que ela suspeitaria de mim.Eu faço sexo casualmente com a maninha,mas com mãe é diferente,pois eu não sei como ela reagiria se eu a chamasse para trepar.Isso foi superado.Alguns dias depois,esta eu e Vanessa em casa sozinhos,pois meu pai foi trabalhar e minha mãe foi ao supermercado.Fomos nadar na piscina para "brincar" um pouco.Depois de metelão federal na piscina fomos fazer um sexo anal beira da piscina.Peguei o gel lubrificante e passei no pau e em seguida no dedo médio.Não podíamos ficar sem o lubrificador,para não entalar como na primeira vez.Maninha com sua linda bunda ficou de quatro.Introduzi o dedo médio naquele cuzão.Em seguida meti meu pau duro dentro do cú de Vanessa.Ela gemia e se masturbava com a mão direita.Seu cú estava mais fácil de penetrar,pois eu estava metendo bastante nele ultimamente.Quando gozo,vejo minha mãe nos olhando pela janela.Ao perceber que eu estava olhando para ela,saiu correndo.Eu não disse nada à Vanessa.De noite,fiquei esperando Marga chegar.Quando chegou,minha irmã tinha saído com uma amigas e o meu pai não tinha chegado do trabalho(e só chegaria bem mais tarde,pois iria fazer hora extra).Seria o momento bom para conversar com minha mãe.Minha mãe veio brava e chorando.Me deu um sermão e disse que iria contar para o meu pai.Eu meio irônico disse que ele não poderia fazer nada,pois ele faz a mesma coisa com a Vanessa.Minha mãe ficou chocada e começou a chorar.Disse que sempre desconfiava.Ela correu para o quarto dela.Eu fui atrás.Marga disse para eu sair do quarto dela,eu não obedeci.Ela dizia que iria se separar e expulsaria Vanessa de casa.Eu comecei a defender Vanessa,dizendo que ela foi forçada desde os 11 anos e não tinha culpa.Minha mãe chorou mais ainda.Ela que estava sentada na cama me abraçou,sendo que eu estava em pé.Não era o momento propício,mas ao perceber que o meu pau estava encostado nos fartos seios de minha mãe,fiquei excitado na hora.Marga percebeu.Pensei que ela iria me dar uma bronca,mas não.Ela pegou o meu pau através da calça e disse que o meu pau era grande.Falou que o meu pai não dava no coro e quando tentava brochava.Eu percebi que ele era brocha,quando não conseguia gozar na gostosa da maninha.Deu uma risada de puta.Tirou o meu pau para fora da calça e começou uma suave punheta.Depois começou mais forte.Chegou um momento que eu não agüentei e gozei na cara da puta veia.A porra sujou seu lindo rosto.Entrou porra até nos seus olhos azuis.Ela ainda sorrindo começou a mamar ,tirando assim os vestígio de porra que ficou no meu pau.Mamou feito uma puta profissional,recuperando o meu tesão.Ela tirou a blusa mostrando seus grandes seios.Pegou o meu pau e começou uma espanhola.Ela disse que iria devagar,pois queria que sobrasse um pouco de porra para ela.Depois da espanhola ela me perguntou se eu sabia chupar uma buceta.eu disse que Vanessa adora quando eu faço isso com ela.Minha pegou a minha mão e pôs por dentro da calça dela em cima da buceta.Percebi que o grelo dela era maior do que o de Vanessa.Fiquei louco,tirei a calça dela e comecei a chupá-lo.Ela gemia e se contorcia.Mas ela antes de gozar pediu para eu parar.Em seguida pediu para eu sentar na cama.Logo em seguida sentou no meu colo encaixando a buceta no meu pau.E começou a beijar minha boca.Eu deixei de beijar sua boca e comecei a chupar seus seios.Ela cada vez mais aumentava o ritmo da cavalgada.Ela dizia palavrões,chamava meu pai de corno,me xingava,xingava minha irmã de puta etc.Gozamos.Depois disso minha mãe me pediu para eu fazer o que estava fazendo com a Vanessa na piscina.Ela disse que sempre quis dar o cú,mas o meu pai não gostava.Mas então peguei o gel no meu quarto,minha mãe que já estava completamente nua ficou de quatro.Seu cú era tão lindo quanto ao de Vanessa.Depois de lubrificar o cú dela e o meu pau,comecei a bombar.O cú dela estava fechadinho e eu fui rasgando suas pregas.Ela gemi de dor e eu mesmo masturbava sua buceta com a minha mão esquerda.Margo adorou.Gozei primeiro,mas continuei masturbava a puta da mamãe.Até que ela gozou também.Hoje eu ainda como as duas.Principalmente depois que o meu pai se tornou brocha de vez.Tanto maninha quanto mamãe vêm me procurar sedentas de sexo.FIM.

SEXO INCESTUOSO COM A MANINHA E A PRIMINHA



Autor: : anderson_bh@zipmail.com.br Categoria: Homens contam...

A história que vou contar é real, e envolvem três pessoas: Eu, minha irmã, a Paula (Morena clara, cabelo grande, corpo perfeito, 19 anos) e nossa prima, a Kaliana (morena clara, cabelo chanel, corpo escultural, 19 anos). Meu nome é Anderson, tenho 1,80, 79Kg, cabelos castanhos, corpo legal e estou com 22 anos. A orgia mais deliciosa da minha vida aconteceu em final de janeiro de 2000. Estávamos em casa, e nossa prima, vinda de outra cidade, veio passar uns dias conosco, ela e sua mãe. No primeiro dia, nada de mais. Ela e minha irmã ficavam conversando o tempo todo, e quase não sobrava tempo pra gente conversar (eu e minha prima). No segundo dia, nada de anormal, mas no terceiro, entrei em casa e as duas como sempre conversando no quarto. Elas não me viram nem ouviram entrar, porque o som do quarto estava ligado, baixo, mas impedia que elas escutassem alguém chegar. De bisbilhoteiro mesmo, resolvi escutar de perto da porta, sem que elas me vissem. A surpresa: a primeira coisa que ouvi foi minha prima perguntar a minha irmã: \"E você já o viu pelado?\" Achei que estavam falando de qualquer cara, mas continuando a escutar a conversa, ouvi minha irmã dizer: \"Já, é normal pra gente estar nu um perto do outro, ele não liga, e eu tb não, nunca fizemos nada\". Comecei a sacar, estavam falando de mim, porque eu realmente ficava nu perto da minha irmã e ela perto de mim, e a única vez que tinha me passado algo pela cabeça em relação a minha irmã, foi um dia que estando pelada, ela se agachou, dobrando as coxas, de costas pra mim, pra pegar um brinco no chão do quarto. Confesso que me deu uma vontade de toca-la, mas eu sabia que ela não reagiria de forma amigável, iria achar estranho e poderia passar a me ver de outro jeito, como um tarado sexual. Na verdade eu era, mas querer que alguém de casa soubesse disso, definitivamente não estava nos meus planos. Querendo dar um susto nelas, resolvi entrar sem avisar, a porta estava só encostada, com uma frestinha bem pequena por onde eu ouvia a conversa. Quando entro, a surpresa: Minha prima estava só de calcinha e soutien, e minha irmã de toalha. Minha prima era linda e eu não sabia, corpo perfeito, bem delineado, curvas deliciosas, hum, fiquei doido. Mas foi um escândalo total, minha prima levou um susto mas ficou imóvel. Só minha irmã que começou a me xingar e me empurrou pra fora, trancando a porta. Depois desse dia, passei a olhar minha prima de um modo diferente. E como ela não é boba, logo percebeu e passamos a flertar com olhares. Minha irmã não dava desconto, sempre que tínhamos uma oportunidade de ficar juntos e começávamos a conversar, minha irmã logo chamava: \"Kaliana, vem cá ver uma coisa\". Isso estava me deixando com mais desejo, uma vontade doida de beijar aquela boca e me esfregar naquele corpinho perfeito. Até que no sábado, minha irmã saiu com um carinha e chamou a Kaliana pra ir com ela. Como minha prima se mancava, disse que não iria porque não queria ser vela de ninguém. As coisas começavam a estar a meu favor. Meus pais e minha tia sairiam pra ir à igreja, a um casamento de uns conhecidos, e como eles achavam que minha prima iria sair com minha irmã, nem se preocuparam em insistir pra ela ir também, nem ficaram com medo da priminha ficar sozinha com o priminho. Minha prima nada denunciou, mesmo sabendo que não iria com minha irmã. Ficamos eu, minha prima e minha irmã, sendo que minha mana esperava o carinha. Como eu tinha alugado um filme pra eu ver, minha prima havia dito que iria vê-lo comigo. Estávamos conversando os três, até que o tal carinha chegou. Lá se foi minha irmã. Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Aquele tesão de garota sozinha em casa comigo. Começamos a conversar, sobre um monte de coisas, mas como eu sabia que meus pais iriam voltar em cerca de três horas, não perdi muito tempo. Eu estava de short e camisa polo, ela de saia e blusa, ambos descalços. Estava fazendo um friozinho. Sentei na poltrona mais perto dela e disse: \"Olha como meu pé está gelado\" colocando meu pé sobre o dela. Ela disse: \"Você não viu os meus!\" e colocou os dela sobre minha perna, na altura da canela, aproveitando-se pra sentir meus pelos da perna. Ela esfregou o pé e logo tirou. Eu disse: \"Tá um picolé\" e ela: \"Você não viu minhas mãos, olha\" e colocou as duas mãos no meu pescoço, como quem segura um gatinho pela carinha. E eu: \"Nossa, que perfume gostoso vc usa, qual é?\", e ela: \"Não é perfume, é cheiro de banho tomado\" e eu: \"Suas mãos não estão tão frias assim\" e ela: \"Que isso... você não tá sentindo? Olha!\" e nessa hora, colocou a mão na minha coxa e apertou. Meu pau já estava enorme. Não resisti e toquei seu rosto com as pontas dos dedos e disse pra ela que ela era uma gracinha. Nos olhamos nos olhos e não agüentei, dei um beijo tão quente e molhado naquela boca, que quase me faltou ar. A sua língua era de veludo, e o gosto do seu beijo era um tesão. Quanto mais nos beijávamos, mais perto ficávamos. Ela não agüentou e colocou a mão por dentro da minha blusa, apertou meu peito forte e eu coloquei a minha mão entre suas coxas, sem tocar na boceta, apertava bem perto da virilha. Até que eu disse: \"Você é um tesão\" e esse foi o sinal que ela estava esperando. Desceu a mão do meu peito e foi logo enfiando por dentro do meu short, e as mãos macias daquela garota começaram a apertar meu pau. Tirei a camisa e ela começou a lamber meu peito, minha barriga, sempre me masturbando, até que levantei e tirei toda minha roupa. Ela sentada na poltrona e eu em pé, acabando de tirar a roupa, quando de repente, ela abocanha meu pinto com volúpia, e mamou tão gostoso que eu quase gozei em sua boca, mas pouco antes, ela parou e tirou a blusa e a saia. Estava ela de novo, de calcinha e soutien. Ela me empurrou pro chão e se jogou em cima de mim. Esfregava a boceta por cima da calcinha no meu pau enquanto chupava minha língua. Se contorcia como uma égua no cio. Tirei seu soutien e aqueles peitinhos durinhos saltaram pra fora. Abocanhei e chupei cada um, como se fossem pêssegos maduros. Os bicos eram pontudos e muito duros. Sem agüentar por muito tempo, ela arredou de lado a calcinha e sentou com toda força no meu pau, que deslizou pra dentro daquela buceta de uma vez, tão molhada que ela estava e meu pau todo melado anunciando um gozo que seria um dos melhores. Ela me xingava de tarado, cachorro, dizia: \"Come sua priminha vai, mete nessa sua bucetinha molhada, me fode, me estupra, me rasga toda, machuca meu grelinho de tanto meter vai... meu priminho tesudo\" Eu estava morrendo de vontade de gozar, mas a visão daquela garota fazendo meu pau desaparecer dentro dela, me cavalgando, era perfeita demais pra durar tão pouco. Até que ela anunciou: \"Vou gozar no seu pinto, vou melar ele todinho, vou derramar meu mel nassa sua pica tesuda seu cavalo\" e ela me lambuzou todo. Me levantei, ainda com o pau quase explodindo, e peguei aquela gatinha no colo e levei pro quarto da minha irmã. Deitei-a na cama e comecei a chupar sua boceta, esfregando meu pinto na cama. Em cerca de 30 segundos, ela me disse: \"quero te chupar também, meu gato\" e num instante, botei meu pau na boca dela e continuei a chupar aquela buceta, num 69 alucinante. Eu queria gozar na sua boca, mas queria mais ainda era dar prazer àquela gatinha no cio, por isso, continuei segurando. Depois de perceber que ela estava explodindo de tesão pela xana, me virei e na posição papai e mamãe, arreganhei suas coxas deliciosas e meti fundo. Minha boca estava com gosto de buceta e a dela com gosto de pau. Dei um beijo todo melado nela enquanto nos contorcíamos feito dois tarados por sexo. Ela me xingava, eu a chamava de cavala, ela me chamava de cachorro pintudo. Eu dizia: \"Quero meter com você a noite inteira, o tempo todo, sem parar, quero estuprar essa sua bucetinha de mel, arrombar essa vagina melada que você tem\" e ela: \"Vem vai, me come, me fode seu cavalo, me estupra logo vai, me rasga toda, não sai de dentro dela mais não vai, mete no meu buraquinho seu puto tesudo\" e eu estava sendo um verdadeiro puto mesmo. Ela apertava minha bunda com uma mão e com a outra apertava os seios. Eu beijava sua boca e tentava lamber os bicos, mas também apertava sua bundinha redondinha e gostosa. Nossa virilha era uma melação completa, estávamos molhados até a barriga e os pelinhos dourados da barriguinha dela molhados de sexo eram um convite a um gozo delicioso. Até que coloquei-a de quatro e a foda continuava. Eu via aquela bunda tesuda engolindo meu pau (mas metendo na buceta) e não agüentei mais, disse: \"Vou esporrar em você\" e num instante, ela se virou, abocanhou meu pinto com vontade e meteu todos os dedos da mão na boceta, me avisando que ia gozar comigo. Fiquei louco e me posicionei de forma a lamber a boceta dela também; não podia deixar aquela gata gozar sozinha, seria desperdício demais se eu não engolisse cada gota de seu mel. Ela lambia meu pinto e eu a sua boceta, a porra quase saindo, o mel quase explodindo na minha cara, quando de repente, minha irmã entra no quarto e diz: \"Anderson! Kaliana! O que é isso???\" Estávamos tão loucos que não demos a menor atenção, estávamos prontos pra gozar, quando minha irmã vendo que estávamos tão alucinados, disse: \"Ah não, eu também quero...\" Não acreditei no que eu ouvia, e muito menos no que ela fez depois: Tirou a roupa correndo e veio em nossa direção. Estava com uma calça que foi tirando e deixando a mostra suas coxas. Tirou a blusa e deixou os peitinhos de fora, arrancando o soutien na maior pressa. Por fim, quase rasgou a calcinha de tanta pressa pra ficar sem roupa. Aquilo me deixou assustado e ao mesmo tempo com mais tesão. Com o susto e a surpresa, acabamos retendo o orgasmo, apesar de não pararmos de nos mexer. Tirei meu pinto da boca de minha prima sem gozar. Minha prima estupefata com a atitude de minha irmã, parece ter ficado morrendo de vergonha dela, mas minha irmã já estava vendo tudo pela fechadura da porta antes de dar o flagra, e já estava ensopada. Pude constatar isso quando ela veio, pegou minha mão e levou em direção a sua xana. Minha irmã estava ali, nua, com aqueles pelos da buceta a mostra, molhada como minha prima. De tão doida que estava, abocanhou meu pinto e começou a masturbar nossa prima com as mãos. Sem o menor pudor, minha irmã parecia estar com mais tesão do que a gente. Minha prima estava tão surpresa quanto eu. Depois de me chupar ligeiramente, as duas, deitando uma sobre a outra, chupavam meu pau ao mesmo tempo, e esfregavam suas bocetas uma contra a perna da outra. Elas estavam praticamente metendo uma com a outra. Num dado momento, com o pau inchado de tanto gozo reprimido, esporrei sem avisar na cara das duas. Minha irmã lambeu tímida as gotas de porra, mas minha prima, chupou cada uma delas. E elas não pararam de meter entre si não. Fizeram um 69 e eu não acreditava no que via: Minha irmã e minha prima se fodendo. Não demorou muito pra meu pau ficar duro de novo, e como minha irmã estava o tempo todo em cima da minha prima, resolvi meter em sua boceta, chegando por traz, na altura da boca da minha prima. As duas no maior 69 e eu forçando entrada na buceta de minha irmã, proporcionando uma visão super tesuda a minha prima, que estava embaixo lambendo meu pinto e a xana da Paula ao mesmo tempo. Minha irmã começou a se contorcer e gozou em poucos segundos, praticamente sufocando minha prima, porque na hora do gozo, ela sentou na cara dela com vontade. Mas eu ainda tinha muito gás, e minha priminha estava com a xana toda arreganhada ali na minha frente. Invertemos as posições e agora era minha prima que dava pra mim e minha irmã por baixo, lambendo nossos sexos e sendo chupada pela priminha. Não agüentei aquela visão por muito tempo, e gozei, tirando o pau e deixando meu leitinho escorrer na bundinha da minha prima. Minha irmã continuou a chupa-la, e as duas gozaram feito duas cadelas. Depois dessa foda maravilhosa, fomos pro banheiro, tomamos um banho a base de muita língua, bocas e beijos. Havia descoberto em minha irmã, uma gostosa e tesuda gatinha, e em minha priminha, uma gata selvagem que me revelou que também se masturbava todo dia, era tarada por sexo, apesar de ter transado só 4 vezes. Nossos pais chegaram mais tarde e nem desconfiaram da nossa sessão de sexo explícito e molhado. Minha irmã nos contou que o carinha com quem ela tinha saído brigou com ela e por isso ela voltara tão rápido. Nos dias que se sucederam, repetimos a foda, e agora com a ajuda de minha irmã, ficava mais fácil. Até que minha prima voltou pra sua cidade. As vezes a gente se fala por telefone, e a conversa acaba virando sexo, sexo por telefone mesmo. Minha irmã não participa. estranhamente, ela se afastou da minha prima, e não sabe que a gente faz sexo por telefone. Apesar dessa atitude, de vez enquanto, eu e minha mana nos encontramos de noite em meu quarto. Transamos como loucos, nossos pais nem desconfiam. Descobri que tenho uma maninha deliciosa que adora me chupar e ser chupada, apesar de dizer que é a última vez a cada vez que terminamos uma transa. Hoje, já não consigo mais ficar nu perto dela nem ela perto de mim, porque dá uma vontade doida de transar, e nós dois sabemos disso. Mas no dia a dia, é tudo normal, agimos como dois bons irmãos. Não misturamos sentimentos. Ela namora, eu também, e minha namorada e o namorado dela nem desconfiam de nada. Não me meto nos assuntos dela com ele e vice versa, mas na calada da noite, acabamos não resistindo, e nos transformamos em verdadeiros loucos por sexo incestuoso. Se você tem experiências parecidas ou curte sexo como eu e minha maninha, me escreve: anderson_bh@zipmail.com.br quem sabe a gente não acaba se tornando