terça-feira, 21 de setembro de 2010

minha irmã




Olá, meu nome pra preservar identidade aqui será João, da minha irmá será lurdes. Bem tudo começou na nossa infancia, quando dormiamos juntos no mesmo quarto. Somos apenas um casal de irmõas, a lurdes é mais velha que eu 4 anos. vez por outra a lurdes saia da cama dela e deitava comigo pra dormir a noite. algumas vezes btincavamos de marido e mulher e sempre rolava umas insinuações de sexo entre nos dois, algumas vezes alguns colegunhas nossos presenciavame até brincavam com a gente, mas ficava só nisso mesmo.
A situação começou a mudar quando entramos na adolescencia. Minha irmã continuou a me procurar às noites pra deitar comigo, o problema é que nós haviamos crescido e o corpo dela e o meu também respondiam um ao corpo do outro. Minha irmã sempre foi muito fogosa, lembro que ela com seus 16 anos já tinha tido alguns vários parceiros.
Bem, ela estava lá com seue 17 anos e eu com 13 para 14. minha irmã já havia me contado que estava experimentando novas esperiencias com garotas, então eu achava que ela nao tinha interesse por garotos. numa tarde de domingo estavamos so ela e eu em casa, eu fui dormir no quarto de nossos pais, pois la a cama era mais confortavel, minha irmã veio e se deitou ao meu lado, ao acordar a percebi linda, com um short jeans bem curto que desenhava bem a bunda delae deixava a mostra as coxas grossas dela. Fiquei de pau duro na hora e não consegui controlar o tesão e comecei a amassar o meu pau achando que ela estava dormindo. quando me surpreendi com ela falando comigo e me abraçando dizendo que fazia tempos que a gente nao dormia juntos e me dando um selinho. Só que ao me abraçar ela percebeu a minha ereção e perguntou se estava excitado, no que eu respondi que sim, mas tentei disfarçar dizendo que é porque eu queria urinar. ela não se importou e falou que estava com vontade de ver como havia ficado o meu pau após eu ter crescido, fiquei sem graça, mas tirei o meu pau pra fora e lhe mostrei. a lurdes comentou que realmente havia crescido e estava maior e mais cheio de veias egrosso também. Ela perguntou se eu já ejaculava, eu respondi que sim, emtão ela me pediu pra eu bater uma punheta que ela queria ver eu gozar. Eu comecei a punheta e ela perguntou se não era melhor quando passa cuspe no cacete, eu falei que sim e então ela cuspiu na mão e colocou na minha pra eu passar no meu pau, eu tambem passei o meu cuspe, então eu pedi pra ela tocar o meu pau, e disse que não, insisti então que ela engolisse só um pouco, ela também disse que não, então pedi pra ver a sua xota, ela tentou me recriminar, mas falei a ela que se ela podia ver meu pau duro eu também podia ver sua buceta, ela ficou dem graça e disse era melhor parar. Pra não perder a oportunidade eu continuei me masturbando e ela continouou observando e chegando o rosto cada vez mais perto do meu cacete, até que ela não aguentou e o tocou com um dedo e disse que quanto eu fazia mais o pau inchava, ela disse que queria sentir como ele pulsava todo e o segurou e apertou, partindo depois pra uma punheta, não aguentando ela abocanhou meu cacete e engoliu por inteiro. Gozei na hora, na garganta da minha maninha litros de porrra.
Tentei depois partir pra penetração, mas ela ficou sem jeito e falou que não era pra contra aquilo pra ninguem e que aquilo nunca mais deveria se repetir.
Passados alguns meses aquelas coisas se repetiram e foram ficando cada vez mais quentes, até o ponto de eu e minha irmã fazermos orgias com amigos, mas isso é uma outra história....

minha irmã deliciosa e o cabaço




Olá meu nome é Luis Gustavo, tenho 23 anos, sou branco, magro, 1.75 m de altura, por incrível que pareça era cabaço até poucos dias atrás, mas minha irmã me iniciou. Minha irmã se chama Joice tem 28 anos, é branca, 1.76 m de altura, tem seios pequenos, bundinha durinha e pernas deliciosas. Ela é casada mas adora uma safadeza, apesar de nunca ter traído seu marido. Moro junto com minha irmã, como estudo a noite fico o dia inteiro em casa com ela, pois ela teve uma filha e fica em casa cuidando da neném. Ela começou a usar uns shortinhos e saias curtinhas que me despertaram um tesão louco para comer aquela bundinha deliciosa. Quando ela limpa a casa estou sentado no sofá assistindo TV e ela passa em frente com aquele shortinho, isso me deixa louco, acho que ela percebeu isso, e certo dia tudo aconteceu.Meu cunhado viajou a negócios, ficamos sós em casa, tomei banho, jantamos, ela tomou banho e colocou sua camisola quase transparente e curtinha, veio para a sala e sentou no sofá, dava para ver as suas coxas a mostra. Que delicia! De repente ela pediu se não tinha nenhum filme pornô no notebook, falei que tinha e ela falou vamos ver! Fiquei meio sem graça, mas peguei o not e achei uns vídeos que tinha baixado da net. No meio da cena ela falo: você não gostaria de faze igual ao vídeo comigo. Tremendo fali que adoraria, então ela levantou a camisola e falou vem, mas vai ter que me chupar todinha antes. Não pensei duas vezes ali mesmo na sala baixei o fio dental que ela usava e comecei a chupar e massagear sua buceta rosadinha e apertadinha, vi seu cuzinho piscando, tão apertadinho. Depois que chupei até fazer ela gozar, ela pegou meu pau pra chupar mas então falei que era cabaço e queria a primeira na buceta, ela disse que já imaginava, veio por cima de mim e colocou meu pau na entrada da sua xaninha e começou a cavalgar devagar, fui ao delírio. Ela foi cada vez mais rápido não agüentei e gozei dentro de sua buceta. Não conseguia parar de pensar tinha perdido o cabaço para minha própria irmã. Ela se levantou foi para o sofá e ficou de 4 e disse: vem!, grudei na sua cintura coloquei o pau naquela xaninha que já tava vermelha e inchada e mandei ver até gozar. Depois ela pegou meu pau e começou a chupar que nem uma louca me fazendo gozar rapidinho, engolindo tudo a porra. Ela queria mais sentou no meu colo e começou a cavalgar, coloquei meu dedo no seu cuzinho, fui movimentando ele dentro do cú, que parecia engolir o dedo, ela chegava gemer de prazer, ela gozou tanto que escorreu pelo meu pau, quase desmaiando. Tomamos banho e fomos dormir, no outro dia foi como se nada tivesse acontecido, embora acordamos muito felizes.

Louco pela bunda da irmã tesuda.




Olá, meu nome é Marcelo e venho lhes contar sobre a história gostosa com minha irmã mais nova. Na época tinha 19 anos e minha irmã, Suzanne, 17 anos. Ela é loirinha, estatura média, seios médios, lábios carnudos e uma BUNDA linda, linda, linda.
Sempre nos demos muito bem, sempre fomos muito íntimos desde crianças. Tínhamos o costume de dormir juntos na nossa pré-adolescência, sempre dava um selinho de boa noite e um tapinha na bunda antes de dormir. Naquela época já tinha a bunda bem avantajada e já usava shortinho bem colado, às vezes sem calcinha por baixo. Mas não passávamos disso.
Na nossa adolescência, ela sempre queria saber a minha opinião sobre sua roupa antes de sair para festas.
- E aí, o que achou, Marcelo?
- Ficou muito gata, esse vestido te deixa com uma bunda perfeita.
-Obrigada!
Ela adorava quando eu dizia que ela tinha a bunda mais bonita do bairro. O tempo passava e ficávamos cada vez mais íntimos. Saíamos para dançar (adorava dançar com aqueles peitos colados no meu corpo), adorava abraçá-la de surpresa por trás e dar um beijo naquele pescoço cheiroso. Ela nunca achou isso errado, achava que era apenas carinho de irmãos. Pre mim também era, mas aos poucos se transformou em desejo. Era muito difícil ter uma gostosa em casa e não poder fazer nada, ficava louco com isso... Passei a me masturbar pensando naquela bunda gostosa e naqueles lábios grossos e molhados chupando a minha rola, gozava como um louco pensando nela. Sabia que era errado, mas já não dava mais pra resistir. Cheguei a conclusão de que teria que comer aquela gostosa senão enlouqueceria de vez!
Certa vez ela iria sair para jogar vôlei e me perguntou o que tinha achado do seu short (rosa, bem socado na bunda mesmo). Fiquei louco com aquilo e respondi:
- Nossa, esse short te deixou com um CUZÃO BONITO!
Ela ficou surpresa com o jeito que falei, me agradeceu o "elogio" e saiu confusa... A coisa estava começando a esquentar entre a gente. Quando ela voltou, me pegou assistindo vídeos pornô no computador. Fiquei sem graça com a situação, mas ela disse pra não me preocupar, pois ela já assistiu muitas vezes na casa de amigas... Ela perguntou se poderia assistir também e eu disse que sim (nem acreditei, mas adorei a ideia), meu pau parecia explodir de tão duro.
Ela disse que ia tomar um banho primeiro, não perdi tempo e perguntei em tom de brincadeira se ela precisava de ajuda no banho.
- Você está ficando muito safadinho, hein. Hoje fiquei até assustada quando você falou que eu tenho um "cuzão bonito".

- Vai dizer que não gostou do elogio?

- Claro que eu gostei, você sabe que meu ponto fraco é quando elogiam minha bunda. Mas eu sou sua irmã, esqueceu?

- Só porque é minha irmã, não posso te achar gostosa? Eu só disse a verdade.

Ela sorriu e brincou:
- Já que gostou tanto do short, pode ficar com ele.
Tirou o short, jogou na minha cara e saiu só de calcinha (bem pequena mesmo) e blusinha para o banheiro...
Eu disse:
- Gostei da calcinha também, pode tirá-la também?
- Deixa de ser safado.
Ela me deu as costas e foi tomar o seu banho. E eu só fiquei observando aquele corpão delicioso, aquela bunda maravilhosa com a calcinha lá dentro... Nossa, que delícia, fechei a porta do quarto e bati uma cheirando aquele shortinho... Gozei muito mesmo. Senti que estava quase comendo minha irmã deliciosa.

Aguardem! No próximo conto:
Minha irmã assistinho filme pornô comigoe conversas sobre transas, curiosidades e muito mais.

Irmâ mais velha dos sonhos.




Aqui vou relatar o que aconteceu em janeiro desse ano. Tenho 13 anos e as minhas aulas já haviam acabado, minha mãe sempre diz que eu tenho que viajar ir ficar com meus parentes. Eu não sabia para onde ir, não gosto muito dos meus parentes, então minha irmã mais velha, que tem 24 anos ligou para minha mãe. Dizendon que estava de ferias, e que era para me mandar para casa dela, ficar uns tempos com ela, ja que ela estava solteira e poderiamos sair bastante e etc. Então eu resolvi ir, já que ela tinha computador com internet e um video game, não seria muito diferente de casa, era o que eu imaginava. Fui de onibûs até a cidade da minha irmã, chegando lá, estava ela a me esperar, sinceramente, estava muito gostosa, eu sempre olhei pra minha irmã com tesão, pois sempre foi muito linda, seios grandes e duinhos, uma bunda linda, coxas grossas.
Ela estava sozinha, então nos comprimentamos e fomos para a casa dela, um apartamento, no centro da cidade. Já era umas 19:00 horas, e ela pediu algumas pizzas para jantarmos. Depois de comermos e conversarmos bastante, ela disse que eu podia usar o que quisesse a vontade, podia ligar o computador, o video game. Então eu disse que iria ao computador, que fica no quarto dela. Ela me disse que tudo bem, que iria tomar banho, então eu fui. Estava baixando um jogo, que eu jogava em casa, quando ela entrou, só de toalha, eu logo me diriji a porta para sair, mais ela me disse que não precisava. Então eu me sentei nova mente, ela deixou descer a toalha, e eu não pude me controlar, me virei e olhei, um corpo lisinho, clarinho, com aquela bunda linda, perfeita, ela vestia uma calcinha, e logo após o sutia. Quando se virou eu também me virei rapidamente, mas ela percebeu que eu estava olhando. Ela então se deitou, e disse pra mim ficar avontade, o download do jogo ja havia completado e eu fui jogar. Era umas 3:00 da manha quando eu resolvi dormir, e então perguntei a ela, que estava meio acordada, onde eu poderia me deitar. Ela disse que não havia motando a cama do quarto de hospedes, e que era pra mim deitar ali com ela. Eu disse que tudo bem. Não passou 20 minutos eu ví o canal da tv mudar, direto para um canal pago porno. Fiquei queto, nem prestei atenção no canal, até que comecei a sentir a cama mexer um pouco, e minha irmã gemer baixinho. Pois é, ela estava tocando uma siririca do meu lado, meu pau ficou duro na hora. Ela viu que eu estava acordado, então disse: Não se importa que sua irmã brinque um poquinho né ? Eu respondi: Não. Me virei para ela e ela percebeu que meu pau estava duro, mas não falou nada. E dormi alguns minutos depois. Acordei com ela me chamando, era 12:00 e o almoço estava servido. Almoçamos e ela foi deitar um pouco, eu fui tomar banho. Saí do banho e fui me vestir no quarto dela, pois minhas malas estavam lá. Quando cheguei ela estava de calcinha e sutia, com uma camiseta longa por sima, deitada. Eu disse que iria pegar minhas malas e iria me vestir na sala, ela disse que não. Que como eu havia visto ela se vestir ontem, ela também teria o direito de me ver. Eu disse que tudo bem, então peguei minha cueca e deixei a toalha cair, e então fui botar, ela disse: Espera, vira pra mim. Eu disse ok meio envergonhado. Ela viu meu pau e disse: Nossa, seu pau é grande mesmo, tão bonitinho, deve encantar muitas garotas. Eu disse que era virgem, que nenhuma garota havia visto meu pau além da minha mãe e agora dela. Ela disse: Hmm, venha aqui sentar comigo vem. Eu fui é claro, já pensando em sexo. Ela disse que me achava muito bonito, e que eu era um irmão muito mau. Eu sem entender perguntei o que significava aquilo, ela me respondeu que eu era tão lindo e tinha um pau tão gostoso, e que não dava bola para ela. Eu disse, que ela era muito bonita, e tinha um corpo muito gostoso, que eu dava bola pra ela sim. Então ela disse, então vem cuidar da sua maninha, vem. E se encontou na guarda de madeira da cama abrindo as pernas. Eu fui logo de boca na sua calcinha, comecei a cheirar e beijar, mesmo por cima da calcinha, então fui tirando e ao mesmo tempo beijando e lambendo seu grelinho e suas coxas, ela dizia isso meu gostoso, cuida da sua maninha. Eu só de cueca, já estava com o pau rangendo, então enfiei e cabeça dentro da camiseta dela e fui chupar seus peitos, e fiquei chupando lá dentro mesmo. Então ela disse, agora você vai tirar a virgindade do cuzinho da sua irmã, e ficou de quatro, eu tirei a cueca, a abracei com um braço na bariga e o outro no peito com a mão nos seios e comecei a enfiar, e soquei e soquei, e nso gemiamos juntos e ela dizia isso, isso, dá um trato na sua maninha, meu gostoso. E então ela se virou, me ajeito sentado e encostado na guarda da cama, e sentou no meu colo, de frente pra mim. Encaixando sua boceta no meu pau. E começou a cavalgar nele, e paçava a maõs nos cabelos, com uma cara e safada delirando e dizendo isso meu gostoso, meu pauzudo, seja bom pra sua maninha então eu abri bem a gola da camiseta e tirei um dos seus peitos pra fora, e chupei como se fosse sair leite, como um louco, então nos gozamos juntos, e deitamos uma ao lado do outro e dormimos abraçados. Depois dessa tranza até o ultimo dia que eu fiquei lá nos transamos todos os dias, umas 3 vezes por dia, e agora estou esperando anciosamente que as ferias cheguem novamente, para eu ir pra lá e novo.

sábado, 18 de setembro de 2010

PEGOU O IRMÃO NO BANHO



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ACONTECEU ENTRE EU E MEU IRMÃO



Olá amigos leitores, minha historia é muito excitante aos olhos estranhos, devo confessar que aos meus também, principalmente quando bate a excitação, pois sempre lembro do passado com enorme prazer e desejo, sendo que, posteriormente ao ato de masturbação bate o grande sentimento de culpa e arrependimento. Passado o êxtase do sexo entre irmãos, este ato torna-se algo que realmente machuca. Hoje, anos apos, é difícil lembrar de toda instintual e impensada aventura sem sentir um imenso arrependimento, uma amargura sem igual. Tenham absoluta certeza meus caros amigos leitores, aqueles que escrevem historias de incesto com finais patéticos, do tipo, “então, após meu irmão gozar dentro de mim se beijamos loucamente como dois amantes, muito satisfeitos, felizes da vida, já excitados imaginando a próxima”, pregam uma grande mentira, pois irmãos que venham a fazer sexo na real sabem o quanto o pós-prazer é doloroso e nojento, não existindo nada de alegria após o êxtase de um orgasmo fraterno, existe sim um imenso vazio amargo, um arrependimento de morte. Sexo entre irmãos é movido pelo tesão do proibido, do ilegal, não existindo ternura alguma após o ato. Esta é a verdade definitiva, assim são as verdadeiras historias reais de incesto. Na época do fato eu estava com 23 anos, tinha um corpo muito excitante aos olhos masculinos embora não fosse nada fora do normal, com estatura baixa de 1,54m, 46kg, olhos e cabelos castanhos escuros, meu estilo é mignon. Meus seios eram médios para grandes, bem firmes, sendo que, o que realmente encantava os homens eram minhas grandes aréolas escuras com grandes bicos pontudos e suculentos (segundo os homens), mais pareciam “numa comparação grosseira” duas chupetas de mamadeira. Minha bunda sim, essa era imensa, meu apelido entre as amigas mais chegadas era “saúva”, pois alem de uma bunda enorme de 104cm, esta era muita arrebitada, meu porte pequeno fazia com que me destacasse, pois bunda não faltava. Minhas coxas eram grossas e minha boceta era pequena, embora meu clitóris fosse avantajado, possuía pentelhos negros, não muitos, mas bem visíveis já que não me depilava tão constantemente. Meu irmão, na época estava com 13 anos, era um menino em plena puberdade (vivenciou esta fase a partir dos 11 anos), bonito, já com forma de homem, pelos pelo corpo, na fase áurea do “tesão”, um grande batedor de punhetas. Nesta fase, eu comecei a perceber que meu irmão olhava para mim com olhos diferentes, olhos muitas vezes notadamente tarados, comecei a notar o tesão que aquele rapazola sentia por meu corpo, porem considerava normal, pois ate ai então não passava disso. Com o passar do tempo começaram a ocorrer fatos que me trouxeram muita excitação, mas que com toda certeza também trouxeram enorme arrependimento e amargura ao fim de cada um deles, porem aqui vou discorrer no que foi excitação, tesão, pois a parte amarga da historia não interessa aos leitores. Estes são os fatos: Desde que meu irmão nascerá sempre fora muito comum o fato de eu andar pelada em sua frente, o que mudou com seus 11 anos, pois notei que este me olhava diferente, me senti sem jeito e passei a evitar ficar pelada, nunca mais me mostrando desnuda aos olhos de meu irmão, o que só contribuiu para que seu tesão aumentasse. Lembro-me de certa ocasião em que assistíamos tv, meu irmão num sofá diagonal ao meu, eu com uma saia jeans descuidadamente fiquei com as pernas abertas, percebi que meu irmão me fitava muito, não tirava os olhos de minha boceta tapada com uma calcinha branca de seda, ao notar fechei as pernas rapidamente, mas aquilo me deixou excitada, embora me repugnasse a idéia eu sentia tesão, estava com a boceta inchada e molhada após perceber o quanto meu irmão estava excitado me olhando, senti prazer em saber que era desejada, que deixava meu jovem irmão de pau duro. Quando eu ia tomar banho de sol no pátio, notava que meu irmão passava a tarde toda rondando, ficava maluco fitando minha enorme bunda exposta ao sol, quando eu levantava e saía caminhando pelo pátio ele me seguia, acompanhava meu enorme bumbum robolando dentro do minúsculo biquíni que usava em casa. Certo dia, enquanto tomava banho de chuveiro percebi que pelo buraco da fechadura alguém me espionava, era meu irmão, o único presente em casa naquele momento, aquilo me deixou primeiro com raiva, depois com vergonha e a seguir com muito tesão, decidi relaxar, dei um espetáculo, deixei a porta do Box aberta e me ensaboei na frente dele que a tudo assistia pelo buraco da fechadura; acariciei meus peitos bicudos, esfreguei minha bunda, lavei a boceta demoradamente, me agachava rebolando o bumbum, eu sabia que atrás da porta numa pratica típica de um clássico voyeur lá estava ele, alucinado, se deliciando, enxergando claramente meu corpo desnudo, todo ensaboado, há muito tempo meu irmão me espionava no banho, desde que parei de ficar nua em sua frente, meu irmão adorava me ver pelada no chuveiro, passou a fazer isso todos os dias. Após sair do banho notei que ele estava sem fôlego, entrou rapidamente no banheiro com enorme volume entre as pernas, lá permanecendo por algum tempo. Tornou-se comum o fato de meu irmão me espionar pelada, eu fingia que não percebia, ele fazia isso na hora de meu banho e em meu quarto, enquanto me trocava, eu provocava muito, pois experimentava minhas minúsculas calcinhas e passava creme nos seios, meu irmão chegava a passar mal. Determinado dia eu percebi que logo após me trocar, meu irmão entrou rapidamente no meu quarto, dirigindo-se imediatamente depois ao banheiro, morri de curiosidade, decidi espiona-lo, e para minha enorme surpresa flagrei meu irmão batendo punheta cheirando minhas calcinhas recém usadas, enxerguei perfeitamente ele esfregando a peça no nariz, respirando fundo, também esfregava a peça no pau, colocava no nariz e enlouquecia com o cheiro de boceta. Pela primeira vez pude ver o jovem cacete de meu irmão, que era normal de tamanho, nem muito grande nem muito pequeno, bastante pentelhudo e extremamente ereto. Não demorou para eu ver meu irmão jorrar muita porra, muitos jatos de leite enquanto cheirava e lambia minhas calcinhas sujas. Outro fato muito excitante ocorreu em uma noite de verão, enquanto eu dormia apenas de calcinha (destas pequenas, mas que tapam a bunda) e blusinha basica; meu irmão aproveitando-se do fato de minha porta estar apenas encostada adentrou meu quarto, eu percebi, no entanto fiz que dormia, apenas para ver o que se sucederia, meu irmão pode me ver claramente apenas de calcinha e blusinha, pois a luz da televisão ligada me mostrava perfeitamente, eu de bruços com a bunda exposta. Meu irmão notadamente alucinado ajoelhou-se ao lado da cama, fitou-me por alguns minutos, ofegante tomou coragem e levemente alisou a polpa de minha bunda, senti sua respiração forte, posteriormente começou a passar a mão em toda extensão da minha bunda, este precavido, tomando cuidado para não me acordar, ele apalpava com gosto passando o dedo pelo meu cu e chegando em minha boceta, isto tudo por cima da minúscula peça de roupa. Eu percebia tudo, pois com os olhos semi-abertos eu enxergava através do reflexo de minha janela. Meu irmão batia punheta apalpando minha bunda e coxas, posteriormente eu me virei de frente, meu irmão tomou um grande susto, guardou rapidamente o cassete e saiu correndo do quarto. Após o susto meu irmão esperou um pouco e retornou, agora me encontrando de frente, podendo ver claramente minha boceta inchada, ele percebia meus pentelhos negros, pois minha calcinha era branca, quase transparente. Aproveitando-se de minha posição, apalpou meus seios que estavam com os grandes bicos duríssimos quase furando minha blusa, meu irmão apalpava o seio inteiro e apertava levemente os bicos, isto o deixou maluco, chegava se contorcer de tanto tesão, logo após meu irmão alisou levemente minha boceta, pode perceber o quanto ele era inchada, meu grelo excitando estava duro, meu irmão me tocava e ao mesmo tempo batia punheta tendo que parar a todo instante, ou iria acabar gozando na minha cama; eu também estava muito excitada, mas consegui disfarçar, fazer que dormia. Após algum tempo novamente me virei de bruços, meu irmão tomou mais coragem, percebendo que meu “sono” era pesado pegou minha mão e fez com que alisasse seu cassete duro, percebi o quanto estava excitado, quase pirei, mas não mexia os dedos, deixava que ele fizesse com que eu alisasse, depois ele esfregou o pau na minha bunda e enfiou a mão por dentro de minha calcinha, alisando meu cú, levava o dedo ao nariz e cheirava, ficava louco com o cheiro de meu cú, posteriormente ele alisou minha boceta, sentiu o quanto estava molhada, levou o dedo molhado a boca provando o gosto de minha excitação, meu irmão ainda acariciou meus seios por dentro da blusa, e derrepente começou a gemer, percebi que ele estava gozando em sua bermuda, após se extasiar saiu rapidamente do meu quarto. Assim sucederam-se inúmeros fatos, meu irmão cada vez mais excitado, fissurado, eu me sentia assim também, pois a idéia de ser possuída pelo meu irmão trazia um misto de angustia, dor mental e acima de tudo tesão, muito tesão imaginando o proibido, o ilegal. Eram freqüentes as espionagens, as bolinações noturnas, as cheiradas de calcinha por parte de meu irmão com meu consentimento, até que determinado dia o fato que realmente mudou nossas vidas acabou acontecendo, a fantasia acabou tornando-se real, não houve como evitar o ato do incesto. Numa noite quente de fevereiro, eu e meu irmão encontrávamos-nos sozinhos em casa, pois todos haviam ido passar o fim de semana fora, como de costume, à noite sentamos a frente da tv, começamos a conversar variados assuntos, ate que naturalmente o assunto sexo foi surgindo. Achei que já era hora e o momento mais propicio para falar sobre as coisas que andavam acontecendo, precisava saber, pois psicologicamente estávamos afetados, porem muito mais estávamos fisicamente excitados. Comecei a indagar meu irmão sobre suas aventuras, se já havia estado com mulheres apesar de ser bem jovem, meu irmão respondia visivelmente constrangido, mas sem sombra de duvida já muito excitado. Eu tomei coragem e comentei que ja havia percebido o quanto ele me espionava e se excitava comigo, não sei o que deu em mim, mas me deixei dominar pela situação de excitação. Meu irmão ficou extremamente vermelho, não sabia o que falar, apenas sorria sem jeito, ele acabou confessando, disse que era muito carente, que adorava me olhar e que tinha varias fantasia comigo. Neste momento eu fiquei sem jeito, me senti estranha, comentei com ele que éramos irmãos, que não era bom tais sentimentos fantasiosos, e que apesar de eu também me imaginar sob tal situação sexual, me sentia muito mal depois de extasiada, pois o incesto machuca muito. Diante de minhas palavras sinceras, meu irmão concordou plenamente, agora já sem receio ou vergonha, falou que era exatamente assim que se sentia, mas que no momento da excitação não enxergava os limites entre o legal e o proibido, somente após o êxtase passava a refletir sobre tais sentimentos, tão moralmente nojentos. Após conversarmos sobre tais sentimentos, chegamos a conclusão de que estávamos muito excitados, que isto no momento era mais forte que qualquer sentimento de culpa, eu acabei falando para meu irmão: ----- Você acha que apesar de ser mos irmãos poderíamos ter uma relação? Meu irmão respondeu: ------Não sei, somos irmãos, será que poderíamos, como seria depois? Eu disse: ------È, depois talvez seja muito ruim, mas agora sinto vontade. Ele disse: ----Também sinto muita vontade, meu coração dói, mas sinto vontade. Eu estava fora de mim, não acreditando naquele dialogo, eu me sentia muito mal, muito constrangida, mas o tesão da situação era dominante, eu queria parar, minha moral mandava eu parar, mas estava muito excitada, minha boceta molhada fez com que a loucura seguisse. Eu disse: ----Podemos ter uma relação, mas depois guardaremos segredo, jamais tocaremos no assunto. Meu irmão, muito excitado, respondeu: ----Podemos sim, se você quiser, você é minha irmã, mas eu quero. Então, decidimos deixar o extinto agir, visivelmente sem jeito, cheguei perto de meu irmão, este ainda mais constrangido, nos olhamos, quase que sem coragem, encostei meus lábios nos seus, e após um momento de angustia mutua, nos beijamos loucamente, num beijo estranho, carregado de culpa e desejo, sua boca era proibida e gostosa, ali estava eu, uma mulher de 23 anos, beijando de língua meu irmão de 13 anos. A partir deste momento tornamos-se homem e mulher, já não mais importava o fato de sermos irmãos, percorri a sua boca, chupava seus lábios e língua, seus lábios inexperientes me deixavam ainda mais excitada, trocávamos chupões literais, podia sentir sua saliva, sua língua quente, eu mordiscava seus lábios a todo o momento, levantei meu rosto, meu irmão por instinto cheirava meu pescoço, lambia, chegando as minhas orelhas, o que me dava um “calorão” indescritível, ele mordia minha nuca, e logo voltava a minha boca, sugando minha língua com vontade. Nos beijamos sem parar, num ritmo muito quente, por alguns minutos. Após o longo beijo, nos encontrávamos em pé, muito abraçados, podia sentir o pau duro de meu irmão; porem percebi que ele não tomava a iniciativa de acariciar meu corpo, então peguei em sua mão e comecei a guia-lo, deslizando-a sob meu corpo, meu irmão entendeu, e deixou o receio de lado, começou alisando minhas costas, depois a minha barriga, finalmente chegando aos meus seios, ele começou a apalpar meus peitos com vontade, segurando-os com as duas mãos e apertando, ele estava maluco com aquilo, eu também, muito excitada, meus grandes bicos estavam duríssimos, aquela caricia me alucinava. Meu irmão é bem mais alto que eu, num determinado momento ele sentou na guarda do sofá, ficando a minha altura, então enquanto acariciava os seios, resolvi oferece-los estes, para que finalmente saboreasse minhas tetas gostosas, pois sei o quanto sonhava com isso. Então, com meu irmão olhando para mim, sentado na guarda do sofá, quase na altura de meus seios, eu decidi expô-los, levantei minha blusa e sutiã, fazendo com que meus lindos seios médios para grandes saltassem para fora da roupa como dois “melões maduros”, meu irmão na hora ficou alucinado, como se não acreditasse na visão, sentia-se sonhando, ele ficou apenas olhando por alguns minutos, totalmente encantado com a textura macia de minha pele, o tamanho e a firmeza, alem é claro da forma excitante de minhas aréolas escuras, de bicos pontudos muito grandes. Meu irmão então acariciou muito, apertou todo o seio e derrepente como se fosse uma criança esfomeada levou a boca e chupou o bico, ficando assim por um bom tempo. Eu estava excitadíssima, pois sentia tesão vendo-o me observar, me saborear; meu irmão chupou muito, literalmente “mamou nas minhas tetas”, ele chupava demoradamente os bicos, depois mordiscava, lambia o seio inteiro do centro para as extremidades, e tentava enfiar o seio inteiro na boca, beijava toda extensão deste; seguidamente ele trocava de um para o outro, saboreou os dois, derrepente os juntava com as mãos e esfregava no rosto, se perdia em meus peitos. Assim meu irmão ficou, saboreando minhas tetas por alguns minutos, enquanto eu me retorcia de tesão, gemia, segurava sua cabeça, meus seios estavam muito sensíveis. Após algum tempo, meu irmão se levantou, eu aproveitei e tirei sua camiseta, então ele esfregou por alguns instantes, seu peito jovem, com alguns pelos em meus seios, numa situação extremamente gostosa, meu irmão então deslizou a mão por minhas costas, chegando finalmente em minha bunda, a estas alturas seu cassete estava para furar sua bermuda, meu irmão apalpou minha bunda grande por cima de meu short, apertou minhas polpas, e começou a acariciar com as duas mãos, agarrando com força, passando a mão por toda extensão de minhas nádegas; aquilo estava maravilhoso, suas mãos me excitavam, ele gemia de prazer agarrando minha bunda, alisava, passava o dedo na altura do cu, era ótimo. Meu irmão levou a mão à frente, e acariciou minha boceta, meu short confortável demonstrava perfeitamente o quanto estava inchada, totalmente molhada, meu irmão acariciava meu clitóris, minha boceta toda. Deslizava sua mão por entre minhas coxas grossas, voltava a minha bunda, assim ficou me bolinado por algum tempo, ao mesmo tempo sentia e me dava um prazer muito intenso, sem que sequer houvesse tirado meu short e calcinha. Meu irmão estava alucinado de tesão, então eu acariciei seu cassete também, por cima da bermuda agarrei aquele pau duríssimo, pude sentir todo seu tesão, ele se retorceu, fechou os olhos enquanto eu alisava seu cassete; derrepente eu fiz com que ele se agachasse, ficando abaixo de mim, na altura de minha barriga; meu irmão compreendeu, me abraçou pela cintura, acariciou minha bunda e boceta novamente e começou a beijar minha cintura, na altura de minha vagina, posteriormente fez com que eu ficasse de costas e beijou minha bunda, mordeu minhas nádegas com alguma força, o que me fez grunhir de dor e principalmente tesão. Diante da situação, eu falei para meu irmão, afim de que sua coragem redobrasse, pois queria muito sentir sua língua em meus lugares pudicos: ----Abaixa meu short, sei o quanto você quer provar o gosto. Meu irmão nada respondeu, mas percebi sua explicita satisfação apos meu ordenamento, seus olhos brilharam, com as duas mãos primeiro baixou meu short, me deixando apenas de calcinha, sendo que esta visão fez com que salivasse, sentisse mais tesão ainda; minha calcinha era amarela, de algodão, pequenina, apertada, tapando apenas parte da bunda. Meu irmão beijou novamente minha boceta, agora apenas separada pela frágil calcinha, visivelmente encharcada, ele fez com que me virasse, quase enlouqueceu com o volume de minha bunda, mordeu novamente e enfiou o rosto entre as grandes nádegas, cheirando meu cu, mesmo sem tirar a calcinha. Estando eu mais uma vez de frente, meu irmão começou a baixar minha calcinha, a visão de minha boceta encantava seus olhos, os pentelhos encaracolados e negros, meu clitóris avantajado exposto, meus lábios rosados, a umidade proporcionada pelo ato sexual. Tudo colaborava para que meu irmão estivesse no céu, sendo que, com toda certeza, eu o acompanhava nesta jornada celestial. Decidi colaborar ainda mais, sentei-me no sofá de frente para ele, abri bem as pernas e arregacei o Maximo possível os lábios, com ambas as mãos, para que pudesse ver perfeitamente os detalhes de minha bela vagina, meu irmão ficou maravilhado, chegava a lamber os beiços, observava com cuidado minha boceta rosada de grandes lábios e clitóris exposto, meus pentelhos negros em minha pele morena clara; meu irmão foi alem, por conta própria decidiu me tocar, passou a mão em meus pentelhos, na minha vagina e enfiou o dedo lá dentro, tirando-o completamente molhado, sem se conter levou o dedo à boca, provando o gosto de meu liquido vaginal, aquela visão me deixou completamente enlouquecida. Então após dedilhar meu clitóris, meu irmão abaixou o rosto, indo de encontro a ela, beijando-a com os lábios, primeiramente os pentelhos, depois a virilha, finalmente deslizando a língua de leve no meu clitóris, eu estava maluca, exclamei em alto tom: -----Por favor, chupa minha boceta. Meu irmão prontamente atendeu meu pedido, começou a chupar com vontade, beijava-a como se estivesse beijando a boca de uma mulher, com longos chupões e linguadas, enfiava o clitóris inteiro na boca, lambia, mas não ficava apenas no grelo, chupava a boceta inteira, do inicio ao fim, enfiando profundamente sua língua. Deliciava-se sentindo meu liquido na boca, eu estava delirando, aquilo era maravilhoso, eu segurava sua cabeça fazendo com que chupasse e lambesse sem parar. Meu irmão derrepente enfiou um dedo em minha boceta, ao mesmo tempo em que lambia rapidamente meu clitóris, me deixando com as pernas bambas, me chupou por alguns minutos, sendo que tive que faze-lo parar, sob pena de ter um orgasmo ali mesmo, e assim cortar o barato dele, pois após o orgasmo, você cai na real, se dando conta, de que “fez” com a pessoa errada. Após chupar muito a minha boceta, meu irmão me pegou pela cintura e fez com que me virasse, me deixando de quatro no sofá, estava novamente maravilhado olhando minha bunda, meu cu, minha boceta numa posição diferente, aquilo era ótimo para ele. Passou o dedo em meu cu, chegou a penetrar um pouco, porem parou sob meu protesto, meu irmão cheirou o dedo, aquele cheiro de cu o fascinava, então lambeu e mordeu minhas grandes nádegas morenas, estas com algumas estrias devido ao tamanho grande, típica bunda brasileira, saúva, popozuda, muito gostosa; ele passava o rosto, enfiava o nariz e boca no meio da bunda e ali ficava, cheirando meu cu, derrepente enfiou a língua no ânus, lambendo muito quase me penetrando com sua língua, numa atitude de grande perversão, e acima de tudo tesão sexual. Eu novamente delirava, era ótimo sentir uma língua no cu, me deliciava sob tal situação de completa exposição anal. Meu irmão lambeu meu cu e novamente minha boceta na posição de quatro por mais algum tempo, sendo que decidi retribuir a delicia oral, sentei novamente de frente, mandando que ele ficasse em pé na minha frente. Meu irmão claramente percebeu o que queria, levantou-se com extrema alegria, satisfação facial, sabia que iria ser chupado; então eu alisei seu cassete duro por cima da bermuda, pegava no seu pau, abaixei a bermuda e senti o membro duríssimo por baixo de suas cuecas “zorba”, acariciei e levei a boca de encontro, beijei e mordi o membro, sem tirar sua cueca, meu irmão já delirava. Quando abaixei a cueca, fiquei encantada, aquele cassete jovem pulou para fora, pulsante, animado, excitado, eu me deliciei com a visão, era lindo, não muito grande, mas nem um pouco pequeno, duríssimo, cheio de pentelhos, era um pouco torto para esquerda e tinha um cabeção bem vermelho, parecia um “cogumelo”, a todo o momento escorria da cabeça o liquido lubrificador, o que me fazia delirar. Então o agarrei com a mão, passeio os dedos na extensão toda e apertei aquela cabeça linda, acaricie seu saco, suas bolas firmes ficaram em minha mão por algum tempo, punhetiei um pouco, mas parei rapidamente, pois meu irmão via estrelas com meus toques em sua glande, acabaria gozando em minha mão; então eu lhe disse: ---Você quer que eu chupe seu pau? Nem preciso dizer a resposta, meu irmão nem acreditava. Agarrei bastante o cassete, então cheguei bem perto e dei um suave beijo de leve naquela cabeça, após dei uma gostosa lambida, provando o liquido que escorria da cabeça, passei o membro duro no rosto, lambi novamente a cabeça, deslizando a língua pelo freio e canal seminal, derrepente dei uma mordida leve na cabeça, meu irmão já gemia de tanto prazer; então me empolguei de vez, dei uma gostosa chupada na cabeça de seu pau, chupava e lambia ao mesmo tempo, comecei a enfiar tudo que podia na boca, chupando com força, meu irmão começou um vai e vem gostoso, com o pau dentro de minha boca, eu tirava da boca e lambia dos lados, acariciando o saco com as mãos, depois fui até suas bolas, cheirei-as, lambi-as e depois enfiei na boca, meu irmão quase enfartou, se retorcia para não gozar ali mesmo; eu continuei chupando seu pau, meu irmão tirava e botava na minha boca, como se estivesse a fodendo, minha sucção estava tão forte que chegava a fazer um barulho alto. Meu irmão não agüentava mais, após algum tempo de chupada, percebi que ele iria gozar, então decidi parar, diminui o ritmo e tirei seu pau da boca, dando umas lambidas e beijos de leve, meu irmão respirava fundo, por muito pouco não gozou, estava com o pau como se fosse uma barra de aço, seu liquido lubrificante escorria, eu aproveitava para lamber tudo. Após esta chupada eu falei para meu irmão: ----Agora você vai me comer, enfia seu pau na minha boceta, não agüento mais a vontade de lhe dar. Meu irmão respondeu: ----Vou enfiar sim, quero fazer isso. Nem pensei em camisinha, pois a única pessoa em que realmente confiava, acreditando que não pudesse ter doenças ruins era meu irmão, há muito tempo eu tomava pílulas anticoncepcionais, pois desde os 19 anos levava uma vida sexual bem ativa. Eu me ajeitei no sofá, abri bem as pernas e fiquei esperando pela penetração de meu “macho-irmão”; um tanto inexperiente, meu irmão teve alguns problemas para introduzir-me o pênis, pincelou o pau no meu clitóris, mas não entrava de maneira alguma, tive que ajuda-lo, guiei-o ao lugar certo com a mão, e derrepente, aquele caralho duro, começou a deslizar lentamente para dentro de minha boceta super molhada. A sensação era muito estranha, estava com a boceta preenchida por um gostoso cassete, porem de meu irmão, pude sentir a pulsação do pau dentro de minha vagina, meu irmão estava adorando, eu também, derrepente ele começo a foder, tirava e botava suavemente, fiquei enlouquecida e disse: ----Me come, por favor, me fode todinha com muita força. Meu irmão se empolgou, acelerou e meteu rapidamente, tirando e botando na minha boceta, enfiava e ao mesmo tempo segurava meus seios, puxou minas pernas para cima de seus ombros, me arregaçando ao Maximo, eram fortíssimas estocadas em minha vagina, eu estava muito satisfeita com a realidade sexual que vivia naquele instante, ele me comeu por algum tempo assim, então antes de gozar ele disse: ---Fica de quatro para mim, quero lhe comer de quatro. Eu atendi seu pedido, me coloquei na posição de quatro como se fosse uma cadela no cio, minha bunda enorme o excitava mais ainda, meu irmão me penetrou com força, começou um rápido vai e vem, sempre me agarrando pela cintura, quase enlouqueci, meu irmão me fodendo com força, gemendo de prazer, minha boceta estava preenchida completamente, eu gemia baixinho com o pau dentro de mim, estava maravilhoso, seu caralho entrando e saindo rapidamente, suas mão alisando minha bunda, meu cu, era ótimo, quando ele tirava e recolocava, ouvia-se um barulho alto de sucção, proporcionado pela minha boceta, era uma trepada sensacional. Derrepente (após 3 minutos) meu irmão tirou o pau novamente, pois tentava retardar o gozo, assim como eu fazia, ele pediu, agora já sem vergonha ou receio algum: --Você deixa eu comer seu cu? Eu adoraria. Minha primeira reação foi negativa, mas logo pensei melhor e decidi que queria sim dar o cu para ele, apenas pedi para ter calma, pois embora eu não fosse virgem de ânus, sabia o quanto era desconfortável tal pratica se feito com alguém inexperiente, alguém afoito. Então na posição de quatro, abaixei bem os ombros, fiz força para abrir ao Maximo o cu, meu irmão ficou fitando, maravilhado, cheirou-o e passou a mão, depois enfiou o dedo vagarosamente lá dentro, posteriormente a língua, era muito bom. Então meu irmão novamente me agarrou pela cintura e pincelou a cabeça do pau na minha bunda, para cima e para baixo, esfregando na entrada, derrepente começou a introduzir a cabeça, gemi baixinho, pois doeu um pouco, mas estava muito gostoso, no inicio foi difícil, mas bem lubrificada logo a cabeça adentrou meu ânus e o pau inteiro sumiu, se perdendo por entre meu enorme e gostoso bumbum; quando estava tudo dentro, meu irmão começou a gemer, acelerou o ritmo e logo já estava num gostoso vai vem, ele segurava minha bunda, apertava, se deliciava no “popozão”, meu cu estava todo preenchido, minha pregas sob pressão, mas estava maravilhoso, meu irmão fodeu meu cu rapidamente por minutos, eu estava encantada, era incrível, meu irmão era ótimo, o que realmente me deixava intrigada e muito admirada, era a persistência de meu “amante-fraterno”, pois apesar de estar com apenas 13 anos, conseguia se controlar segurava o gozo como poucos homens que conheci, sendo que, pelo fato de ser novo e inexperiente, o normal seria gozar sem demora; então eu lhe disse: ----Agora, come mais um pouco minha boceta. Meu irmão rapidamente tirou do meu cu fazendo com que me retorcesse, pois doeu um pouco, enfiou rapidamente na minha boceta, nem ritmo frenético me penetrou por mais alguns minutos, quando sem mais ter forças para resistir ele exclamou: ----Não agüento mais, vou gozar! Eu percebi que não havia mais como esperar, meu irmão se acabaria, eu fui mais rápida, antes de sua ejaculação, gozei, mas gozei muito, eu lhe respondi, gemendo: ----Esta bem, espera só um minutinho, pois eu estou gozando, ai, ai, ai, que tesão, estou no céu, oh, não para gostoso, ai, estou me acabando. Eu havia gozado, me acabei total, mas antes de cair na real, ainda no êxtase do orgasmo eu falei para meu irmão: ----Goza então, mas não ai dentro, goza fora, no meu corpo. Eu preferia assim, pois apesar de tomar anticoncepcionais, não arriscaria de forma alguma, principalmente sendo meu irmão o parceiro sexual. Meu irmão, já sem mais resistência perguntou: ---Posso gozar em sua boca? Eu respondi, ainda sob efeito de orgasmo: ----Pode sim, goza na minha boca, quero provar o gosto de seu sêmen. Então, após ouvir o que queria, meu irmão tirou o pau de minha boceta, colocou-se em pé, eu rapidamente ajoelhei-me a sua frente, abri bem a boca, coloquei a língua para fora e observei uma rápida punheta de 10 segundos, o suficiente para meu irmão se retorcer todo e gemendo explodir num orgasmo alucinante, senti os fortes jatos de porra branca e salgada invadindo minha boca, eram fortíssimos, alem de ser muita porra. Alguma entrou direto em minha garganta, outra parte bateu em meus lábios, em meu rosto, ate nos meus olhos, parecia que meu jovem irmão estava urinando de tanto que gozava, lambuzou todo meu rosto, alem de me fazer engolir uma grande parte. Agora sim, havíamos gozado muito, saciado o tesão, ambos estavam extasiados, sexualmente satisfeitos, a fantasia acabara de ser realizada. Após os segundos de realização, começou o drama; após o gozo de meu irmão, dei-me conta do mal que acabara de fazer, me senti enojada, sai cuspindo seu esperma, indo em direção ao banheiro, com a mente pesada, em conflito, moralmente afetada, arrependida, eu chorei, sabia que aquilo não mais mudaria, o incesto estava concretizado; não foi diferente com meu irmão, este saiu para seu quarto, numa expressão de amargura, nojo de si próprio e da própria irmã, arrependimento pelo ato “maldito”. Não nos falamos mais naquele dia, a noite foi terrível, sentia em certos momentos, vontade de morrer. No dia seguinte mal se olhávamos, com o passar do tempo voltamos a relacionarmos normalmente “como irmãos de verdade”, mas jamais tocamos novamente no assunto, aquilo foi único, aconteceu e morreu ali, passou a ser proibido, um tabu, pois até hoje traz lembranças amargas. Apesar das lembranças amargas, nosso ato seguidamente traz lembranças excitantes, inspira tesão, é um constante “combustível” para gostosas masturbações, sendo que escrevo esta historia num momento de excitação, tesão. Espero chegar ao fim do conto neste estado, pois sei que caso tenha um orgasmo antes de conclui-lo, provavelmente este não será enviado e sim deletado, devido ao arrependimento, a tristeza da lembrança. Como eu disse no principio, amigos leitores, assim são as historias reais de incesto, nada de ternura no fim, apenas arrependimento posterior ao tesão. Minha historia é real, espero contato de quem realmente vivenciou isto e hoje sente amargura pelo ato consumado, pois sei que estes estarão falando a verdade, estes realmente terão vivido historias de sexo entre irmãos. adriana_furlan@hotmail.com

E-mail= adriana_furlan@hotmail.com

sábado, 4 de setembro de 2010

ACHOU FOTOS DA MANINHA NO PC!!!

Fuçou no PC da mana e achou estas maravilhas!! Que ele fez? Alem de bater varias mandou para o blog, bom menino ehehe!!












sexta-feira, 3 de setembro de 2010

ENTRE IRMÃOS - HQ


LINK COMPLETO: http://casadanocio.com/hentai_entre_irmaos.html

Irmã carente no banho

Meu conto não é muito longo pq as coisas aconteceram de forma rapida mesmo, e é tudo muito recente e gostoso para mim.
tenho 26 anos e uma irmã de 22 loira muito gostosa.
desde muleke quando ela começou a botar corpo eu fazia visitas a noite ao seu quarto pra passar-lhe a mão, mas nunca passou disso.
eu tenho namorada e minha irmã até noiva já ficou mas des-ficou, seu namorados sempre foram um malucos playboyzinhos meio babacas, já tem uns 2 anos que minha irmã esta solteira e ela engordou um pouquinho mas continua muito gostosa.
eu e meu outo irmão a sacaneamos pq temos namoradas e dizemos q ela vai ficar "pra titia" isso deixa ela um tanto quando aborrecida.
esses coisas todo mundo diz em sus contos mas aki em casa nunca se teve problema em ver os outros nús, mas ver minha irmã pelada era um sacrificio.
meus pais sempre saem as quartas quintas e sextas a noite pq tem compromissos e meu irmão trabalha em shopping só chega em casa apos as 11:30.
então a coisa começou mais ou menso assim:
deu um problema na parte eletrica daki e casa e não se podia ligar chuveiros nem ferro de passar roupa q desarmava o dijuntor da casa então estavamos tomando banho num banheiro externo que tem um ducha bem forte.
um dia estava eu indo tomar meu banho pra ir pra facu quando eu tava lavando a cabeça minha irmã bate na porta e diz q em q tomar banho pq tem prova e que se chegasse atrazada não ia poder fazer eu falei "tá entra aí mas eu não vou sair agora no meio do banho" ela disse "tá, tá"
porra ela tirou a roupa e entro e eu fazendo um esforço sobre humano pra não olhar, aí ela disse "chega prá lá" fiquei ensaboando a cabeça e vendo ela se molhar...pqp que buceta maravilhosa....que tetas...que rabo...!!!
não deu outra......fiquei de pau duro, tentei esconder mas ela viu e disse: "que porra é essa" eu respondi " foi mau pô mas ...não tem como né..desculpa", ela retrucou.."não faz isso tem mais de um ano q não vejo um pau,sorte da tua namorada"
aí ela acabou o banho e saiu, eu bati uma pra me aliviar e fui pra faculdade.
quando cheguei da faculade fui no quarto dela conversar com ela sobre o ocorrido, novamente me desculpei ela disse que não tinha problema mas que era uma sacanagem eu ser irmão dela.
porra fui dormir pensando naquilo, no dia seguinte deixei ela ir tomar banho e fui logo atras com uma desculpa qualquer pedi pra entrar no chuveiro ela logo brincou " se não for ficar de pau duro" eu disso "ih aí eu duvido muito", entrei e aí começou a brincadeira pq ela já havia percebido q eu não parava de olhar pro seu rabo e pra sua xota e ela olhava constantemente pra minha vara.
daí ela perguntou , "tu já comeu tua namorada no chuveiro"? eu menti disse q não, perguntei o memso pra ela e ela disse "que era otimo" meu pau já tava q nem pedra e babando, e ela se ensaboando, passando a mão com sabão na xota eu já meio perdendo a cabeça perguntei "tu não fica com tesão não de ver meu pau assim?" ela disse "fico, fico doida" cara eu tava já com o saco doendo....aí falei isso pra ela q meu saco dava doendo ela respondeu "bate uma punheta q resolve" eu disse "aki na tua frente"? ela "sim, qual o problema, eu to doida pra tocar uma siririca, não vejo pau a um tempão e tenho q ficar me aguentando por sua causa", "por minha causa pq" perguntei, "ahh tenho medo de vc falar pa alguem" disse ela.
então tomei uma coragem q venho não sei de onde e falei " tu acha q ate s eu te comesse aki eu ia falar pra alguem"? aí ela "aihhh jura q vc não fala nada" claro q eu disse sim.
então ela chegou pertinho de mim e falou no meu ouvido"toca um siririca pra mim" eu rspondi "de graça não" ela perguntou. "o q vc quer" eu disse "tudo" e ela "aihh pq não disse logo, vem vamos brincar"
aí eu peguei ela por traz toda ensaboada comecei a esfregar meu pau dnro da bunda maravilhosa dela e com uma mão apertava seus peitos com a outra acariciava sua buceta, depois abaixei no chão e chupei aquela xota, a bicha trincava os dentes e dizia "vai,vai..xupa..porra..xupa" ela tava quase gozando eu parei ela disse "aíhh seu puto" falei "calma, chupa minha rola agora sua piranha" ela ficou uns 5 minutos mamando no meu pau, dai eu levantei ela pq não queria gozar já e começamos a nos esfregar denovo, eu disse calma aí q vou pegar camisinha ela falou "não precisa eu tomo anti-concepcional mete logo" eu estava por traz, abaixei ela dei um pincelada e cravei, dei umas 10 estocadas ela gozou, fiquei um tempinho parado dentro dela ate´q suas forças voltassem e começamos o fodelança denovo, aquela buceta mplhada e apertada dva de 10 na da minha namorada, ela mandou eu sntar no chão e sentou no meu pau e ali gozou denovo.
dali ela disse "aíhhh quer meter como agora?" eu disse "queria meter nesse teu rabo" ela disse "vem..mete gostoso", ela ficou de 4 no chão com akela bunda gigantesca virada pra mim e aquela buceta já toda aberta e melada pela meteção, ela muito safadamente puxou as banda da bunda e eu meti naquele cú maravilhoso, o gozo já estav chegando entã ela pecendo pedi q eu não fizesse na sua bunda q gozasse em sua buceta pq era o q el mais amava e q provavelmente gozaria denovo, tirei meu pau e naquela posição memso coloquei novamente na sua xotona, mais uns 2 minutos e esporrei como um louco dentro de sua buceta a safada urrava e gemia feito uma puta, esfregava a mão na xota e lambia , pediu pra eu ão tirar de dentro e rapidamente gozou mais uma vez.
então levantamonos, o banheiro tava maior cheiro de buceta e porra, tomamos um banho pra nos limparmos, demos uns beijos e eu me ofereci pra q quando ela estivesse com necessidade podia me chamar pra tomar um banhinho.

SEXO NA PRAIA HQ


Incesto e culpa



Caros leitores, esta história real de incesto me foi contada por uma amiga que fiz na net já há alguns anos, na época ela me contatou através de um relato de minha autoria no qual conto a relação incestuosa que tive com minha irmã e que muitos de vocês possivelmente já leram. minha amiga hoje em dia é uma mulher na casa dos 30 anos, morena, bonita , corpo sensual, o que me leva a imaginar a irmã e adolescente deliciosa que devia ser na época dos fatos que irei contar.marise era o que podemos chamar de "cavalona" e tinha os homens loucos naquela epoca e com seu irmão não foi diferente. marise contava na época com 18 anos, seu irmão com 17 e essas sem duvida são as idades que eu costumo chamar de as idades do incesto ,se entre irmãos não acontece nada até essa idade, dificilmente acontecerá depois, é uma combinação de fatores enorme, dentre eles, descobertas, curiosidade, tesão , beleza física, tempo de convívio na mesma casa, levando a possibilidade de ver ou desejar ver sua irmã ou irmão sem roupa e mesmo que muitas pessoas discordem a velha e conhecida atração pelo proibido, e não é por nada que existe a celebre frase , tudo que é proibido é mais gostoso...e o que pode ser mais gostoso que uma morena de 18 anos, seios fartos, coxas grossas, bunda grande e dura , rosto lindo e um fogo e sensualidade característicos da idade...???? o irmão de marise não resistiu aos encantos da bela irmã e mesmo contrariando vários tabus sociais, não só começou a desejar, como também a se apaixonar por ela e isso fica claro pelas palavras de marise ao me contar os fatos. marise demonstra culpa pelo incesto, mas muitas vezes me fala: carlos, tem dias que não quero falar com você no msn, pois depois que falamos tenho dois sentimentos, primeiro de culpa e depois de excitação, amiga não se culpe por sentir tesão por uma lembrança do passado que mesmo tendo seu lado ruim, tenho certeza que te marcou como a experiência mais forte da tua vida, guarde essa noite em um lugar muito especial da memória pois ela faz parte da sua história e nada nem ninguém vai apagar ela de você. vamos aos fatos... férias de verão na praia. marise, o namorado, o irmão e sua mãe... a noite, dormia como convém aos bons costumes, o irmão e o namorado de marise em um quarto, marise em outro quarto e sua mãe no quarto dos pais. em nenhuma parte da historia marise comenta sobre seu namorado, o que leva a crer que ele não passa de um mero coadjuvante ao qual tratarei de forma apenas figurativa. noite de sábado foram todos a uma boate típica dos vários balneários que temos no brasil, localizada na beira da praia , eles bebem , dançam e em determinado momento marise resolve ir ao banheiro e é seguida por seu irmão o qual demonstra sinais de que tinha bebido demais, entra junto com ela no banheiro e tenta agarrar marise ,sem saber o que fazer ela tenta se desvencilhar do irmão,

pouco tempo depois aparece o namorado de marise e tira o cunhado do banheiro, mas sem perceber o que estava acontecendo, momentos depois marise e o namorado se perdem um do outro na boate e marise resolve voltar para casa, ela também tinha bebido e estava alegre pela bebida como costumamos dizer, marise caminha pela beira da praia quando é abordada por seu irmão que começa a chorar e confessa seu desejo e amor por ela, ele tenta beija-la, mas ela resiste e acabam caindo na areia da praia, o irmão de marise sobre ela tentando segurar e beijar ao mesmo tempo, no combate ele acaba ficando entre as pernas de marise a qual acaba sentindo o pau duro do irmão latejando sobre seu sexo , começa ali uma tempestade de sentimentos dentro de marise, as palavras desconexas do irmão suplicando seu amor, a certeza de que estão fazendo algo que não deveriam, a bebida movendo tabus e deixando florescer desejos proibidos , um grupo de rapazes que caminhava pela praia ao ver marise se debatendo no chão tiram o irmão que estava sobre ela, e tentam bater nele, pensando que estaria abusando dela, mas ela intervém e fala que são irmãos e que ele tinha bebido demais, os rapazes assim vão embora e marise corre para casa deixando para trás seu irmão, confusa entra na casa sem fazer barulho e vai para seu quarto, coloca uma camisola fina e curta própria para verão e tenta dormir, mas o sono não vem, ouve seu namorado chegar em casa e pouco depois escuta o barulho de sua respiração dormindo, mas nada do seu irmão chegar, marise deixa a janela do quarto aberta onde a luz da lua cheia invade o quarto, e essa mesma lua seria testemunha da noite mais proibida que marise viveria nos braços do irmão..pouco tempo depois da chegada do seu namorado, marise vê a figura do seu irmão entrando pela janela do seu quarto, consumido pelo desejo e sem pensar nas conseqüências o irmão de marise pula a janela , enquanto ela imóvel se deixa levar pela situação e libera ela também o desejo antes reprimido pelo próprio irmão, sem trocar palavras marise se vê nua na frente do irmão, respiração ofegante, pele suada de nervosismo , os corpos se colam , já não tem como voltar atrás, não lembram em nenhum instante a mãe e o namorado dormindo na mesma casa, o que importa é o desejo de ambos..marise cai na cama, sente a boca do seu irmão lambendo e mordendo seus volumosos seios que ficam duros na hora, seios emoldurados pelas lindas marcas do bronzeado proporcionados pelo minusculo biquini que marise usava para tomar sol e que sem duvida contribuiu para despertar no irmão o desejo proibido por ela , deixando-a ainda mais sexy para o irmão , que realizava ali o sonho de tantos irmãos... o de ter sexo com a própria irmã.marise esta molhada como nunca antes estivera , de pernas abertas o pau do irmão entra em uma estocada só fazendo seu corpo estremecer , os movimentos de vai e vem não param até que marise aperta as pernas em volta do corpo do irmão e goza de uma forma intensa, seu corpo não para de tremer , espasmos involuntários anunciam algo que marise jamais tinha sentido, o prazer do proibido, o irmão de marise, insaciável, a coloca de pé contra a parede e volta a penetra-la , os gemidos abafados de ambos , a luz da lua iluminando o corpo delicioso da irmã e outra vez marise goza loucamente no pau do irmão de 17 anos, mas que a possui de uma forma que homem algum o fizera anteriormente, finalmente o irmão de marise a coloca de 4 na cama e a penetra de uma forma animalesca, socando até o fundo e tirando, fazendo marise novamente delirar, e sentir o pau do irmão pulsar e entre as estocadas encher a buceta de marise de leite. caem exaustos na cama e adormecem, corpos suados e melados de sexo.incesto consumado, sem volta, desejos realizados.. na manha seguinte marise acorda sozinha em sua cama, o irmão espertamente voltou para seu quarto para que ninguém suspeitasse da noite incestuosa vivida pelos dois, marise ainda vive uma relação mal resolvida com o irmão... mas tenho certeza que um dia ainda voltarão a falar no assunto , quem sabe terminando novamente na cama, pois incesto não se conversa, incesto se faz e no caso de marise o que a incomoda é o irmão não ter a coragem de voltar e dar continuidade a esse prazer que ela jamais esqueceu e jamais esquecerá. obrigado pela confiança amiga!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Minha irmã voltou para casa




Olá, meu nome é Fred. E há muito tempo atrás, uns 25 anos, mais ou menos, tudo começou. A minha irmã Fátima é mais velha que eu 1 ano. Nós éramos pequenos e brincávamos sempre juntos de pai e mãe. Ela sempre dava as ordens. Então a gente começou a brincar de transar como pai e mãe e a coisa foi ficando gostosa. O tempo passou nós crescemos e até uns 23 anos dela e 22 anos meus, em casa, nós sempre transávamos quando dava, pois morávamos com nossos pais. Bem, minha irmã começou a namorar e logo casou, fiquei com meus pais e ela foi morar em outra cidade. Passaram-se alguns anos, e a vida dela mudou, brigas e depois a separação. Eu também casei, separei, não tive filhos. Então aconteceu uma coisa do destino. Minha irmã entrou em contado com minha mãe dizendo que estava voltando para casa com uma filha de 8 anos. Tudo bem, fui bucá-la no aeroporto. Já fazia muito tempo que a gente não se via. Então quando coloquei os olhos nela lá no aeroporto, não sei explicar, o meu pau começou a endurecer só de ver aquela mulherona que ela tinha se transformado. Ainda bem que a minha mãe não notou nada. Quando fui abraçar a minha irmã notei que ela também me abraçara com bastante vontade, me beijou, me cheirou, me agarrou, dizendo que estava com saudades. Tudo bem, fomos para casa. Minha mãe mostrou o quarto para ela, e eu saí para resolver algumas coisas. Quando voltei, era tarde da noite umas 11:30, minha mãe já estava dormindo com a netinha dela, minha irmã estava ainda acordada assistindo um filme na sala, quando entrei ela veio sorrindo e perguntou se eu estava na casa da namorada, eu disse que não, então ela chegou perto de mim, me abraçou de novo e disse que estava morrendo de saudade. Só de camisola, eu não aguentei, apertei ela contra o meu peito sensualmente, e ela correspondeu dando um gemidinho, cheirei pelo pescoço e fui me esfregando nela e ela só gemendo baixinho, então resolví passar a mão na bunda dela e ela nem reclamou, aí comecei a pegar na buceta, ela abriu as pernas, metí a mão na calcinha peguei direto na buceta dela já meladinha, comecei a beijar na boca e ela toda entregue a mim naquele momento, tirei a minha roupa e a dela, ficamos nús, olhei para aquele corpão e comecei a colocar a minha pica naquela xana carnuda, foi entrando e ela só gemendo e dizendo "que saudade", até que minha pica entrou toda, deitei com ela no sofá e gozamos umas 4 vezes sem tirar o pau de dentro dela e até amolecer. Quando levantamos, ficamos nos beijando e subimos para os nossos quartos. Fiquei com ela na porta do quarto em pé e ainda fudemos em pé alucinados. Ela não queria parar. No outro dia lá pelas 4 da tarde minha mãe disse que ia visitar uma amiga e iria levar a netinha. Minha irmã prontamente concordou. Ficamos sós, e novamente começamos a transar até quase 8 da noite, meu pau não aguentava mais de tanto gozar. Ai eu fui ver como ela tinha mudado, que lindo corpo ela tem. Bucetão, rabão, pernonas, boca carnuda, cabelos longos, cheirosa, carinhosa, e fode bem, faz um boquete que é uma maravilha. Bem pessoal, voltei a fuder a minha irmã, e não quero nem pensar em mudar de vida. Até mais.