terça-feira, 9 de agosto de 2011

SOU MULHER DO MEU IRMÃO.



Eu resolvi relatar neste site um acontecimento que mudou completamente minha vida sexual. Sempre fui uma moça tranqüila; estudiosa; bonita (opinião de terceiros) com um corpinho certinho sem ser exuberante. Já tinha transado com meu namoradinho e não achei nada excepcional; não consegui gozar, só conseguia gozar me masturbando sozinha. Era um final de ano e meus pais viajaram ficando eu e meu irmão Robson em casa. Eu tinha 19 anos e Robson estava com 26 anos e ele tinha recentemente terminado um noivado quando praticamente estava com tudo marcado pra o casamento... Nunca soube o real motivo. Em um sábado, Robson que andava muito triste saiu pra participar de uma festa de confraternização da firma em que trabalhava e iria ter um futebol e depois um churrasco. A tarde da noite o telefone tocou e ao atender era um amigo de Robson dizendo que ele tinha exagerado um pouco na bebida (ele não era de beber) e que ia leva-lo em casa, pois ele estava sem condições de dirigir e iria trazer o carro de meu irmão. Vinte minutos o amigo chegou escorando Robson que estava todo suado, molhado e sujo vestindo apenas um short; camiseta e tênis que ele tinha jogado futebol... Mesmo assim o amigo com muito custo deixou-o deitado no sofá e me entregando as roupas e documentos, carta de motorista de Robson e saiu. Eu perguntei de ele queria que o levasse de carona no carro, mas disse que não precisava e iria a pé, pois morava perto da minha casa. E falou que eu precisava ajudar o Robson.
Então fui na suíte dos meus pais e deixei a banheira enchendo colocando shampoo dentro para fazer espuma, enquanto fui fazer um café bem forte. Fiz Robson tomar um pouco de café e fiquei aguardando alguns minutos preocupada com sua roupa úmida sujando todo o sofá. Resolvi tomar uma atitude com muito custo tirei seu tênis e a camiseta e num esforço descomunal fiz levantar e com ele apoiado em meu ombro e num cai e não cai (ele com mais de 1,80 mts e oitenta e poucos kgs) consegui fazer ele entrar e sentar dentro da banheira com as costas apoiadas na beirada. Depois de recuperar o fôlego enfiei a mão dentro da água tirando seu short, e depois a cueca, e ele sentado na banheira e com uma ducha manual comecei a tirar as sujeiras de terra e grama grudadas em seu corpo... Robson mesmo de olhos abertos parecia não entender o que estava acontecendo. Eu fui no quarto e coloquei um lençol limpo sobre a colcha na cama de casal dos meus pais que era mais confortável e voltei ao banheiro. Novamente com muita dificuldade consegui tira-lo da banheira e praticamente apoiado em mim andando até o quarto doe meus pais e joga-lo sobre a cama. Peguei uma toalha e comecei a enxugar seu corpo; foi quando pude ver que ele tinha um lindo pênis que mesmo mole devia medir uns 12 cms... Senti uma coisa estranha percorrer meu corpo, um arrepio. Não sei o que deu na minha cabeça, mas comecei a enxugar seu seu sexo, passando por aquele saco cabeludo e depois com a mão segurando seu pênis fui passando levemente a toalha... Como Robson continuava bêbado, mais pra lá do que pra cá, fiquei segurando seu pinto por vários minutos admirando aquela cabeça grande e rosada. Ouvi Robson resmungar o nome de sua ex noiva... Ele devia estar me confundindo com ela e notei seu pinto começar a ficar de pé, ereto...Fiquei com medo, e sai do quarto rapidamente. Apaguei a luz do quarto. Mas aquela visão do seu pinto duro não saia da minha mente. Eu fui tomar um banho de agua fria para ver se passava o tesão. Tirei minha bermuda e camiseta que estava toda molhada e entrei no banho, comecei a tocar uma sirica, mas logo parei, pois meu tesão estava a flor da pele. Terminei o banho, vesti apenas um roupão sem calcinha e depois de dez minutos resolvi voltar no quarto e dar uma espiada e achando que ele continuava dormindo cheguei perto... Foi quando ele abriu os olhos e mesmo ainda grogue: ele me chamou, Jéssica????? Jéssica, meu nome fictício... Ia sair quando notei ele tentando levantar: O que ouve? Onde estou?... Com medo dele cair da cama corri segurando-o e fazendo ele deitar novamente: eu disse; Calma Robson! Está tudo bem; você depois do jogo de futebol só tomou um tremendo porre e chegou muito bêbado em casa!... Ele ainda fora de órbita percebeu que estava nú e tentou puxar o lençol pra se cobrir. Novamente lhe pedi calma e expliquei como ele chegou em casa e como tive que dar-lhe um banho... : Mas você me deixou pelado!... : Ué, como podia deixar você com aquela roupa toda suja de lama?... Ele preocupado: Te dei muito trabalho, não é?... Quando falei que achei engraçado ele me confundir com sua ex noiva ele ficou nervoso: Não fala o nome daquela filha da puta!... E ainda sob o efeito do álcool começou a chorar. Sentindo pena do meu irmão debrucei e dei-lhe um beijo no rosto: Não fica assim não Robson, bonito como você é logo arruma outra namorada!... Ele enxugando as lágrimas e querendo desabafar disse que estava sendo difícil pra ele superar o trauma de ter pego sua noiva transando com seu melhor amigo. Quando ele deu conta do que tinha confessado me pediu pelo amor de Deus não contar aquilo pra ninguém... Novamente fazendo carinho em seu rosto: Claro meu irmão, e você pode contar comigo sempre que precisar!... Ele ainda meio tonto levantou dizendo que precisava ir pro seu quarto e abracei sua cintura pra ajuda-lo a caminhar com medo dele levar um tombo. Acho que mesmo não precisando de minha ajuda ele
passou o braço pelos meus ombros e caminhando fiquei de olho em seu pinto que estava crescendo a cada passo que dávamos: Sabe de uma coisa Jéssica? Nunca imaginei que um dia ia ficar pelado na sua frente!... Começamos a rir, comentei: Pelado e de pau duro!... Ele olhou pro próprio pinto: Safado! Não vai respeitar minha irmã?... Tornamos a rir juntos e com ele parado no meio do quarto fui na gaveta pegando uma de suas cuecas e chegando perto de suas pernas ele enfiou uma e depois a outra... Fui suspendendo a cueca e quando chegou em cima ele segurou seu pinto que já estava enorme e duro (19 cms) tentando dobra-lo pro lado: Puta que pariu, tá duro demais que acho que vou só vestir a bermuda!... Achando graça pedi pra ele deixar tentar e segurando seu pinto forcei pro lado e ele: Pô Jéssica! Desse jeito você vai é quebrar meu pinto!... Eu já estava sentindo minha xoxota escorrendo de tanto tesão, e: E se fizer um pouco de carinho nele, será que volta ao normal?... Robson muito cínico: É só você dar uma chupadinha que ele volta ao normal!... Fingindo estar escandalizada: Chupar já é demais; mas posso fazer isso!... Comecei a movimentar a mão no seu pinto e vendo seu sorriso: Tá gostando Robson, tá gostando da sua irmãzinha te masturbar!... Ele sentou na beira da cama: É uma delícia sentir sua mão no meu pau! Iiiiiiso, mais rápido, mais rápido, ohhhh! Ohhhh!... Ele pegou rapidamente a cueca antes de gozar e colocando-a sobre a ponta do seu pinto e ficou aparando toda a porra que saía. Ele arriou seu corpo sobre a cama: Puta que pariu Jéssica, foi a melhor punheta que já tive até hoje! Fico imaginando se você fizesse isso com a boca, eu ia me derreter todo de tanto gozar!... Dei-lhe um tapa em sua perna: Tá pensando o que da sua irmã? Você acha que estou acostumada a fazer essas coisas?... Ele me puxou pra sobre seu corpo me abraçando: Oh Jéssica! Você é uma irmã maravilhosa!... E começou a beijar todo meu rosto; só escapou minha boca. Sai de cima dele e rindo: Agora você pode se vestir que ele está molinho, molinho!... Ele riu dizendo que ia dormir no quarto dele daquele jeito mesmo, pelado. Ele se levantou e foi para o quarto dele cambaleando e o ajudei a levá-lo pra sua cama.
Sai do seu quarto e fui pro meu e praticamente subindo pelas paredes de tanto tesão, tirei o roupão, toquei uma siririca até gozar. Eu não conseguia dormir, mesmo depois de gozar, coloque uma bermudinha e um top, acho que três horas depois resolvi entrar no seu quarto e ele estava justamente levantando naquela hora (ainda pelado): disse ele; Acho que vou tomar um outro banho, você pode encher a banheira da suíte novamente pra mim?... Disse que sim e fui pra suite tirando a água anterior e abrindo as torneiras novamente. Vinte minutos depois Robson foi pra suíte e já sem nenhuma vergonha do meu irmão entrei vendo-o sentado na banheira e ouvi seu convite: Oi Jéssica, por que você não toma um banho aqui comigo? a agua está deliciosa... Botei as mãos na cintura: Engraçadinho, está querendo se aproveitar da irmãzinha inocente é?... Ele fazendo um gesto com a mão: Só um pouquinho, vem!... Tomei coragem e ficando fora de suas vistas me despi, tirei a bermuda e o top ficando só de calcinha e pedindo pra ele fechar os olhos entrei sentando dentro da banheira logo após suas pernas que ficaram entre as minhas e que não me deixou abaixar mais pra encobrir meus seios... Ele olhou fixo pro meus peitos: Que peitinhos lindos Jéssica, dá até vontade de dar uns beijinhos nele!... Eu batendo meu pé em sua coxa: Não vem não que dou-lhe uns tapas na cara!... Ele esticou um pé encostando o dedão do pé na minha xana: Deixa Jéssica, é só uns beijinhos, deixa?... Eu já estava deixando esfregar o dedão do pé da minha xoxota e adorando: Só se for um beijinho só!... Ele rapidamente ficou de joelhos entre minhas pernas e levou a boca no bico do meu peito que já estava duro que nem pedra e começou a chupar: Você falou que ia ser só um beijinho, mas está é chupando feito um tarado!... Ele abriu a boca engolindo a metade do meu peito e foi descendo fazendo pressão até o bico e voltando a repetir várias vezes... Estava adorando. Quando senti sua mão chegando na minha xoxota abri as pernas e deixei ele enfiar o dedo por detrás da calcinha. Ele devagar foi puxando a minha calcinha me deixando totalmente despida dentro da baheira. Ele mamando nos meus seios e agora socando o dedo na minha buceta, levei a mão segurando sua enorme pica quando senti a água da banheira abaixando rapidamente... Ele tinha tirado o tampão do fundo. Quando saiu toda a água ele me puxou fazendo ficar totalmente deitada no fundo da banheira e foi se posicionando entre em minhas pernas... Percebendo o que estava pra acontecer levantei as pernas bem alto e logo senti seu pinto começando a entrar na minha bucetinha. Robson ia empurrando e numa posição muito incômoda tentava de todas as maneiras mexer meu corpo pra facilitar a penetração quando pedi pra ele parar e ficar ele deitado na banheira e disse que iria sentar na sua pica. Subi sobre meu irmão e segurando sua piroca fui abaixando e fazendo sua piroca escorregar dentro da minha xoxota até meu bumbum sentar sobre suas coxas... Alucinada de tanto tesão iniciei um sobe e desce devagar e depois mais rápido. Eu sentia a ponta de sua pica bater bem no fundo do meu útero. Depois de vários sobe e desce parei tendo meu primeiro orgasmo com um pinto introduzido na buceta... Foi tão gostoso que não parava de rebolar que mesmo sentindo Robson gozando não parei deixando ele me encher com sua porra grossa e viscosa. Ainda com o pinto dele enfiado em minha buceta reclinei o corpo sobre o dele e ele segurando meu rosto: Você é demais minha irmã, é demais!... E nos beijamos na boca de língua, trocando saliva, fazendo meu coração bater fora do ritmo. Saímos da banheira como dois namorados que acabaram de transar cheio de beijos e carinhos, nos enxugamos e fomos dormir no seu quarto juntos peladinhos na sua cama de solteiro. No outro dia, acordei mais cedo, antes dele e preparei um café reforçado para o meu querido irmão, tomamos café, resolvemos não sair de casa e ficamos juntos na sala vendo TV agarradinhos como dois namorados apaixonados... Meu irmão me beijava tão gostoso que já nem me lembrava no meu atual namoradinho. Depois de duas horas de muito amassos ele me despiu e tirando seu pau duro pra fora me pediu pra fazer carinho... Deitei esticada no sofá e segurando seu pinto comecei lentamente com a mão pensando que ele só queria que eu o masturbasse quando pediu: Dá uma chupadinha, dá!... Sentindo seu pinto pulsando na minha mão: Mas Robson! Eu nunca fiz sexo oral!... Ele estranhando: Você nunca chupou e nunca foi chupada?... Me sentindo uma alienada em matéria de sexo: Nunca e nem sei como faz!... Ele mandou deitar no tapete e tirando toda sua roupa deitou numa posição invertida da minha entrando com a cabeça entre minhas pernas começando a passar a língua na minha buceta. E disse que ia me ensinar a fazer um 69. Parece que levei um choque e ele mandou fazer o mesmo com ele... Muito sem jeito segurei seu pinto e abri a boca engolindo alguns centímetros. Quando senti ele lambendo minha xoxota com vontade num instante já estava mamando e lambendo sua pica como se fosse um delicioso sorvete de morango... Tive um orgasmo tão diferente e tão gostoso que só percebi que meu irmão também estava gozando quando senti ele despejando seu primeiro jato de esperma quente dentro da minha boca, tinha gosto de agua sanitária, sei lá, .... Tirei rapidamente a boca recebendo o restante na face e com o susto acabei engolindo um pouco da sua porra, mas não foi ruim, Depois, nas outras vezes que fiz sexo oral nele, eu perdi o nojo, passando a engolir todo o seu esperma que era bastante a ponto de encher toda minha boca. A partir daquele dia bastava um chegar perto do outro que logo me dava uma vontade de dar pra ele e ele ficava louco pra me comer, ou de chupá-lo... Mas quando nossos pais voltaram tudo passou a ser mais difícil. Quando meus pais não estavam em casa, nossas roupas voavam pela casa e logo estávamos trepando feito dois cachorros sem dono. Algumas vezes precisávamos nos encontrar num motel reservado, longe de casa para poder desfrutar de mais privacidade. Robson que já estava com sua casa quase pronta quando estava noivo; terminou e depois de mobiliar e me convidou pra morar junto com ele. Foi um Deus nos acuda dentro de casa com nossos pais, pois eles desconfiaram de alguma coisa, não sei... Mas, mesmo com a desconfiança deles juntei minhas trouxas e fui morar com Robson. Hoje, meus pais tem quase certeza que vivemos como marido e mulher e fingem que está tudo bem. Mas o importante é que nós nos amamos.

Um comentário:

  1. Um dos melhores contos senão o melhor.Muito Real, muito excitante!!!

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