terça-feira, 26 de junho de 2012

SEDUZINDO A IRMÃ VIRGEM


Somos uma família religiosa muito tradicional e meus pais são daqueles que nos criaram com muita disciplina e ordem. Nossos programas de televisão eram filtrados, fumar, beber, falar palavrão, nem podíamos sonhar com estas coisas pois meus pais não toleravam. Minha irmã, coitada, acabava por sofrer um pouco mais, não podia sair sozinha com frequência, as roupas dela precisavam ser aprovadas por meus pais que não permitiam quase nenhuma sensualidade. Mas éramos uma família feliz, e nossos pais apesar das chatices com estas coisas, eram fantásticos como pais.   

O verão chegou e com ele as férias da universidade, então minha irmã e eu passávamos uma boa parte do tempo sozinhos em casa. Uma vez ou outra recebíamos a visita de alguns amigos, mas eram poucos. As vezes íamos ao shopping passear, e como meus pais não gostavam que minha irmã saísse sozinha, quando eu a convidava para estes passeios ela ficava toda eufórica e me agradecia muito, e me cobria de beijos e abraços.   

Um dia acordamos e meus pais já haviam ido trabalhar, fomos tomar nosso café, minha irmã vestia um vestidinho leve, acima do joelho, que deixava ver suas pernas lindas e mostrava o volume dos seus seios. Ela tinha dezoito anos, cabelos pretos e lisos até um pouco acima da cintura, sua pele era branca e lisa, de estatura mediana, com peso proporcional ao seu tamanho, uma gatinha. Eu tenho vinte e um anos, corpo normal, um pouco mais alto que ela, não sou do tipo sarado, mas não sou gordo nem magro, modéstia a parte, também de boa aparência. Quando vi minha irmã vestida daquele jeito, com um rabo de cavalo nos cabelos, mostrando aquele belo pescocinho perfumado, eu que já tinha acordado excitado, fiquei ainda mais de pau duro, que tentei disfarçar. Eu já havia percebido o quanto ela era gostosa, mas nunca tinha imaginado qualquer possibilidade.   

Eu estava de costas para ela, quase que encostado na bancada da cozinha, quando lhe chamei para uma volta no shopping, ela logo pulou em cima de mim para me agradecer e beijar como fazia sempre, e me puxou virando-me de frente para ela e me deu um forte abraço, encostando seus seios nos meus peitos, na hora, talvez por impulso, a abracei também, puxando o corpo dela contra o meu e como sou mais alto, cheguei levantá-la do chão e ficamos assim abraçados, com ela dizendo obrigado, e a desci devagar e ela desceu sentindo a rigidez do meu pau que passou devagar entre as suas pernas e agora a pressionava um pouco acima da cintura. Eu não usava nada mais além de uma camisa branca e um short de nylon sem cuecas. Ela percebeu minha excitação e foi se afastando devagar, olhando o volume do meu pau, mas fiz como se estivesse tudo normal. Ela afastou-se meio sem graça e foi preparar seu cereal, mas percebi que ela não tirava os olhos do meu volume. Terminamos nosso café, nos trocamos e saímos, passando o fim da manhã e o início da tarde no shopping, chegando em casa umas três horas da tarde.   

Assim que chegamos ela foi tomar um banho, pois estava calor, e voltou com outro vestidinho, bem leve, e toda perfumada. Fui tomar banho também, a ao abrir o cesto de roupa suja para colocar a minha, vejo sua calcinha que acabara de trocar, ela era rosa, de algodão, com um lacinho, e com um cheirinho delicioso de buceta virgem, mas me contive em apenas cheirar. Sai do banho sem camisa e só de short e sem cueca. E fui logo para o meu quarto navegar na internet, ela ficou deitada no sofá da sala vendo televisão, e no quarto, fui assistir uns filminhos pornôs com a intensão de tocar uma gostosa punheta. Mas como tive que sair do quarto algumas vezes antes sentar no PC, acabei por esquecer a porta destrancada. E quando estava vendo uma adolescente na idade da minha irmã sentando numa grande vara de um carinha do filme, com meu short abaixados e com meu pau na mão, ela entra sem bater na porta e me vê naquele estado. Sem saber se desligava o computador primeiro ou vestia o short, simplesmente zanguei com ela por ter entrado sem bater. Ela não ouvia a minha voz, apenas não tirava os olhos do meu pau, pedindo desculpas levantei-me, vesti o short e ela sem desgrudar os olhos, mas logo balançou a cabeça, pediu desculpa e saiu.   

Fique puto, mas ao mesmo tempo tarado e com remorso por ter a tratado mal no quarto, afinal a culpa era mais minha que dela. Cheguei na sala ela estava deitada no sofa, eu me sentei aos pés dela e pedi desculpas, ela disse que estava tudo bem e que não deveria ter entrado sem bater, e eu por outro lado disse que a culpa era minha por não ter trancado a porta com a chave antes de fazer o que fazia. E ela então perguntou: - E você já terminou o que fazia? Eu sorri e disse que não e que tinha até perdido a vontade. Ela riu e pediu desculpas novamente e disse que eu podia ir voltar a ver, que ela não iria mais atrapalhar. Eu disse que não tinha mais graça, e que agora queria ficar ali com ela. Foi quando ela se virou no sofa para se arrumar e sem querer me deixou ver a sua calcinha. Ela percebeu que eu olhava, tentou se arrumar, mas eu acabei segurando a sua mão e levantando seu vestidinho até o umbigo. A visão era linda, uma calcinha pequena de algodão, branquinha, igual a que eu havia encontrado no cesto, porém branca. Olhei para ela dei um sorriso e ela perguntou se era tão bonita quanto a menina do vídeo que eu assistia. Eu disse que ela era mais linda, mas ela soltou um: - Ah tá! E foi logo abaixando a roupa, eu segurei um pouco mais e disse que era verdade, que ela era mais linda. E para provar que dizia a verdade, mostrei o volume do meu pau para ela. Ela sorriu e disse: - Nossa, é muito grande. Perguntei se ela queria ver novamente, ela disse que sim, então sentado no sofá, tirei meu pau para fora, ela chegou mais perto e ficou olhando espantada. Ela perguntou se eu sabia o tamanho e eu dei todos os detalhes: - São dezenove centímetros de cumprimento, por oito de grossura. Ela perguntou se uma mulher aguentava aquilo tudo eu disse que sim e a convidei para ver uns filmes no quarto. Ela aceitou e coloque o mesmo filme, uma menina da idade dela, com um corpo semelhante, sentou numa pica enorme e o fez desaparecer dentro dela. Minha irmã estava impressionada, de pé, e eu sentado. Ela estava excitada, mas não deixava transparecer, fechou as pernas, cruzando um pouquinho, como que pressionando a bucetinha. Colocou a mão na minha cadeira para se apoiar, e eu aproveitei para abraçar a sua cintura e fazer carinhos nas suas costas e as vezes na bunda. Como o filme era longo, e ela parecia decidia a ver até o final, e não havia outra cadeira disponível, ofereci para ela sentar na minha perna. Ela aceitou, sentado de ladinho, sem tirar os olhos da tela.   

A menina do filme era comida de quatro e gemia muito, mas no nosso quarto havia silêncio, nessa hora eu acariciaca meu pau e ao mesmo tempo, sutilmente, as pernas da minha irmã. Nessa hora disse que minha perna doia e a coloquei sentada no meu colo, ela não reclamou, estava grudada no filme. Ela sentou e fui ajeitando meu pau de maneira que a bucetinha dela ficava encostada nele. Comecei a mexer um pouco e ela não reclamava, e começou a mexer também, roçando de leve no meu pau. Continuei a acariciar suas pernas, e enfiando minhas mãos por baixo do vestido dela, acariciava sua barriga e seus seios, ela estava completamente entregue, morta de tesão. Consegui me livrar do meu short e agora meu pau roçava diretamente na boceta dela, por cima da calcinha. Meu pau chegava a tocar no seu umbigo. A menina do filme agora era comida num franguinho assado, e era possível ver o pau do ator entrando bem devagar naquela buceta apertada. Minha irmã estava entregue, inclinada para trás, roçava a buceta no meu pau com muito tesão. Eu já havia tirado seus peitos para fora e os acariciava sentindo seus biquinhos duros. Sem lhe dizer nada, tirei seu vestido, ela de costa para mim, me deixando ver suas costas e aquela bunda linda. Agora eu estava nú, e ela só de calcinha no meu colo. O filme acabou e ela mesmo, como estava de frente para a tela, já logo colocou outro. Nessa hora, eu só tinha olhos para ela. Comecei a beijar suas costas, e a acariciar sua bucetinha sobre a calcinha. Ela começou a gemer e cheguei sua calcinha para o lado e passei a esfregar meu pau direto na buceta dela. Virei ela de frente pra mim, passei a beijar a sua boca e a mamar nos seus seios. Meu pau por roçava na sua buceta que já estava toda molhada. Tirei sua calcinha e acariciava sua bunda, coloquei um dedo na sua boca para ela chupar e quando estava bem molhadinho eu enfiei no seu cuzinho apertado. Ela gemia mais forte, me beijava feito louca e então perguntei a ela se queria experimentar o gosto do meu pau. Ela sorriu, balançou a cabeça dizendo que sim. Fomos para cama e fizemos um 69 delicioso. Sua buceta tinha um cheiro e um gosto incrível, minha vontade era devorá-la. Ela chupava meu pau, tentava por o máximo que conseguia na boca. Estava uma delícia! 

Nessa hora, já não aguentava mais, peguei uma camisinha, coloquei no meu pau, e a chamei pata sentar em cima. Como sabia que ela era virgem, coloquei uma toalha por baixo de mim coloquei o pau para cima e ela foi sentando, quando tocou no seu cabacinho, ela tentou desistir, mas segurei na sua cintura e disse para ela ter paciência. Ela tentou mais um pouco e doeu, e quis parar, com a cabeça do pau dentro da buceta dela, deixei ela relaxar e dei um delicioso beijo na boca, ela se entregou no beijo, então fui forçando até e sufocando seu gemido, ela tentava fugir mais eu segurava e devagar fui enfiando até minhas bolas encostarem na sua bunda. Seus olhos estavam cheios de lágrimas. Quando entrou tudinho, deixei ela acostumar e comecei a fuder com vontade e logo a dor se foi e ela gemia como as putas dos filmes. Senti seu sangue escorrer pelo meu saco e molhar a toalha, ela agora era uma mulher, a minha mulher. Eu estava apaixonado e ela também! 

Ela cavalgou até me fazer gozar. Depois tomamos um banho juntos, transamos mais um pouco debaixo do chuveiro, e nos preparamos para esperar nossos pais. Sorriamos de orelha a orelha! Naquelas férias assistíamos muitos vídeos pornôs e transávamos muito. Quando meus pais saíam de casa para o trabalho, ela vinha logo para minha cama e passávamos o dia como um casal em lua de mel. Hoje somos verdadeiros amantes secretos! ygorgoa@gmail.com

5 comentários:

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  3. Boa noite, gostei muito da historia alguns lances lembra a minha história insestuosa mas gostaria que o autor da história postase respondendo se essa história é verídica ou se é conto, pois tudo ocorreu de forma bem expontánea e sem nenhum conflito nem arrependimento, aguardo resposta.

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  4. Jonas, antes de falar de "incesto" aprende a escrever corretamente, pois não existe insestuosa e sim INCESTUOSA!

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  5. Gostoso e prazeiroso incesto, se os dois são maiores de idade, existindo tesão entre os dois, e cuidando-se para não gerar gravidez, tudo ótimo e
    prazeiroso para ambos.

    Deyse., 21 anos e solteira.

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